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Nos braços do Magnata

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Sinopse

Allan Smith, um magnata poderoso dono de uma rede de hotéis mundialmente conhecida, quase perdeu tudo devido ao vício em apostas. Agora, após superar essa fase, ele está determinado a reconstruir seu império. Maria Luiza, uma jovem dedicada estudante de direito, é a nova estagiária na área jurídica de uma das maiores redes de hotéis de luxo do Brasil. Focada apenas no trabalho e nos estudos, Malu não tem tempo para diversão ou romance.

Quando Allan sofre um pequeno acidente de carro e é desafiado por uma brasileira atrevida que foge da responsabilidade, ele m*l imagina que, no dia seguinte, ela será sua funcionária. Atraído pela bela e determinada Malu, Allan não consegue resistir quando um amigo o provoca com uma aposta: "Duvido que você a conquiste."

A partir daí, começa um perigoso jogo de sedução, onde Allan se vê desafiado não apenas a ganhar a aposta, mas a lidar com sentimentos que ele não esperava. Será que o magnata conseguirá conquistar o coração de Malu? E ela, tão fechada para o amor, cederá aos encantos do poderoso empresário? Uma história cheia de sedução, desafios e, quem sabe, um amor inesperado.

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Uma viagem
Allan Smith Sempre que pode Allan se perde nos braços de uma gata, e principalmente agora que ele estava de saída para uma viagem de negócios, não poderia viajar antes relaxar e curtir a noite com seu amigo. O único que restou depois de toda m***a que aconteceu na sua vida. A morena rebola na frente do homem, segurando em uma trave de pole dance e girando seu corpo com precisão profissional e sensual. O som é tão alto que, mesmo na cabine vip, invade o espaço com força o suficiente para tremer os ossos. As luzes coloridas girando e refletindo no corpo esbelto da mulher, deixava-a ainda mais maravilhosa. — Gostosa pra c*****o — comenta com o amigo enquanto solta uma lufada de fumaça do charuto caríssimo pelo nariz e pela boca. — Você não disse que ia para o Brasil esta noite? — Bryan vira o pulso, observando o relógio — Já passa das onze, meu amigo, vai perder seu voo. — O voo pode ir se ferrar porque vou levar essa mulher pra cama, isso sim. — Las vegas é conhecida pela vida noturna e ele amava cada cantinho daquele lugar. — E como vai fazer? Você tem compromissos lá, não é? Foi você que disse! Ele sentia que seu amigo às vezes podia ser um pé no saco. — Eu pago um jato, dinheiro não é problema. Você sabe. — Viro o copo do whisky Dalmore, meu preferido, na boca. — É, eu sei, você faz questão de esfregar isso na cara de todo mundo. — Os olhos azuis de seu amigo o fuzilavam. — Quando torrei quase toda a herança que recebi de meu pai, todos fizeram questão de esfregar na minha cara que eu era irresponsável, que perdi o dinheiro que meu pai levou uma vida para acumular, com jogos de azar — Ele enche o copo com mais da bebida âmbar — Então, meu amigo, esfrego na cara de todo mundo, sim, que hoje sou ainda mais rico que meu pai um dia foi. — Aquela época foi uma m***a — comenta ele enquanto enche o copo com a bebida forte — Você não saía daquele buraco, e ainda brigava conosco quando tentávamos te avisar que ia acabar desperdiçando todo o dinheiro da sua família. — Eu era jovem. — Bryan gargalha ao fim de seu argumento. — Jovem? Cara, você tinha 31 anos. Minha mãe diz que se não virar homem até os 30, nunca mais se tornará um. — Ele vira o líquido de uma vez. A morena sai andando, rebolando e ele se vira em sua direção, totalmente hipnotizado, seguindo-a com o olhar como um cão no cio. Uma linda loirinha cacheada toma seu lugar na trave, a mulher agacha na frente dele com as pernas abertas, esfregando-se na trave e ela já tinha toda a atenção de Allan. — Bom, hoje sou um homem. Precisei quebrar a cara, largar os jogos, reerguer os negócios do meu pai quase que do zero, mas dez anos depois, posso dizer que sou um homem responsável e bem sucedido. — E esse homem responsável tem que pegar o voo em... — Ele volta a olhar as horas — 20 minutos. Smith suspira, pois seu amigo tem razão. A mala já estava no carro. Ele só quis se encontrar com Bryan antes de viajar para o Brasil, pois ficará por lá alguns meses e não poderão se encontrar tão cedo. Allan sabe que sentirá saudades de Las Vegas, da sua casa, do seu país e do seu amigo, mas o dever o chama. Ele se ergue soltando mais uma baforada do charuto Arturo Fuente, vira o último gole de bebida, e abraça Bryan. — Até daqui três meses — fala batendo em suas costas com força. — A gente se fala pelas redes sociais. — Ele retribui o abraço forte. — Suas irmãs não vão se despedir de você? — Aquelas três pragas? — fala e se aproxima da loira que larga a trave e vai na sua direção. O homem a segura pela cintura e a puxa para perto, prendendo seu corpo ao seu — Aquilo lá não são irmãs, são pragas e já fiz questão de afastá-las da minha vida. Sussurra no ouvido da loirinha gostosa a promessa de que, quando retornar, irá fazer uma festinha particular com ela e a morena. Sorrindo, a gostosa sai rebolando com a calcinha fio dental minúscula bem cravada. — São suas irmãs — comenta o amigo, enquanto caminham juntos para a saída da boate. — Elas não se lembraram desse detalhe quando precisei de ajuda. Pelo contrário, só me colocaram mais para baixo e agora que sou um magnata, ficam querendo cheirar meu saco. O amigo resmunga algo. — Então acho que não vai gostar da surpresa... A porta se abre e o ar gelado do lado de fora invade o ambiente. A noite em Vegas estava especialmente gelada naquela noite. — O quê? Não vai me dizer que... Bryan coça a nuca e retorce a face. Allan não gosta nem um pouco do que está compreendendo. — Me desculpa, Allan , elas me pediram. Pareceram tão sinceras que... — p***a, Bryan, você não fez isso! Infelizmente ele havia feito e ele teria que aguentar o que estava por vir. — Já que fez a m***a, virá comigo e distrairá as cobras — exije impaciente, já que foi o amigo que resolveu ajudar aquelas três. Ele suspira, mas balança a cabeça em confirmação. — Tudo bem, vamos nessa. Os dois entram no carro e Allan dá a partida, seguindo para o Aeroporto Internacional McCarran, onde pegará um voo para o Rio de janeiro no Brasil. Ao chegar no local, estaciona o veículo e se prepara para a tal surpresa que, para ele, tem nada de agradável. — A Liv não é má pessoa — argumenta Bryan e seu amigo o encara sério. — É sério isso? Olha, se você gosta dela, eu te dou os pêsames, mas não farei nada para impedir. — Retira a mala do porta malas e dá a chave para seu amigo. Já que ele veio o acompanhar, não precisará que um funcionário venha buscá-lo no dia seguinte. — Cara, você está falando da sua irmã. Pequenos flocos de neve começam a cair, cortando a noite gelada. Parecia até um presságio. — Fala como se não as conhecesse. Vamos, não era você que estava me apressando?

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