A cerimônia foi marcada para dois dias depois — discreta, silenciosa, longe de câmeras, em um cartório reservado de Manhattan. Elliot contratou uma equipe pequena: apenas o oficial, dois advogados, uma maquiadora e uma florista que trouxe um buquê simples de lírios brancos para Camila. Ela usava um vestido midi de cetim marfim, com os cabelos soltos e ondulados. Sem véu. Sem pompa. Apenas o necessário. Mas linda — absurdamente linda. Elliot vestia um terno cinza grafite, sem gravata, com a camisa entreaberta. O tipo de noivo que não precisava de adorno para exalar poder. Ivy, nos braços de Camila, vestia um vestidinho branco de babados e segurava uma flor. — Pronta? — Elliot perguntou, enquanto as portas do cartório se abriam. Camila sorriu. — Nunca pensei que meu casamento fosse co

