Segredo

1174 Palavras
— Eu preciso levantar, tenho que ir trabalhar. — disse com manhã, admito. — Não, não vou deixar você sair daqui nunca mais. — Baekhyun disse beijando meu pescoço, eu já estava quase nu, só faltava tirar minha boxer e Baekhyun já estava completamente despido. Esfregando seu corpo no meu e me dando beijos quentes, que me fariam perder o controle rapidinho. Baekhyun puxou minha boxer para baixo enquanto ficava sobre mim esfregando ainda mais nossos corpos.  — B-Baek... Você não está com fome? Tem um bebê para alimentar. — disse fazendo carinho em sua barriga enquanto me controlava para não cair na tentação. — Tô, Channie. Muita fome. Me dá leitinho... — disse maliciosamente e se esticou sobre mim pegando o lubrificante na gaveta ao lado da cômoda. — Não é muito desconfortável fazer isso com o bebê? Sei lá, não quer deixar pra outro dia? Baek, eu tenho que trabalhar. — Você só vai depois que terminar isso aqui. — disse passando lubrificante em meu m****o, eu não tinha mais como voltar atrás. {•••} — Caramba. Isso foi ótimo. Muito... Ótimo. — disse Baekhyun ofegante ao meu lado. — Foi, e agora eu posso ser demitido porque estou muito atrasado. Mas foi incrível. — lhe dei um selinho e ele riu enquanto eu me levantava correndo feito um louco para ir tomar banho e me vestir. Alguns minutos depois eu saí do banho e Baekhyun já tinha até arrumado a cama, estava vestindo um roupão e enquanto eu me vestia ele foi para o banho. Na sala estava Joongi comendo seu cereal e olhando desenho junto com Steve que estava deitado no sofá ao seu lado. — Já disse que ele não deve aprender a ficar em cima do sofá, filho. — dei um beijo na cabeça do pequeno. — Desculpa, Appa. Já está saindo? — Uhum. Nos vemos a noite.  — Tá. Tchau Appa. — disse olhando para o desenho e voltando a comer seu cereal.  {•••} Cheguei extremamente atrasado na empresa. Correndo pelos corredores e quase atropelando todo mundo antes de entrar na minha sala, só não contava que Jongin já fosse estar sentado em minha mesa revisando meus relatórios. — Oi, cara, o que faz aqui? — Vim fazer seu trabalho, temos que entregar isso até amanhã, achei que não fosse vir hoje. Aconteceu algo sério? — perguntou sem olhar para mim. — Não, mas é uma longa história, achou o Kyungsoo? — Sim, ele estava na casa do Kris, foi fazer não sei o que lá. Mas já está em casa. Kyungsoo anda meio alterado esses dias. Até foi bom dar um tempo. — Hm... Então, pode voltar para sua sala. — Tá, vamos almoçar juntos, meu aniversário estava chegando e o do Kyungsoo também. Eu quero comemorar em grande estilo. — Seu aniversário é mês que vem e eu tenho uma bolinha pra carregar pra cima e para baixo, acho que ele não vai querer comemorar em grande estilo. — falei rindo e Jongin estalou a língua no céu da boca. — A gente dá um jeito de comemorar como eu mereço, nem que seja bebendo na sua casa e jogando banco imobiliário. Feito?! — disse e foi para sua sala. Que nem era muito longe da minha, já que o que nos separava era literalmente uma porta. {•••} Aquela tarde se passou rapidamente, consegui terminar os relatórios e entregar a Jongin, assim como consegui conferir se estava tudo em ordem e mandar para o cartório o registro de Luhan. Foi um dia movimentado e isso é muito bom, odeio dias sem nada para fazer no trabalho. Na hora do intervalo Jongin falou mais um pouco sobre seu relacionamento com Kyungsoo estar na corda bamba, o que eu achei bem r**m, apesar dos pesares, eles se amam muito. Mas eu sei que tudo vai ficar bem, afinal resolvemos comemorar o seu aniversário na minha casa, o que vai ser daqui a três semanas, uma festa tanto para ele quanto para Kyungsoo, já que eles fazem aniversário com apenas um dia de diferença.  Cheguei em casa exausto e já fui tirando a minha roupa, encontrando Baekhyun, Joongi e, o mais surpreendente, Kyungsoo na minha cozinha fazendo um bolo e biscoito. — Chan, amor, o Kyungsoo cozinha muito bem. — disse Baekhyun me dando um beijo. — Tô vendo que vocês fizeram uma reunião aqui e nem me chamaram. — É porque avisar você que eu estaria aqui, quer dizer avisar o Jongin, eu não estou muito afim não, eu ia me refugiar aqui, e no fim o Baek estava aqui e acabamos resolvendo fazer biscoitos e bolo para o Joongi, né? Joongi assentiu amassando a massa de biscoitos enquanto Baekhyun só olhava os dois trabalhando sem fazer nada. — Então tá. Eu vou tomar um banho... E Baekhyun, pode vir comigo? Sabe, me ajudar com algumas coisas? — Claro, amor. Baekhyun me seguiu até o banheiro e começou a me ajudar a tirar a roupa. — Não é ajuda que eu quero não, seu bobo. — ri da inocência de Baekhyun e segurei suas mãos, logo depois abracei seu corpo, sussurrando perto de seu ouvido  — Kyungsoo te falou algo? Do porque ele estar aqui? Qualquer coisa? — Nos somos namorados Chan? — Acho que já estamos quase casados né?! — perguntei retoricamente enquanto dava um selinho em seus lábios o vendo assentir. — Eu não deveria esconder as coisas de você, mas eu não posso te contar isso Chan, ele falou sim comigo, mas eu não vou contar para você, tudo bem? Não é coisa nossa isso. — disse acariciando meu rosto. — O Jongin é meu melhor amigo, eu estou preocupado com eles. — Eu também estou. Mas a gente não pode se meter nesses assuntos, por favor, confia em mim. Se fosse algo que a gente pudesse mudar eu até te contava, mas nem faz diferença, então toma seu banho e vamos comer o que ele está preparando na cozinha, huh? — Você não pode mesmo me contar? Nem por um milhão de beijos? — perguntei beijando seu rosto todinho. — Olha… por beijos eu posso até pensar...  — Verdade? — Não, vai tomar seu banho e me deixa voltar para a cozinha. Quero meu namoradinho bem cheiroso para o jantar. — Baekhyun me deu um beijinho e saiu do banheiro voltando para a cozinha. Alguns minutos depois saí do banho e vesti uma calça de moletom e regata, vi do corredor Joongi brincando com Steve na sala com a bolinha que compramos para ele, quanto Baekhyun e Kyung sussurravam na cozinha. — Você tem que contar, não vai poder fazer isso sozinho pra sempre. — Eu não vou contar, Baekhyun. Ele não vai entender. — Claro que vai, isso acontece o tempo todo. — Não acontece comigo. O Jongin não vai aceitar e eu não vou contar. — falou um pouco mais alterado. — O que o Jongin não vai aceitar?
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