cap 19 o gosto é meu

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Imperador Ela tava linda. Linda num grau que machuca o juízo. Dava raiva. Dava vontade de jogar ela na parede e perguntar se ela tem noção do estrago que faz. Sentada ali com minha blusa no corpo, o cabelo preso de qualquer jeito, aquela cara marrenta fingindo indiferença enquanto o olho dela gritava tudo que ela não queria sentir... Minha galega era osso. Mas era o osso que eu queria roer com a boca. Morder até gemer. Marcar até dizer chega. Galega — Vai ficar me encarando ou vai falar mais alguma merda? O tom ácido, a sobrancelha arqueada. Linda. Minha perdição. Imperador — Fala direito comigo, galega... ou vou achar que tu tá pedindo tapa na boca. Galega — Tua boca que vai apanhar se encostar em mim de novo. Imperador — Ué, e aquela hora? Ficou quietinha. Nem se mexeu. Tu

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