Domenico Ricci
Iris ainda estava em meus braços, e eu não queria soltá-la. Meu peito ainda subia e descia em um ritmo descompassado, tentando acompanhar a intensidade do momento que acabávamos de compartilhar. Seu corpo quente pressionado contra o meu, sua respiração misturada à minha… Tudo nela me fazia querer mais.
Nossos lábios ainda se moviam juntos, e cada beijo parecia mais profundo, mais urgente. Meu coração martelava no peito, enquanto minhas mãos percorriam seu corpo como se eu precisasse memorizar cada curva, cada detalhe. Desci uma delas pela lateral de sua cintura, puxando-a mais contra mim, e com a outra, deslizei meus dedos por sua nuca, sentindo seus pequenos arrepios sob meu toque.
Ela suspirou contra meus lábios, sua voz saindo em um pequeno gemido abafado que fez um calor percorrer todo o meu corpo. Meu autocontrole estava pendurado por um fio. Eu queria prolongar esse momento, sentir cada reação dela, mas o desejo que nos envolvia era quase sufocante.
Guiando-a sem interromper nosso beijo, comecei a conduzi-la pelo apartamento. Esbarramos na mesa, derrubamos uma almofada do sofá, mas nada disso importava. Eu só conseguia focar no sabor dos seus lábios, na forma como ela se encaixava perfeitamente em meus braços.
Iris segurava minha camisa com força, como se não quisesse que eu me afastasse nem por um segundo. Como se eu fosse sua âncora.
Quando chegamos ao quarto, minhas mãos deslizaram de sua cintura até suas coxas, e sem pensar duas vezes, a ergui em meus braços. Ela riu contra minha boca, passando os braços ao redor do meu pescoço e deixando um beijo no meu maxilar antes de sussurrar.
— Você me deixa sem ar… — Minhas mãos apertaram suas coxas com mais firmeza.
— Então respira, piccola, porque eu não pretendo parar agora. — Abaixei-me levemente e a deitei sobre a cama, pairando sobre ela. Seus olhos estavam brilhando, e um rubor tomava conta de seu rosto. Linda. Perfeita. Minha.
Me inclinei para beijá-la novamente, explorando sua boca com ainda mais desejo, sentindo-a se entregar a mim como se esse fosse o único lugar onde ela queria estar. Minhas mãos voltaram a deslizar por seu corpo, gravando cada mínimo detalhe na memória.
Nada no mundo poderia ser melhor do que isso. Me afastei um pouco apenas para olhar em seus olhos. Iris respirava ofegante mas sorriu para mim.
— Você está muito coberto — disse baixo me olhando com um sorriso inocente.
— Amore, não faça isso. Eu não vou conseguir me segurar. — ela se inclinou para chegar mais próximo colando nossos lábios.
— Quem disse que eu quero que você se segure? — sussurrou e ali perdi todo o autocontrole que ainda restava em mim.
Tirei minha camisa e Iris sorriu satisfeita. Avancei nela novamente abaixando as alças do seu vestido até sua barriga. A cena à minha frente era maravilhosa: seus s***s completamente amostra para mim. Guiei minhas mão até eles deixando um leve aperto que fez Iris gemer baixo.
Continuei descendo minhas mãos tirando totalmente seu vestido até que ela estivesse apenas com sua calcinha de renda preta.
— Iris, Iris… — disse tirando meu cinto. — Você é uma safada sabia?
— Mas eu não fiz nada — guiou as mãos até seus s***s apertando os mesmos. Me aproximei dela tirando suas mãos dali e colocando para cima.
— Enquanto eu estiver vivo, você não precisa tocar em nenhuma parte do seu corpo. — Peguei o cinto do chão e fiz um nó segurando as mãos dela.
— Vai me amarrar? — Disse ofegante.
— Se não se sentir confortável, é só me falar. — Olhei em seus olhos e ela sorriu.
— Vamos Domenico, enséñame lo que puedes hacer. — falou esfregando uma perna na outra, talvez em busca de alívio.
— Ah Iris… Não sabe o quanto esperei para tê-la na minha cama, sem roupa, apenas a mercê das minhas vontades. — Falei passando um dedo por entre seus s***s descendo por sua barriga até chegar na sua calcinha.
— Então você gosta de mandar — Disse mexendo suas mãos tentando se soltar do cinto. Eu sorri de lado.
— Não gosto querida, eu mando — ela fez uma careta.
— Não parece ser muito bom nisso — respondeu se soltando do nó do cinto. Olhei para ela sem acreditar.
— Como você… — me interrompeu colando sua boca na minha.
— Shh, querido. — Ela sorriu de lado — Vai precisar de muito mais para conseguir me dominar.
Ainda sem acreditar no que estava vendo, Iris se afastou de mim levantando da cama e se ajoelhou na minha frente. Com cuidado e com um sorriso debochado no rosto ela abriu calmamente o botão da minha calça e abaixou o zíper.
— Quando eu disse que você estava muito vestido, era para você retirar a roupa inteira. Não apenas a camisa. — Disse como se estivesse me dando uma bronca.
— Devo dizer sim senhora? — perguntei debochado olhando para ela. Nesse momento Iris já abaixava minha calça e minha cueca junto.
— Não seria uma má ideia — Respondeu e seu sorriso de satisfação ao ver meu p*u duro na sua frente foi imediato.
Iris pegou meu m****o em sua mão e deixou uma lambida bem na glande. Eu suspirei alto ao sentir sua língua quente.
Eu tinha planos de uma noite mais romântica mas aparentemente minha namorada era fogosa demais para algo mais simples.
Ela não perdeu tempo. Iris colocou meu p*u inteiro na boca já começando com uma garganta profunda. Eu fui no céu e voltei. Que boca maravilhosa que ela tinha. Quente, apertada e perfeita.
Iris continuou chupando enquanto me olhava com aquela cara de inocente mas de quem sabia exatamente o que estava fazendo.
— Cazzo Iris, assim eu vou gozar — falei assim que ela desceu sua mão esquerda para minhas bolas massageando ali. Levei minhas mãos até seu cabelo segurando o mesmo porém Iris se afastou.
— Não permiti que você me tocasse. — Disse e eu olhei para ela incrédulo. — Eu vou continuar porém se me tocar novamente haverá consequências. Entendeu? — Assenti engolindo em seco. Eu estava sendo dominado. — Não ouvi nada.
— Sim — disse sem ar quando ela apertou meu p*u em sua mão.
— Sim o que? — Falou já começando a se afastar.
— Sim senhora, Iris. — quase supliquei. — Por favor, só continua.
— Bom menino — Ela sorriu e voltou a me chupar.
Eu fechava minhas mãos em punho reunindo todas as minhas forças para não agarra-la e acabar com aquela tortura logo.
Iris descia e subia sua mão enquanto fazia o mesmo com a boca trazendo sensações indescritíveis. Novamente ela desceu sua mão até minhas bolas massageando ali. Minha respiração acelerou e eu sentia que estava cada vez mais perto.
Tudo piorou quando Iris desceu a boca para meus testículos enquanto sua mão direita continuava o vai e vem no meu m****o e sua mão esquerda desceu para se tocar. Ela soltou um gemido que foi abafado por sua boca ocupada e não consegui mais segurar.
Percebendo que eu ia gozar ela voltou a me chupar de maneira ainda mais intensa e eu gozei na sua boca. Iris engoliu tudo sem parar de me chupar enquanto eu quase me tremia de êxtase.
Assim que engoliu a última gota Iris se afastou sorrindo inocente. Eu tentava regular minha respiração e me manter em pé mas eu sentia que poderia desmoronar, ainda mais porque ela continuou se tocando.
Sem perder tempo, fui até ela e a peguei jogando na cama. Iris riu e eu tirei sua mão do centro das suas pernas rasgando sua calcinha logo em seguida.
— Acho que já brincou demais comigo, não é? — falei e ela deu de ombros. — Pois bem, agora é minha vez.
Me ajeitei na cama e puxei Iris para perto do meu rosto abrindo suas pernas para mim. Eu com certeza estava de frente para o paraíso. Toda vermelha e encharcada para mim.
Me aproximei mais deixando uma lambida em seu clítoris e Iris gemeu baixo. Pude ver ela jogar a cabeça para trás e levar as mãos até seus s***s apertando os mesmos.
— Gostosa — falei e deixei outra lambida ali. Dessa vez, nela inteira.
— Vai ficar nessa? — perguntou já irritada.
— Posso ficar assim até você implorar. — falei e dessa vez passei o indicador por toda sua extensão. — O que acha?
— Vai logo Domenico — Eu ri — Por favor amor, chúpame. Te lo ruego — Suspirei. Não entendi quase nada do que ela disse, mas o jeito necessitado dela foi o suficiente para fazer o que ela queria.
Circulei seu clítoris com minha língua de vagar mas logo aumentei a velocidade. Iris tentou se mexer mas logo segurei suas pernas mais forte, impedindo ela de se mexer enquanto eu estava mergulhando na sua b****a.
Chupei Iris com força sugando seu clítoris e os gemidos dela iam ficando cada mais mais alto. Soltei uma de suas pernas e desci minha mão até sua entrada apertada. Massageei ali e logo penetrei dois dedos nela. Iris gemeu alto e se inclinou para me olhar. Eu sorri ainda com a boca dela e meus dedos trabalhando em seu interior.
— Más fuerte — disse fechando os olhos e jogando a cabeça para trás.
Aumentei a velocidade fazendo Iris gemer cada vez mais e logo seu corpo começou a dar espasmos. Mudei a posição dos meus dedos dentro dela e sorri ao ouvir o grito de Iris e soube que encontrei seu p*****g.
— Vamos Domenico, sigue adelante. Más fuerte, estoy casi — ela disse ofegante entre gemidos.
Aumentei mais a velocidade dos meus dedos e da minha boca, sugando cada vez mais seu clítoris. Iris jogou a cabeça para trás e no mesmo instante senti seu líquido escorrer por meus dedos. Continue prologando mais seu orgasmo até que ela despejasse tudo na minha boca.
Seu peito subia e descia quando me afastei dela. Ela estava vermelha, ofegante e sua pele brilhava com a luz do abajur. Ok, a noite estava apenas começando.