cap 21 não quero ninguém

730 Palavras

Imperador Era sábado, já passava das uma da tarde, e eu tava de quebrada no bar do Zeca com os cria, mandando uma cerveja pra dentro e jogando conversa fora. Solzão quente, quebrada viva, risada dos moleque comendo solta. Dia de paz. Raro. Ou pelo menos era pra ser. Tava sentado ali, largado na cadeira de plástico, de boné pra trás, fumando um e com a mente até tranquila... Até que um dos vapor chega correndo, suando, com a cara mais desesperada do mundo. Vapor — Chefe! Chefe, tem uma fita aí! Imperador — Que fita, c*****o? Fala direito. Vapor — É a... a Yasmin, pô. O cria que tava de olho nela disse que ela saiu do morro de biquíni com a irmã e ma amiga, parece que foram pra praia... A garrafa que eu tinha na mão quase voou. Imperador — Quê? Levantei já no veneno. Imperador —

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