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AGENTE LOLA

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Sinopse

Louise havia sido selecionada para a missão da sua carreira. A melhor detetive da região, a mais honesta, a mais rígida. Todos conheciam seu nome, mas ninguém sabia a sua verdadeira identidade. Uma mulher misteriosa, que estava determinada em completar mais uma missão com êxito.

Ser agente federal sempre lhe deu o resguardo de mostrar sua verdadeira identidade para poucos oficiais. Contudo, agora ela havia aceitado uma missão especial: seria a agente infiltrada em uma organização criminosa.

Em um mundo de máscaras e mentiras, ela terá que se expor como nunca antes, e irá perceber que para algumas pessoas confiança e caráter estão à venda, basta dar o lance correto.

Louise despede-se de si mesma, e se torna Lola, uma mulher exibicionista, inteligente e que quer cumprir o seu maior objetivo: colocar o líder da organização atrás das grades. Ela estava pronta para jogar, e não sabia o significado da palavra perder: Agente Lola.

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PRÓLOGO
A cidade estava movimentada naquela tarde de sexta. Louise estava a caminho da delegacia, e sabia que tomariam a decisão sobre a missão até o inicio da noite, e isso poderia lhe render mais uma missão concluída com sucesso no currículo. O Delegado Pedro, mais conhecido como PK era um dos delegados mais renomados da região, pelo seu jeito de agir, sempre respeitando todos, preservando o lado humano e conseguindo respeito de traficantes e toda a população, de forma justa. Além da quantidade de apreensão de drogas e de menores infratores que ele havia conseguido reinserir na sociedade. Pedro Kohller era definitivamente um homem bom, que poderia ser mau, para conseguir conquistar seus objetivos Pedro estava em reunião com André, o delegado do grupo de operações especiais. Eles haviam conseguido um infiltrado dentro da quadrilha principal que estavam há tempos investigando e agora, tinham como colocar uma agente infiltrada e dessa forma conseguir ainda mais informações. Só havia um problema: precisava ser uma mulher e ela seria obrigada a se infiltrar na parte do trafico de mulheres e prostituição. E eles sabiam exatamente quem era a pessoa ideal para aquela missão: Louise Gonçalves. A morena entrou na delegacia com a sua touca ninja como de costume. Estava de calça preta e camisa azul royal. Seu típico allstar preto velho estava em seus pés. Manter sua identidade em segredo, principalmente dentro da delegacia era o que fazia seu serviço ser tão eficiente. Afinal, na região era a maior investigadora da corregedoria, mesmo tendo abandonado o cargo e tendo voltado a trabalhar apenas com investigações que não envolvessem colegas de serviço. Bárbara, a escrivã e namorada de Pedro, estava sentada em sua mesa na sala dos escrivães ao lado da sala de reuniões onde os irmãos, André e Pedro, estavam terminando de planejar como iriam contar a detetive Louise entrou na sala e logo Bianca, sua melhor amiga naquela delegacia, veio ao seu encontro. Conversaram sobre o que iriam fazer depois do expediente: beber até cair na melhor boate da cidade. — Louise, você pode vir aqui, por gentileza — Pedro disse com o seu melhor sorriso galanteador. PK tinha olhos verdes e cabelos na altura do ombro e descoloridos. Todos que ouviram aquele pedido estranharam a maneira como ele foi feito. Geralmente PK era curto e grosso. Louise entrou na sala e sentou—se no sofá de couro que havia lá. Ela tinha certeza que era uma nova missão e que pela forma como o seu superior havia lhe chamado, sabia que não seria fácil. — Lembra daquela quadrilha que estamos atrás há meses? Por tráfico... — Pedro começou a falar enquanto André lhe encarava atentamente. Louise se ajeitou no sofá. — O que tenho que descobrir? — a morena disse sorrindo. Ela adorava perigo. E isso tudo era como um jogo, que obviamente, ela sempre saía campeã. — É mais complexo do que tudo que tu já fizeste — André complementou. — Ta tranquilo. Só digam o que tenho que fazer. — ela falava tudo com muita naturalidade. — Então... Louise, terás que se infiltrar. — PK passou a mão pelos cabelos — terás que embarcar junto. Como se fosse uma das sequestradas. — Tenho que me prostituir? — agora a morena havia entendido a gravidade da situação. — Não. Na verdade, não realmente, mas tecnicamente sim — André disse nervoso. Sabia que a reação da mulher não seria nada boa. — Como assim? Não to entendendo nada. Expliquem isso melhor. — a morena disse passando suas mãos nos longos cabelos pretos. — Seguinte Louise,. conseguimos trazer um deles pra nós. E agora abriu uma vaga para uma mina. E você é a pessoa mais indicada pro cargo. Emocionalmente e fisicamente. Precisamos de você lá. Eu preciso de você lá. — Pedro recuperou o fôlego — É uma missão especial. Você será uma camgirl. — Eu o quê? — Vai ser nossa camgirl — André disse sorrindo, ele estava imaginando a colega de trabalho se exibindo para uma câmera — aquelas garotas que fazem sexo pela internet, sabe? — o tom debochado estava em cada palavra do André. — Uma stripper virtual — corrigiu PK nervoso. — Não fazem sexo.. propriamente dito. — ele olhou nos olhos da morena e percebeu o quanto ela estava nervosa, foi se aproximando dela — você é a pessoa mais indicada para o caso. Mas eu vou entender se você não quiser aceitar — ele colocou uma mecha de cabelo atrás da orelha de Louise. A mulher ainda estava um pouco assustada. — Óbvio que ela vai recuar — André disso rindo e se levantou indo em direção a porta — Vou indo que eu já sei onde isso vai dar. Louise me liga mais tarde pra gente beber una gelada juntos — ele piscou e saiu da sala. PK sabia que o irmão tinha uma queda, ou melhor, um abismo por Louise. Ele fez tudo aquilo para irritar a mulher e fazer com que ela aceitasse. E no fundo PK esperava que isso funcionasse. Louise estava parada. Em transe. Tentando entender tudo que estava acontecendo. — Acha mesmo que sou boa o suficiente pra essa missão? — ela mordeu o lábio inferior. PK, assim como o irmão, também se sentia atraído por aquela morena. Mesmo sendo namorado de Bárbara ele não sabia explicar o que acontecia quando ele estava perto da Louise. Talvez fosse o fato da garota exalar perigo, luxuria e desejo. Talvez fosse a touca ninja, que lembrava radicalmente a todos ali que ela era excelente no que fazia. Apenas os irmãos e a melhor amiga sabiam sua verdadeira identidade naquela delegacia, e por mais que os outros oficiais quisessem descobrir mais sobre aquela mulher, ninguém nunca havia conseguido chegar nem perto de ter uma pista concreta, — Acho que você vai se sair muito bem. E tenho certeza que assim que concluir a missão você irá ganhar a promoção. Você é qualificada para isso. Vai por mim, tudo dará certo. — Será? Como é essa coisa de ser camgirl? Eu não vou ficar m*l falada? E a promoção? Será que eles vão querer me dar essa promoção depois disso? — Lou.. olha pra mim — PK a puxou mais para si, colando seus corpos e então ele a encarou. Ele sabia da capacidade daquela mulher e torcia verdadeiramente por ela. Era algo inexplicável. Naquele momento a morena sentiu sua respiração descompensar. — Você é a melhor detetive que eu conheço. E eu conheço muitas. Você irá conseguir tirar de letra essa missão. Eu tenho certeza disso! — PK sorriu. Mas foi um riso diferente. Seus olhos brilharam e por um momento ele quis beijar aquela boca que estava a poucos milímetros da sua. Louise o abraçou e os dois sorriram. Ficaram muito tempo abraçados, sentindo a sensação de ter o outro pelo menos um pouco. — Que ceninha ridícula é essa? — Bárbara disse assim que abriu a porta. Isso fez com que todos olhassem para a pequena sala do Delegado. — É um abraço de despedida — Louise toma conta da situação rapidamente. Estou sendo transferida para outra cidade. A morena deu um sorriso tímido, mas a loira.. ah a loira exibia todos os dentes em um sorriso largo de orelha a orelha. Bárbara ficou tão feliz que a suposta concorrente iria embora que saiu da sala imediatamente para ir contar a sua amiga, Giulia. — Tenho alguns presentinhos pra você — PK disse rindo e entregou uma grande caixa para Louise. Dentro haviam máscaras, lingeries e alguns brinquedinhos sexuais. A morena o encarou. Mas agora a expressão não era mais de pavor e sim de safada. Ela mordeu o lábio e tirou de dentro uma fantasia de enfermeira. Em uma das noites que esteve com PK ele revelou que era o seu maior fetiche. Ali as coisas começaram a esquentar, e a morena não era mais a Louise. — A partir de agora você se chamará Lola.— disse PK enquanto a olhava mordendo os lábios novamente.

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