Capítulo 16

1259 Palavras
Eu não Acredito... - Caio dizia enquanto andava de um lado para o outro. _ Fica calmo! - Cloe pede _ Calmo? Como vou ficar calmo, eu vi minha irmã sendo beijada pelo meu irmão!! - ele fala, olhando pela forma descrita por Caio, é embaraçoso. _ Caio eles não são parente! Só tiveram o azar do dois serem seu irmãos! - ela fala o encarando e ele a encara de volta. _ Agora a culpa é minha? Eles são os azarados por serem meus irmãos? - ele diz irritado. _ Sabe de uma! Vai a merda! Vou ver a Cristal! - Cloe diz se levantando. Ele segura sua mão e diz. _ Desculpa! Conversa com ela e vê o que esta acontecendo por favor! - ele pede mais calmo, m*l sabia ele que ela estava mais confusa que ele, por tudo que havia ouvido e visto, mas não achou melhor momento para perguntar, apenas saiu e foi ver a Cris em seu quarto. Bate na porta e entra e a vê deitada em sua cama, com os olhos cheios de lágrimas. _ Ô minha pequena! - Cloe sente seu coração partido ao vê-la desse jeito, se aproxima e se senta na cama ao lado dela, a mesma se aconchega em seu braços e chora silenciosamente. _ Quer conversar? - Cloe pergunta, Cris n**a. _ Ei lembra que somos melhores amigas, você é uma irmã/ filha, não estou aqui para julga você, só entender! _ Eu sou uma tonta! - Cristal diz finalmente. _ Eu bem lá no fundo achei que talvez Caio não fosse ficar tão bravo comigo! _ Minha querida... O que houve entre você e o Carret? - Cloe pergunta e Cristal se senta ficando de frente para ela. _ Só nos beijamos! - ela diz. _ Foi só um simples beijo? _ Não... Cloe eu estou... Apaixonada pelo irmão do meu irmão! Olha que ironia! - ela fala, e da risada mais logo se mistura com seu choro. _ Desde quando? - Cloe pergunta, curiosa. _ Desde o dia que o vi no shopping! Quando vi aqueles olhos, aquele sorriso, soube que seria minha ruína, eu juro que tentei odiá-lo, mas ele sempre consegue destruir o muro que faço envolta com aquele jeito dele! - Cristal fala se jogando na cama. Houve um breve silêncio. _ E o Carret ele sente....??? - Cloe conhecia o irmão que tinha, sabia que ele sempre foi galinha, mulherengo, mas tinha notado ele diferente desde o dia que resolveu morar na mansão. _ Ele disse que gosta de mim! - ela fala pensativa. _ Hum. _ Hum? Não vai falar nada? - Cristal a olha e Cloe da risada. _ Olha para eu e seu irmão estarmos juntos foi complicado, ele quase morreu! - ela sorrir ao lembrar do tempo em que viviam brigando! - Mas se o que vocês sentem um pelo outro for a mesma coisa, lutem! _ E o Caio? _ Bom deixa seu irmão comigo! E aliás nunca deixe nada nem ninguém atrapalha o que se sente aquí! - Cloe fala colocando a mão no peito, do lado do coração dela. _ Obrigada! Sabe que eu amo você não sabe!? - Cristal pergunta com lágrimas nos olhos. _ Eu sei, e por mim amar agora vai atrás dele! - Cloe diz de levantando _ Eu não faço ideia aonde ele esteja! _ Bom aquele eu conheço que nem a palma da minha mão... Ele está chateado, magoado e triste.. Então vai estar... No apartamento, sabe onde fica! _ O apartamento não está em construção? _ Foi liberado hoje, ele me falou mais cedo! Vai logo! - cloe diz saindo do quarto e agora é a hora de acertar com Caio. Ao abrir a porta, vê Caio deitado na cama com as mãos no rosto. _Caio? - o chama, ele a vê e argue a sombrancelha _ O que houve? - pergunta se sentando. _ Eu quero a verdade... - ela tesoura fundo e se senta. _ Eu ouvir conversa com a minha irmã! _ O que você ouviu? - ele perguntou sério _ Tudo! _ Cloe... - Ela não deixa ele terminar _ Tem algo acontecendo que eu deveria saber Caio? _ A sua irmã... - era difícil para ele dizer, mas era a hora de colocar tudo na mesa. _ Ela deu várias vezes em cima de mim, e foi ela quem armou tudo para você achar que eu estava lhe traindo! - Um longo silêncio habitou no quarto, Caio ali esperando uma resposta ou qualquer tipo de pergunta, mas não vinha nada, apenas um olhar vago. _ Ela não seria capaz disso! - Cloe diz finalmente _ Infelizmente sim! - Caio fala, e tenta segurar a mão dela, a mesma se afasta. _ Eu presciso tomar um ar! - ela fala se levantando, Caio faz o mesmo e tenta novamente tocá-la. _ Não! Não toca em mim, não agora! Cloe sai do quarto, estava sendo difícil de acreditar no que acabou de ouvir, sua irmã, sua própria irmã a fazendo de tola, a traindo de baixo do seu nariz, era um absurdo. Cloe pensou em todas as vezes, em que Marina insinuou a traição dele, Motivou-a a ter desconfiança. Ela não queria acreditar, então pegou o carro e dirigiu sem rumo, e por coincidência ou destino parou no bar, aonde costumava ir escondido dos pais, junto com Carret, tinha boas lembranças e lá entrou. Após beber umas duas garrafas de cerveja, Cloe já tinha chorado, tinha rido dela mesma e pensando em um plano de vingança, e chorou novamente. _ Iaê!! Vi você de longe, está tudo bem ? - um cara alto, forte se senta os lado dela. _ Só me deixa quieta! - ela pede. _ Só quero beber até esquecer. _ Esquecer nem sempre é a solução! - o homem ao lado diz e Cloe revira os olhos _ Claro, Claro! - diz sarcástica _ Quer conversar? - pergunta o homem, ele a tinha observado de longe e viu todas as vezes que elas chorou e depois deu risada, e chorou novo. Cloe não queria.... Mas não seria a Cloe se não fizesse isso. Então ela respirou fundo e começou a contar, ela só precisava disso colocar as ideias em ordem. Apartamento. Carret narrando: Maldição! Eu sou um maldito filha da p**a, eu me apaixonei por ela, meu irmão me odeia, e nem vou ficar com a garota, pelo menos o meu apartamento ficou pronto bem a tempo. Tenho certeza que nem cedo poderei pisar na mansão e nem vê-la. Um ódio me consome, minha vontade é de quebra tudo o que me vem pela frente, mas não vou fazer isso, sou um homem controlado, então me sentei no sofá e só respirei fundo. Mas a campanhia toca, ignoro não estou afim de falar com ninguém, então me deito no sofá e ligo o f**a-se para sei lá quem esteja lá fora, que insiste em tocar a droga do botão. Houve um silêncio, espero que já tenha ido, logo ouvi batidas na porta, mas será possível? Quem está tão desesperado para falar comigo p***a! _ Carret sou eu Cristal! - pulo do sofá em um susto, Cristal?... Corro até a porta e abro e a vejo, tão linda. _ Ham... Oi! - ela diz sem jeito _ Oi.. O que faz aqui? - perguntei a olhando, ela deu um sorriso. _ Vim para terminar o que começamos! - ela diz entrando e me puxando pela mão e fechando a porta.
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