Domenico Ricci
A primeira coisa que senti ao despertar foi o calor do corpo de Iris contra o meu. O perfume dela envolvia meus sentidos, e o toque suave de seus dedos deslizava pelo meu cabelo e ombro, me trazendo uma sensação de conforto viciante.
Soltei um suspiro profundo, aproveitando aquele momento. Eu não fazia ideia de que horas havia dormido, apenas lembrava que deitamos para assistir a um filme e, em algum momento, o cansaço me venceu. Meus músculos ainda estavam doloridos, mas, pela primeira vez em dias, minha cabeça parecia mais leve.
Com um movimento preguiçoso, me aconcheguei mais contra ela, deslizando meu braço ao redor de sua cintura e puxando-a para mais perto.
Iris riu baixinho.
— Você está me esmagando… — sussurrou, sua voz rouca de sono.
Levantei um pouco a cabeça, encontrando seu olhar sonolento e divertido.
— Nem lembro que horas dormi ontem —Ela deslizou os dedos até minha nuca e deixou um beijo suave na minha testa.
— Você apagou assim que encostou em mim — disse, rindo baixinho.
Suspirei, fechando os olhos e deixando meu rosto se perder no calor do corpo dela. O perfume, a maciez da sua pele, a respiração tranquila… tudo nela era viciante.
Foi então que, ao me mover, percebi onde minha mão estava.
Dentro da blusa dela.
Um sorriso preguiçoso e satisfeito surgiu nos meus lábios. Meus dedos roçavam sua pele quente, a curva da sua cintura se encaixava perfeitamente no meu toque.
Deslizei a mão lentamente pela lateral do seu corpo, apreciando a suavidade da pele sob meus dedos. O corpo dela estremeceu levemente.
Apertei sua cintura, deixando um carinho provocativo com o polegar, e ouvi um pequeno suspiro escapar dos lábios dela.
Um arrepio passou por mim, e uma ideia maliciosa cruzou minha mente.
Sem pressa, comecei a descer minha mão.
— Domenico! — A voz dela soou em um sussurro de alerta, e logo senti seus dedos segurando meu pulso.
Levantei a cabeça, olhando para ela com a maior expressão de inocência possível.
— O quê? Não estou fazendo nada…
Iris estreitou os olhos, desconfiada, mas não disse nada.
Sorrindo de canto, escapei do aperto dela com facilidade e continuei meu caminho, explorando sua pele com a ponta dos dedos, traçando linhas suaves e tentadoras.
— Dom… — Ela tentou soar séria, mas sua respiração vacilou levemente.
— Hm? — murmurei continuando meu caminho.
— Temos que levantar. — falou com os olhos fechados.
— Acho que podemos ficar na cama mais um tempo. — Falei. Ela mordeu o lábio inferior, me lançando um olhar que misturava repreensão e rendição.
— Você é impossível… — sussurrou.
Sorri contra sua pele, inclinando-me para beijar o canto da sua boca.
— E você adora…
Antes que ela pudesse responder, capturei seus lábios nos meus, aprofundando o beijo com desejo. Ela suspirou contra minha boca, e isso foi tudo o que precisei para me aproveitar ainda mais da situação.
Minha mão explorava sua pele quente, subindo e descendo de maneira tentadora, arrancando pequenos suspiros dela a cada toque mais ousado.
Quando deslizei os lábios até seu pescoço, Iris jogou a cabeça para trás, me dando ainda mais espaço para provocá-la.
E eu aproveitei cada segundo.
Beijei, mordi de leve e deslizei a língua pela pele sensível, sentindo-a se remexer sob mim.
— Domenico… — ela tentou protestar, mas sua voz saiu falha.
— Shh… — murmurei contra seu pescoço.
Meu joelho deslizou entre suas pernas, pressionando de leve, e um arrepio passou por seu corpo.
Iris agarrou meu cabelo, puxando de leve.
— Você disse que estava cansado… — lembrou, a voz vacilante.
— E estou — respondi, arrastando os lábios até sua orelha. — Mas isso… isso me revigora.
O calor do corpo dela me puxava para mais perto, como se o simples ato de respirar ao seu lado não fosse suficiente. Meu mundo começava e terminava nela.
Deslizei os dedos por sua cintura, sentindo os músculos se contraírem sob o meu toque. Ela se mexeu lentamente, o olhar preguiçoso, mas carregado de algo que fez meu sangue ferver.
Passei a mão pela curva da sua coxa esquerda, puxando-a ainda mais para mim, deixando ela aberta para o que eu queria fazer.
Minhas mãos deslizaram até o centro de suas pernas e Iris estremeceu tentando fechar sua perna. Puxei novamente segurando a mesma entre minhas próprias pernas, impedindo ela de sair.
Novamente desci minha mão encontrando sua calcinha de renda. Não me dei ao trabalho de tirar, apenas afastei para o lado e passei a mão por toda a região sentindo ela já completamente molhada.
— Já está assim? — perguntei rindo enquanto massageava seu clítoris em círculos.
— Dom… — disse com a voz falhando — Isso é tortura.
— O que é tortura? — questionei me fingindo de desentendido mais uma vez. Enquanto isso, descia lentamente para sua entrada apertada, concentrando meus movimentos ali.
— I-isso — gaguejou e eu ri. Com calma penetrei dois dedos dentro dela fazendo Iris gemer. — Sí, Dom, así. Continúe.
— Quer que eu continue? — essa assentiu balançando a cabeça de forma rápida. — Então darei o que você quer.
Tirei meus dedos de dentro dela apenas para ajudá-la a tirar a camiseta que vestia. Tirei também sua calcinha deixando-a completamente nua para mim. Deitei ela novamente sobre os travesseiros e me encostei do lado dela prendendo sua perna esquerda.
Minha mão foi direto para sua i********e já descoberta massageando com mais força e vontade o lugar. Iris gemeu e passei minha outra mão por traz de sua cabeça segurando seu seio. Apertei levemente o local e sorri ao ver ela fechar os olhos já perdida nos meus toques.
Aumentei o ritmo da minha mão causando uma fricção ainda maior e mais gemidos em Iris. Ela me olhou por alguns segundos e seus olhos desceram até o cós da minha calça, que já marcava meu p*u duro por ela.
Iris desceu sua mão entrando por dentro da calça e da minha cueca alcançando meu m****o. Parei o que estava fazendo e tirei sua mão de dentro da minha calça.
— Não autorizei que me tocasse — falei e ela abriu os olhos me olhando de forma desafiadora.
— E quem disse que preciso de sua autorização? — retrucou e eu sorri.
— Acho que está na hora de você aprender uma lição — falei e Iris riu. — Não saia daqui. — Falei me levantando e ela me olhou desconfiada.
Levantei da cama apertando meu m****o que estava duro de excitação, porém, não seria agora que iria me aliviar. Fui até o closet do meu quarto e abri uma das últimas gavetas do armário encontrando meus acessórios. Sorri pensando no que usaria em Iris.
Acabei por optar uma algema, um vibrador e uma venda. Não precisaria de muito para mostrar a Iris que eu mandaria naquele momento.
Voltei para o quarto e me surpreendi ao ver Iris se tocando. Ela olhou para mim e soltou um gemido chamando meu nome. Figlia di puttana.
Me aproximei da cama observando a cena que acontecia em minha frente. Ela apertava um de seus s***s enquanto penetrava dois dedos seu dentro dela.
Aproximei dela, ainda em pé e levei uma das minhas mãos até seu clítoris com movimentos combinados com o dela. Iris gemeu alto com o contato, mas com um movimento rápido tirei sua própria mão de dentro dela. Iris me olhou brava e eu sorri.
— Já disse que enquanto eu existir você não precisa se tocar. — falei e comecei a prender as algemas nas suas mãos.
— Você estava demorando demais — eu ri. Antes de juntar suas mãos, virei ela de bruços e prendi suas mãos nas costas. Dessa forma ela não se tocaria. — O que vai fazer?
— Shh, não questione. — Falei e coloquei a venda nela. — Você está me desafiando demais e não estou gostando disso.
Iris resmungou algo que não compreendi e liguei o vibrador passando por suas costas. Iris se mexeu pelo contato mas deixei um tapa em sua b***a, para que ela entendesse que tinha que ficar parada.
Desci o vibrador e afastei um pouco suas pernas me dando acesso a sua b*******a molhada.
Posicionei o vibrador bem em cima de seu clítoris e Iris gemeu alto. Aumentei um pouco a velocidade e logo vi sua pele brilhando de suor.
— Está perto? — perguntei e ela assentiu com a cabeça ainda gemendo. — Vou contar até 3, no 3 quero que goze. Entendeu?
— Sim senhor — falou e eu sorri. Ótimo, ela estava aprendendo.
— 1… — comecei — 2… — sorri e afastei o vibrador dela fazendo Iris gemer irritada.
— Que caralhos você fez Domenico? — perguntou brava.
— Você precisa entender quem manda, princepessa. — falei e posicionei novamente o vibrador nela. — Vamos, agora deixarei. — sorri de lado — 1… 2… — afastei novamente rindo.
— Eu vou te matar Domenico — gritou. Sorri, eu iria parar com a tortura. Meu m****o parecia que iria explodir a qualquer momento e eu precisava fode-la.
Mais uma vez coloquei o vibrador em seu clítoris e dessa vez aumentei a velocidade. Mexi um pouco o objeto ali causando uma fricção e Iris gozou. Ela tremia apertando uma mão na outra enquanto gemia ofegante. Permaneci com o vibrador ali até que ela gozasse por completo.
— Fica de quatro. — falei para ela e mesmo com a fraqueza pós orgasmo ela ficou. Abaixei minha calça junto com a cueca e penetrei Iris sentindo sua entrada apertada, quente e molhada.
Soltei um gemido apreciando a sensação. Estar dentro dela era como estar no paraíso. Com uma mão segurei nas suas que ainda estavam algemadas e com a outra apertei a lateral da sua coxa. Me ajeitei na cama saindo devagar de dentro dela e depois penetrei novamente, mas com mais força. Iris gemeu e eu suspirei cada vez mais e******o.
— Con fuerza, Dom — ela sussurrou e aumentei a intensidade das estocadas.
Soltei a algema liberando suas mãos e entreguei o vibrador para ela. Iris me olhou mordendo o lábio e sorri soltando um gemido baixo.
Ela conseguia me desestabilizar até mordendo o lábio…
Iris ligou o vibrador e posicionou em si mesma. Ela contraiu na hora me fazendo quase engasgar ao sentir duas paredes me apertando. A sensação de sua i********e apertada e do vibrador nela foi o suficiente para eu perder meu controle.
Virei ela deixando-a de barriga para cima e segurei em seus s***s aumentando o ritmo das investidas. Com a mão livre, Iris puxou meu rosto até o seu e selei nossas bocas com um beijo. Senti ela aumentar o ritmo do vibrador fazendo-a contrair mais uma vez.
— Vem, goza comigo — sussurrei com a boca grudada na sua. Iris concordou e com uma estocada mais forte, gozarmos juntos.
Nós dois gemíamos com a sensação avassaladora daquele orgasmo. Ela ainda contraia ao redor de mim me fazendo liberar cada vez mais líquido dentro dela.
Deitei minha cabeça em seu ombro ofegante e ela desligou o vibrador colocando de lado. Iris abraçou minhas costas enquanto regulávamos nossas respirações. Poucos minutos depois, retirei meu m****o de dentro dela e observei nossos líquidos se misturarem.
— É um bom jeito de começar o dia. — ela falou rindo.
— Realmente, o melhor de todos. — Disse e deixei um beijo na sua boca.
Peguei Iris no colo e ela riu. Segui até o banheiro e tomamos um banho demorado com direito a mais um round dentro do box onde eu obedeci igual um cachorrinho às ordens dela.
Essa mulher iria me deixar louco