Não tinha nada pior do que ter uma mulher no meu pé. Eu não sabia lidar muito com isso. Para mim era surreal ter uma mulher me cobrando atenção em uma carência infundada. Eu não servia para relacionamento, e quando aceitei ficar com Mia, não sabia que eu teria uma grande batalha para sair desse relacionamento.
Ela estava no meu apto na Rússia colocando tudo abaixo e eu estava aqui em Londres para fazer mais uma vez os meus negócios renderem. Já tinha deixado meus funcionários avisados que quando eu voltasse aquela mulher não estivesse mais no meu apto. Eu não aturava esse tipo de comportamento, ainda mais de uma menina mimada igual Mia Carthey. Suspiro passando às mãos no rosto. Eu estava atolado de trabalho e ainda tinha que me preocupar com uma desequilibrada.
- Sr Grey. Andréia aparece na minha sala. Tive que alugar um local para eu trabalhar em Londres por esses dias, apesar de querer passar meus negócios todos para cá. Era uma cidade bem calma, e como já tinha bastante clientes aqui, eu me sairia muito bem me mudando para cá. Eu só precisava achar um lugar certo para isso.
- Fale Andréia. Indaguei concentrado em meus papéis na mesa.
- O convite para o evento de sexta chegou. Bufo. Odeio fazer esse tipo de aparição. Às vezes é mais fácil assinar o cheque e deixar à pessoas se resolverem com que farão com o dinheiro do que eu aparecer nos eventos, porém eu sabia que esse evento eu não poderia faltar. Tudo porque? Uma certa Madre Superiora me fez prometer que iria à esse evento. Mesmo não tendo saco para isso, eu não pude deixar de dizer à minha Tia Gail, que iria à esse evento. Bufo.
- Deixe aqui. Falo sem olhar para ela. Ela sai e eu fico absorto nos contratos de carga que seria enviado para Inglaterra. Espero que dessa vez eles cheguem sem problemas nenhum. Da última vez à carga foi roubada e eu agora tive que contratar uma empresa de segurança para vigiar o navio cargueiro. Espero que tudo dê certo. Era muita coisa para me preocupar, e nada podia dar errado, porque não estou aqui para jogar meu dinheiro no lixo.
Logo depois do almoço comecei à pensar em um lugar aqui. Tinha que ter um prédio espaçoso, bem amplo para acomodar todo meu escritório, fora que gostaria de uma casa, não mais um apto. Uma casa ampla, que eu pudesse ficar minha vida inteira sossegado. Ter meu piano como um amigo para às noites de silêncio. Ter uma adega bem arejada para meus vinhos em noites frias. Uma lareira no centro da sala e no meu quarto. Tudo bem harmonioso. Tudo combinando com meu humor para à vida
Chego no meu apto que tenho em Londres. Vou direto para adega e pego uma garrafa de vinho branco e uma taça. Coloco na taça e começo à beber sentando no sofá. Inclino minha cabeça no encosto do sofá. Eu estou cansado. Bufo me levantando. Se eu continuar aqui não vou voltar à trabalhar. Era à única coisa que me deixava ligado. Era à única coisa que me deixava ligado.
Hoje era à sexta e se não fosse ter prometido Tia Gail que iria à esse evento, eu não iria. Ainda mais à um evento realizado às quatro da tarde. Droga. Minha tia quando cismava com algo eu tinha que obedecer. Ainda mais por ela ser à única parente viva que eu tinha, então eu realmente tinha que fazer o que ela queria, não só por ser uma madre superiora, mas também minha Tia.
Falei com Andreia e Greta virem comigo, pois assim enquanto tivesse nesse evento, eu poderia colocar meus contratos em dia com alguns clientes. Elas eu ficariam na maiopr parte do tempo em contato com os cliente e passaria às ligações para mim. Não estava afim de fazer à social nesse evento. Minha tia que me perdoe, mas não iria deixar meu trabalho de lado para fazer à social. Não gosto disso e ela sabe muito bem.
Cheguei no evento e à maioria das pessoa eram pessoas endinheiradas. Todos vestidos com seus ternos armani caros e suas esposas com seus diamantes no pescoço parecendo uma coleira para representar seus maridos ricos.
- Sr Grey. Greta aparece do meu lado me dando um celular para eu falar com alguém. Pego o mesmo e começo à conversar com o dono do porto que o meu navio vai ancorar. Será por poucas horas, mas o aluguel desses portos são bem caros. Então eu tinha que usar do meu poder de negociação. Eu era bom nisso. Não tinha nenhuma pessoa que ganharia no poder de negociação que não fosse eu, e assim eu pude ficar pelas próximos quinze minutos, à tempo de ver o evento começar, mas nem prestei atenção, pois Andreia já tinha outra ligação para mim.
Neste caso se tratava do cliente que iria receber à carga na Inglaterra. Ele estava super animado que dessa vez tudo parecia dar certo. Ele iria receber suas máquinas e eu estava mais que feliz por isso, porque como disse não gosto de perder dinheiro. Desliguei com ele e Greta jà estava estendendo novamente o celular para mim. Olhei para o palco colocando o celular no ouvido, mas à visão que tive foi algo surreal. Uma Freira no palco. Mas esse não era o problema, era os olhos azuis mais vivos do que eu já vi, era à calmaria na hora de se expressar. Parecia um anjo falando.
- Sr Grey? Greta me tira do meu transe. Algum problema? Ela pede, e eu balanço à cabeça em negação.
- Nichivo. Continuo olhando para à Freira em minha frente. Como pode desperdiçar à vida sendo freira? Ela é linda. Seus olhos são lindos. Seria uma boa parceira na minha cama. Tenho certeza que com ela não dormiria à noite e nem ficaria entediado. Seriam longas horas de puro sexo.
- Grey. Escuto alguém chamar do outro lado da linha.
- Desculpe Larietti. Estava vendo alguns arranjos aqui.
- Não se preocupe. Vamos fechar o negócio de transporte terrestre? Precisamos expandir.
- Eu sei que precisamos, mas temos que sentar para ver os prós e contra disso. Eu não posso simplesmente, aceitar expandir meu negócio. Vejo todos aplaudirem à Freira que sai do palco.
- Eu quero conhecê-la. Falo para Andreia depois de tapar o telefone com mão.
- Quem? À Freira? Assinto. Ela é uma Freira. Andreia fala e eu olho para ela com raiva por contestar às minhas ordens.
- Eu não te perguntei o que ela era, te mandei ir atrás dela dizendo que quero conhecê-la. Limite à fazer o seu trabalho. Indaguei e ela engoliu em seco. Volto para minha ligação. Larietti, eu vou analisar direito isso, depois nos falamos.
- Tudo bem. Estarei na Rússia na próxima semana.
- Não sei se estarei lá na próxima semana. Preciso de mais tempo aqui em Londres.
- Vamos nos falando então.
- Ok. Te ligo. Desligo e vejo Andreia vindo com à Freira. Ela é muito linda e parece jovem demais para ter assumido tal postura.
- Boa Noite! Sua voz chega ser uma melodia para meus ouvidos, despertando em mim os piores pensamentos para se fazer com ela. É pecado desejar uma freira? Se for, eu estou pouco me fodendo para isso.
- Boa Noite! Christian Grey. Me apresento estendendo minha mão. Ela me dar à sua e eu levo à mesma na boca, dando um beijo no dorso.
- Irmã Anastásia. Ela fala séria. O que eu posso lhe ajudar Sr Grey?
- Christian. Indago querendo ouvir meu nome dos seus lábios. Nunca me sentir atraído por alguém assim, um sexo bem gostoso com ela iria fazer essa atração sumir. Tenho certeza disso. E sou eu que devo perguntar o que posso ajudar. Questiono sedutor.
- O Sr está no evento de caridade e pode ajudar de muitas formas. Como por exemplo, ir aos orfanatos e ler um pouco para às crianças.
- Se você for me acompanhar não me importo.
- Eu não acompanho às pessoas nas visitas aos orfanatos Sr Grey.
- Christian. Mas poderia abrir uma exceção para mim.
- Eu não o faço. Agora se o Sr não tem mais nada para dizer, peço licença. Ela vai saindo sem me dar oportunidade de falar mais nada. Há, sugiro que se o Sr for à algum orfanato, que esteja presente em vida e não só o corpo. Afinal de contas, estamos falando de crianças que precisam de atenção total e não querem um cara que fica no celular o tempo todo. Ela vai e eu fico puto com o jeito dela comigo. Como pode me tratar dessa forma? Será que ela não percebeu que eu posso dar mais que uma leitura para crianças? Tenho dinheiro para oferecer muito mais. Mas ela não vai ganhar essa. Enquanto não conseguir ver aquele corpo por baixo daqueles hábitos, eu não vou sossegar. Ela terá que me ver mais.
Vou embora frustrado, mas com o desejo e pensamento naquela Freira. Eu tive que chegar em casa e tomar um banho frio. Ela acendeu tudo em mim, mesmo rejeitando minha ajuda, ela conseguiu me deixar aceso por ela.
Mal consegui dormir pensando naqueles olhos e naquela boca. Até cheguei à sonhar com ela vestida com seus hábitos ajoelhada chupando meu m****o. Só de pensar meu p*u fica dolorido querendo está dentro dela. Uma vez, eu só preciso de uma vez com ela e nada mais.
Tiro meus óculos escuro assim que chego no convento que minha tia se estabelece. Nunca tinha vindo aqui antes. Meu contato com Gail é somente por telefone, e-mail ou doações que ela precisa para às obras de caridade. Nunca deixei de doar, só deixo de fazer presença nos eventos, porque como disse, odeio fazer essas sociais. Mas hoje eu estou aqui para saber mais da Freira Anastásia. Eu quero vê-la de novo, nem que para isso eu tenha que usar de artimanha para eu ficar perto dela até conseguir o que quero dela. Eu preciso acabar com esse desejo.
Sou recebido por uma freira. peço para falar com à Madre Superiora. Ela sai e logo vem uma menininha que parece ter três anos.
- Oi moço bonito! Ela fala mostrando seus pequenos dentinhos. Me abaixo e fico do tamanho dela.
- Oi garotinha linda! Qual seu nome?
- Rainha Elizabeth. Sorrio dela.
- Meu nome é Christian. Prazer. Então Rainha Elizabeth, quantos anos você tem? Ela me mostra quatro dedinhos.
- E você?
- Nossa, meus dedos não dão mais para mostrar minha idade, mas eu vou te falar. Eu tenho 29 anos.
- Você é velho? Gargalho dela.
- Mirian, o que é isso? Minha tia aparece eu me levanto sorrindo.
- Não é Mirian Madre Superiora. Hoje eu sou à Rainha Elizabeth. À irmã Ana me disse que hoje eu posso ser à Rainha Elizabeth. Olha aqui à coroa que ela fez para mim. Minha tia acaba rindo do jeito da menina.
- Tudo bem Rainha Elizabeth. Você pode nos dar licença. Minha tia faz uma reverência e eu acabo acompanhando.
- Com licença Sr. À garotinha sai balançando seu vestido.
- Como está meu filho. Minha tia me dar dois beijo e me abraça.
- Vou bem tia.
- E o que eu devo à honra da sua presença? Você nunca esteve aqui. Ela fala e agora me sinto uma criança levando bronca dos pais.
- Eu fui no evento ontem e à Freira Anastásia não me permitiu dizer sobre à doação que farei aos orfanatos. Falo meia verdade. Ela foi meio arrisca comigo e eu não vou perder à chance de vê-la de novo.
- Sério? Normalmente Ana é tão doce.
- Ana? Indaguei, porque não foi esse o nome que ela me deu.
- Sim. Anastásia. Ela é à Freira Ana. Mas o que houve?
- Não sei. Me apresentei e ela simplesmente descartou minha doação.
- Você era o cara do telefone na orelha. Não prestou atenção em nada do que ela disse no evento? Fui pego. Vejo que sim. À freira Ana é muito séria. E também gosta das coisas certas. Você não agiu certo chegando em um evento com o celular no ouvido.
- Desculpe Tia, mas o trabalho ronda minha vida. Tento me justificar.
- Sei. Mas você está aqui para fazer sua doação?
- Sim. À Freira Ana fica aqui?
- Sim, mas ela está no hospital hoje. Franzo à testa. Ela é voluntária no hospital central de Londres.
- Ela podia me ajudar tia?
- Te ajudar? Em que?
- À achar um lugar para fazer uma fundação para crianças carentes. Um lugar para essas crianças fazerem esportes, aulas de pinturas, não sei algo assim.
- Você está falando sério Christian? Nunca vi você se envolver dessa forma em obras de caridade. Você ajuda e muito com os valores exorbitantes que você dar, mas não achei que você poderia se envolver dessa forma.
- É uma ideia Tia. Quem sabe à Freira Ana pode me ajudar e até aprimorar essa ideia. Eu sei que devo está indo para o caminho errado para ter à Freira para mim uma noite apenas, mas eu só vou sossegar depois que eu conseguir ela na minha cama.