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De morta a Mafiosa (Revisando)

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Sinopse

Alice tem 18 anos, desde os 10 anos foi treinada pra ser uma máquina de matar com agilidade, inteligência e destreza. Cansada de tanta pressão e responsabilidade em cima de si, ela resolve fingir a própria morte em um acidente de carro com sua melhor amiga, Mirella, mas infelizmente algo deu errado e Alice perdeu totalmente a memória. Mirella decidiu que seguiria com os planos de Alice e desapareceria do mapa. Só que tudo mudou quando um inimigo descobriu que elas estavam vivas e começou a sua busca de tirá-las do seu caminho.. Será que o inimigo irá conseguir o que tanto deseja? Quem será esse inimigo? O que Alice e Mirella fizeram para que esse inimigo desejasse tanto a suas mortes?

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Capítulo 1
Alice narrando Meu nome é Alice, tenho 18 anos e sou sozinha nesse mundo, quer dizer, sozinha não, tenho minha amiga Mirela, ela tem 19 anos e cuida de mim desde que me lembro. Pra falar a verdade, não lembro muita coisa sobre minha vida, mas a Mi me conta que minha mãe morreu quando nasci e meu pai era bem rígido e que por isso saímos de casa. Não lembro de nada da minha vida antes de acordar numa cama de hospital com a Mi cuidando de mim. Ela disse que eu tinha sofrido um acidente e teria perda de memória por um tempo. Disse que na hora certa minha memória ia voltar. Nós acabamos abrindo uma lojinha com umas economias minha e da Mi e trabalhamos juntas. Hoje acordei assustada, tive mais um dos muitos sonhos que tenho, às vezes eu sonho que eu estou lutando e atirando, vê se pode, logo eu. Levantei da cama e fiz minha higiene matinal e me arrumei pra ir pra loja de roupa que a gente tem. Saí do quarto e fui pra cozinha, já dava pra sentir o cheiro maravilhoso de café que a Mi já estava preparando Mi: - Bom dia mocinha, pensei que ia ter que te acordar na base da porrada hoje Alice: - Tá falando igual a uma velha pq p*****a m*l amada? Mi: - Velha teu cu, me respeita nessa p***a. Senta ai que fiz teu mingau de banana o moleca. E toma café logo porque já estamos pra ficar atrasadas Alice: - Se eu soubesse bater, tu teria tomado uma surra. Vamos nos desesperar com calma Mi: - Que hoje tome coragem pra chamar o gatinho da sorveteria pra sair, amém. Alice: - Se eu tivesse coragem... Mi: - Tem mais do que imagina... Ela disse baixo mas percebi o que ela disse. Ultimamente ela anda bem misteriosa mas eu ainda vou descobrir o motivo. Alice: - O que disse? Mi: - Que estamos atrasadas Assenti e saimos de casa. Chegamos na loja, abrimos a loja e já tinha uma cliente lá. Alice: - Bom dia, posso ajudar em algo? Cliente; - Não. Só estou procurando algo que acho que aqui não vai ter Alice: - Se a senhora me disser o que é, posso te ajudar indo procurar o que deseja Cliente: - Senhora.. Tenho a sua idade. Não me chame de senhora, escolaridade zero Alice: - Minha idade? Duvido A mulher veio pra me dar um tapa e eu segurei a mão dela no ar, como reflexo Mi: - O que está acontecendo aqui? Cliente: - Essa s*******o vindo pra cima de mim Alice: - Mirela, foi nada disso, ela só se irritou que chamei ela de senhora. Essa velha maluca Mi: - Alice, vai lá pro caixa, eu resolvo com ela Cliente: - Me respeita sua pirralha, nao sou sua mãe pra falar assim comigo. Exijo que ela seja demitida Mi: - Bom, isso será impossível já que ela também é a dona da loja Cliente: - Nunca mais volto nessa loja, não sabem trabalhar direito Alice: - Sem educação, vai, vai mesmo sua velha chata, parece mais um maracujá de gaveta velho. "Tenho a sua idade" tem minha idade, meu ovo. Mi: - Indícios da personalidade que me assusta. Você nem tem ovo.. Alice: - E nem ela tem minha idade. Mulher louca, só estava sendo educada. Trabalhar com comércio vai acabar com meu réu primário Mi: - Vai lá pegar nosso sorvete e dá um oi pro gatinho por mim e você tem a mim, se acabar com seu réu a gente acaba com o meu. Vamos presas juntas mas se controla, não sai matando atoa Alice: - Está cedo ainda. Ele chega às 10 no trabalho Mi: - Olha ela, já sabe até o horário. Alice: - Vai trabalhar e me deixa, garota Passamos a manhã trabalhando, arrumando a loja e nem vimos a hora passar, já estava na hora do almoço e como hoje estava uma correria só, fui buscar quentinha pra gente. Esqueci de falar, moramos no Brasil, pra ser mais exata, Rio de janeiro e estamos no verão, ou seja, quente para um c*****o. Peguei nossas marmitas e fui pra loja mas estava com a sensação de estar sendo observada. Disfarcei, olhei pra trás e vi um homem me seguindo. Na hora senti uma sensação estranha mas relevei. Voltei pra loja e fiquei atrás do manequim observando o homem que olhou pra loja, disfarçou e passou direto. Mi: - Tá olhando o que? Alice: - Tô com uma sensação estranha e poderia jurar que estava sendo seguida Mi: - Tem certeza? Alice: - Tenho. Pode ser um tarado ou assaltante então tome cuidado, vamos andar juntas Mi: - Vou dar um jeito. Relaxa bebê. Vai lá almoçar. Alice: - Vamos almoçar juntas Mi: - Ah não Lili, nada disso. Odeio parar de comer pra atender. Sempre entra alguém na hora do almoço Alice: - Sempre tem um enviado de satanás mesmo. Já te disse que eu não gosto que me chame assim? Mi: - Ué, do nada? Você gostava Alice: - Exatamente, gostava. Não lembro de nada antes do acidente e isso me deixa irritada demais. Vou almoçar. Saí andando e deixei ela com cara de paisagem. Eu real.e ré fico irritada por não me lembrar de absolutamente nada da minha vida. Entrei na cozinha, coloquei a marmita dela em cima da mesa e peguei na geladeira um suco de laranja. Ia sentar mas esqueci um guardanapo e fui pegar quando ouvi a Mi no telefone "Mi: - Não interessa, você prometeu que ninguém ia fazer m*l a gente, estamos sob sua jurisdição. Se fosse na nossa, eu já tinha dado um jeito, resolve isso ou eu resolvo sozinha e aí de quem entrar no meu caminho" Ela desligou o celular e deu um soco no balcão. Com quem ela estava falando?? Como assim "nossa jurisdição"? Alice: - Aconteceu alguma coisa, Mi? Mi: - Acabaram de assaltar o caminhão com a nova coleção e o nosso fornecedor disse que Não pode fazer muita coisa. Alice: - De novo? Virou desculpa. Segunda vez já. Nossa, perdi a fome depois disso. Pode almoçar primeiro, depois eu vou. Será que ela estava mesmo falando com fornecedor? Ela tá bem estranha esses dias. Mi almoçou rápido, não entrou cliente na loja o que é muito estranho já que sempre entra na hora de almoço e de manhã estava bem agitado. Fui almoçar e comi correndo pra poder ir buscar minha sobremesa, um açaizinho de lei Alice: - Tô indo buscar um açaí, quer de que? Mi: - Traz pra mim também, do jeitinho que gosto e manda um abraço pro Pedro e diz que vou tomar açaí 1 ano grátis pq o amigo dele era um cuzão. Saí rindo dela e entrei na Sorveteria. Tinha um homem sentado me encarando como se me conhecesse. Pedro: - Minha cliente preferida e a mais gata chegou Alice: - Para de me cantar e da dois açaí caprichados ai. Ah, antes que me esqueça... Mi mandou recado pra você Pedro: - Aquela cachorra, perdi meu amigo e nem sei pq Alice: - Bom, ai é com ela, mas ela disse que você deve um ano de açaí grátis pra ela pq seu amigo é um cuzão. Palavras dela. Pedro: - Entendi tudo. Deixa que mais tarde vou lá ver o que aquela m*l amada fez. Aqui seus açaí e um beijinho que mais tarde vou te entregar. Alice: - Se liga, não sou fácil não rapaz Pedro: - Se liga minha gata, mais tarde vou lá ajudar a fechar, chega mais perto aqui pra eu ver se tá cheirosinha como gosto Alice: - Pq ta falando assim comigo? Pedro: - Tem um cara te olhando desde a hora que entrou, não gostei disso e você sabe que é minha né? Alice: - continua sonhando, gatão Pedro: - Sei que me ama, gata. Até daqui a pouco. Alice: - Até Voltei pra loja e Mirela estava na porta, mas nem prestei atenção no que ela disse, tinha um homem me seguindo, o mesmo de antes que estava na sorveteria só que agora ele tinha outro homem com ele. A Mi disse algo que não entendi.. Alice: - Que? Mi: - Alice, tá viajando? To falando com você. Eu disse que tem alguma coisa errada. As clientes pararam do nada Alice: - Eu acho que vamos ser assaltadas. Vamos fechar a loja com calma e sair pelos fundos Mi: - Pq acha isso? Pelos fundos é muito mais perigoso do que sair pela frente, mantemos lá trancado por isso Alice: - Tem um homem me seguindo desde a hora que fui comprar marmita, ele estava na sorveteria e agora está sentado do outro lado da rua com outro cara. Ou ele tá vigiando nossos passos ou ta vendo nossa rotina pra ver o melhor momento pra sequestrar a gente Mi: - Pq iam sequestrar a gente? Alice: - Não sei ainda, mas tem algo estranho Mi: - Deve ser coisa da sua cabeça Alice: - Até Pedro percebeu e disse que ia vim aqui mais tarde Mi: - Merda... Alice, eu.. Antes que ela pudesse dizer algo, Pedro entrou na loja....

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