Giulia narrando
Nos dias que se seguiram, nos evitamos. O corredor do prédio, os olhares que trocávamos à distância, o elevador em que ambos entrávamos e saíamos sem falar uma palavra. Eu sabia que ele também sentia. Eu podia ver nos olhos dele quando nos cruzávamos, uma mistura de desejo, culpa e ciúmes que me consumia tanto quanto me consumia a mim.
Os dias se transformaram em semanas. Eu tentei seguir minha rotina, mergulhei no trabalho, nos livros, nas longas caminhadas pelo bairro, tentando preencher o vazio que a ausência de Renato deixava. Mas todas as rotinas falhavam. Cada risada que lembrava a dele, cada cheiro no corredor, cada passo que eu ouvia no nosso andar me fazia tremer por dentro.
E então, numa tarde, o inevitável aconteceu. Ele estava de volta ao corredor do prédio quando eu saí do elevador. Eu pretendia apenas ir à minha caixa de correio, mas ele estava ali, parado, firme, me observando. Por um instante, nossos olhares se cruzaram, e foi como se todo o tempo que passamos evitando um ao outro não tivesse existido. A tensão explodiu em mim. Meu corpo reagiu antes da razão. Cada célula, cada fibra de mim, implorava pela presença dele, pelo toque dele, pelo calor dele.
-Giulia – disse ele, a voz baixa, rouca, carregada de algo que me fez tremer.
-Renato – sussurrei, sentindo meu próprio coração disparar, quase sem fôlego.
Ele me chamou para um lugar privado – meu apartamento estava vazio, e eu tremia só de pensar que ele entraria aqui. A porta se fechou atrás dele, e imediatamente senti o calor do corpo dele. A proximidade dele me deixava sem ar. O cheiro dele invadiu meus sentidos, e meu coração disparou. Eu sabia que não conseguiria me controlar, que qualquer toque seria suficiente para me derreter completamente.
Ele não disse nada. Apenas avançou, e senti seu peito quente encostar no meu. Meu corpo inteiro reagiu, arqueando contra ele, procurando o contato que meu cérebro ainda tentava me dizer para evitar. Minhas mãos subiram para o p3ito dele, sentindo cada músculo, cada contorno, e meu desejo cresceu de forma incontrolável.
Então ele puxou minha blusa para cima. Meus braços foram levantados involuntariamente enquanto o tecido desaparecia, revelando minha pele exposta ao toque dele. O sutiã seguiu rapidamente, arrancado de mim sem gentileza, apenas necessidade. Senti suas mãos apertarem meus s***s com firmeza, e ele levou minha mama à boca, chupando, mordendo levemente, sug4ndo cada centímetro como se me devorasse.
Um gemido escapou de mim, alto demais, mas eu não me importei. Meu corpo estava em chamas. Cada toque dele fazia minha pele arrepiar, cada sucção dos meus m*****s me deixava quase sem fôlego. Minhas mãos se enroscaram em seus braços, sentindo cada movimento dele, cada músculo se contraindo sob meus dedos.
E então, senti o m****o dele rígido pressionar minha i********e. Um choque percorreu meu corpo. Eu tremia, ofegante, quase gritando, e cada toque, cada pressão, me enlouquecia ainda mais.
Então ele se abaixou, a boca chegando à minha i********e. Um gemido involuntário escapou de mim ao sentir a língua dele explorando cada centímetro, chupando, lambendo, sugando. Minhas mãos se enroscaram nos ombros dele, pressionando, arqueando o corpo contra ele, enquanto sentia meu sexo reagir intensamente. Cada toque da língua dele, cada sucção, cada pressão me fazia vibrar, meu corpo inteiro tremendo.
-Ai… Renato… – gemi, sentindo meu corpo todo se contorcer sob ele. – Mais… por favor…
Ele respondeu apenas com gemidos, explorando, mergulhando ainda mais no prazer que me provocava. Suas mãos subiram pelos meus quadris, prendendo-me contra ele, e eu podia sentir cada músculo tenso do corpo dele reagindo às minhas movimentações. Eu tremia, arqueava, gemeu alto, cada centímetro meu vibrando com o desejo.
Com uma pausa curta, ele me olhou nos olhos, e eu pude ver o desejo queimando neles, o arrependimento também, mas nada conseguia deter aquela intensidade. Eu sabia que ele me queria tanto quanto eu o queria.
-Giulia… – murmurou ele, engolindo em seco. – Você é tão… perfeita…
-Renato… – sussurrei, a voz falha, trêmula. – Eu… eu quero você… eu te quero agora…
Ele sorriu, quase silenciosamente, e voltou a me devorar com a boca. Cada sucção nos meus s***s me fazia perder a respiração, cada lambida na minha i********e me fazia gemer alto. Meus dedos se embrenharam em seu cabelo, puxando, sentindo cada reação dele, cada tremor, cada gemido que ele não conseguia conter.
Então eu me abaixei, meus lábios encontrando o m****o dele. Um arrepio percorreu meu corpo ao senti-lo rígido em minhas mãos, e rapidamente envolvi a cabeça dele com a boca, sentindo cada pulso, cada reação. Ele gemeu, baixo, mas intenso, e eu percebi cada estremecimento do corpo dele, cada reação involuntária, cada arrepio que meu toque provocava.
-Ah… Giulia… – murmurou ele, engolindo em seco, as mãos segurando meus quadris. – Isso… você… me deixa louco…
Eu sorri contra ele, pressionando mais firme, usando a língua, sugando, explorando cada centímetro, sentindo seu corpo tremer contra o meu. Cada gemido dele me deixava ainda mais excitada, meu corpo inteiro vibrando de prazer e desejo. Ao mesmo tempo, ele continuava a me tocar, explorar, chupar meus s***s, lambê-los, mordê-los levemente. A tensão era insuportável, deliciosa, ardente.
A cada minuto que passava, cada toque e cada gemido nos levava mais fundo no prazer, mais próximos da insanidade. Minhas mãos percorriam seu corpo, subindo pelas costas, sentindo os músculos contraírem, descendo pelo peito, abraçando, apertando, explorando. Eu gemia, arfava, tremia, cada sensação me consumindo por completo
.
Ele se deitou ao meu lado, ainda colado, corpos entrelaçados, mãos explorando, bocas se encontrando, línguas se entrelaçando, beijos profundos, gemidos, respiração pesada. Nós nos entregávamos ao prazer, ao desejo, à tensão que nos consumia, explorando-nos com cada gesto, cada toque, cada roçar de pele contra pele.