Domenico Ricci
Iris ainda respirava ofegante em baixo de mim. Levantei sob o olhar dela e caminhei até a gaveta da mesa de cabeceira. Peguei um preservativo e joguei na cama junto com um óleo corporal que causaria reações maravilhosas nela. Olhei para Iris que me encarava e sorri.
— Ainda acha que manda em mim? — Ela riu.
— Eu não acho Domenico. — se virou na cama de barriga para baixo. — Eu mando. Se você acha que vai me dominar, está enganado. — eu ri, me aproximando dela. Subi na cama e deixei uma trilha de beijos que começou na sua nuca e desceu por suas costas até chegar na sua b***a gostosa. Deixei uma mordida em cada lado e Iris soltou um gritinho.
— Acho que minha garota está errada. — Peguei o óleo e joguei por suas costas. Ele esquentaria em segundos e fiz questão de espalhar bem na sua bocetinha.
Iris gemia baixinho e assim que terminei fiz ela ficar de joelhos na cama, sentada em seus tornozelos.
— Como você se solta do cinto, vou ter que segurar suas mãozinhas para trás. — falei e ela sorriu mas percebi que o óleo já estava fazendo efeito.
— Tenho minhas técnicas. — disse ofegante.
Me posicionei atrás dela e guiei meu p*u até sua entrada apertada. Iris gemeu quando entrei dentro dela. Suas paredes me apertaram e eu fiz um esforço monumental para não gozar ali mesmo. Entrei por inteiro fazendo Iris soltar um gemido engasgado.
Sai devagar e dessa vez entrei com um pouco mais de força. Ao mesmo tempo, segurava suas mãos para trás impedindo que ela tivesse acesso a si mesma.
— Vamos Domenico — disse sussurrando — Fóllame duro.
— Quer que eu te f**a com força? — perguntei e ela assentiu rápido com a cabeça.
— Não ouvi nada — falei a mesma frase que ela me disse.
— Por favor — choramingou quando eu estoquei devagar novamente.
— Por favor o que? — provoquei.
— Por favor, senhor — sorri — Com força.
Comecei a estocar dentro dela do jeito que ela tinha me pedido. Com força. Minha mão livre guiei até seus s***s apertando o bico dos mesmos fazendo Iris jogar a cabeça para trás.
Eu podia sentir cada parte sua me apertando. O óleo deixava seu corpo quente que refletia diretamente na pressão que ela fazia sobre meu p*u.
— Mais — ela pediu e foi o que dei. Empurrei ela na cama fazendo ela ficar de quatro para mim e acertei um tapa de cada lado daquela b***a enorme dela.
Soltei suas mãos segurando ela pela cintura e estocando cada vez mais dentro dela. Iris segurou os travesseiros e mordeu o mesmo tentando abafar seus gemidos. Sua b****a começou a apertar cada vez mais meu p*u enquanto seus gemidos aumentavam.
Eu estava perto e sabia que ela também, mas decidi prolongar um pouco mais minha tortura.
Virei ela na cama e tirei meu p*u de dentro dela esfregando o mesmo no seu clítoris.
Iris tentou fechar às pernas mas impedi com minha mão direita. Ergui um pouco suas pernas fazendo ela ficar completamente exposta para mim. Mais uma vez penetrei dois dedos dela massageando toda sua b****a.
— Quer gozar? — perguntei já com a voz rouca.
— Por favor Domenico, senhor… não sei. Só continua. — Eu ri, ela estava quase chorando de prazer.
Comecei a mover meus dedos para cima e para baixo mas Iris tentou tirar minha mão. Com a outra mão que segurava suas pernas, segurei as duas dela com força, mantendo ela parada e quase dando um suporte para ela descontar seu prazer.
Continuei movendo meus dedos dentro dela e aumentei a velocidade. O barulho da sua i********e encharcada era música para meus ouvidos. Ela mordeu os lábios soltando um grunhido enquanto eu continuava movimentando minha mão.
Iris não conseguiu se segurar e logo gozou em um squirting. O lençol já estava molhando mas continuei enquanto ela não parasse. Quando ela já estava quase sem voz, tirei meus dedos de dentro dela e levei até minha boca chupando os mesmos. Deliciosa.
Olhei para ela que estava quase sem ar e sorri. Passei minha mão por sua b****a novamente e a mesma ficou molhada. Ergui a mão e passei por seus s***s e barriga o restante do seu g**o.
— Está bem? — perguntei.
— Eu… eu não sinto minhas pernas — sorri.
— Que bom, amore mio. — ela abriu os olhos me olhando. — Era essa minha intenção.
— Me deixar assim? — perguntou e eu assenti.
— Isso mesmo. — me aproximei dela. — Mas sabe de uma coisa? — ela negou com a cabeça. — Eu ainda não gozei dentro de você. E eu vou fazer isso agora.
Deitei na cama e coloquei Iris de lado, de frente para mim. Subi uma perna sua até meu quadril deixando ela aberta para mim. Pincelei meu m****o em sua i********e e logo introduzi nela. Iris gemeu baixo com o rosto no meu pescoço mas ergui seu rosto fazendo ela me olhar. Puxei sua nuca encostando minha boca na sua enquanto eu estocava devagar.
— Deliziosa — sussurrei contra sua boca — Mia, solo mia.
— Dom… — choramingou — por favor, mais
Aumentei a velocidade fazendo nossos sexos se chocarem em um ritmo delicioso. Iris levou uma das suas mãos para o meu cabelo puxando o mesmo enquanto eu me deliciava no seu pescoço. Eu estava quase lá mas não estava pronto para acabar aquilo. Eu queria ela de todas as maneiras. Queria comemorar aquilo que nos tornamos de todos os jeitos possíveis até que não conseguíssemos mais levantar da cama.
Porém, meus pensamentos foram interrompidos com um movimento rápido de Iris, que ficou por cima.
— Ah, mi amor… Deixei você ter o gostinho de me dominar por um pequeno momento. — se mexeu sobre meu p*u e eu grunhi. — Pero ahora soy yo quien manda aquí.
Eu não tive tempo nem de responder quando Iris começou a quicar em cima de mim me fazendo ver nuvens. Ela sentou com força me apertando ao mesmo tempo e a única coisa que consegui fazer foi segurar sua cintura, porém, Iris tirou minhas mãos dali e as levou até seus s***s.
— Quiero que te corras para mi. ¿entiendes? — disse segurando meu rosto para que eu olhasse em seus olhos.
— Eu não entendo quando você fala espanhol amor — disse e ela sorriu de lado.
— Quero que goze para mim Domenico. Entendeu agora? — perguntou apertando minha mandíbula.
— Sim, entendi. — falei e gemi baixo quando ela aumentou ainda mais a velocidade. Porém, na mesma velocidade que ela aumentou, ela diminuiu.
— Sim o que? — apertou meu cabelo.
— Sim senhora — falei e ela sorriu aumentando novamente a velocidade da sentada.
Ela apoiou as mãos no meu peito e jogou a cabeça para trás gemendo enquanto sentava maravilhosamente bem. Iris era um pecado, o fogo em pessoa e não demorou muito para eu gozar. Ela sentava, rebolava e se esfregava em mim de uma maneira indescritível. Iris não cansava e toda vez que eu tentava guiar o momento, ela me fazia ver que eu não tinha chances. Ela iria mandar em mim e eu não tinha o que fazer.
Apertei forte seu seio esquerdo e sua cintura quando ela rebolou devagar e eu senti todo seu interior. Iris subiu e desceu até que eu não aguentei e gozei. Ela deu mais uma rebolada e senti seu líquido se misturando com o meu enquanto ela gemia e nossos corpos tremiam.
Ela se deitou sobre mim colando seu peito no meu enquanto nós dois respirávamos ofegantes. Passei minha mão por suas costas acariciando a mesma me sentindo pleno.
Segurar Iris em meus braços daquela maneira, sentir sua pele quente contra a minha e ouvir sua respiração acelerada enquanto sussurrava meu nome foi a experiência mais arrebatadora da minha vida. Ela era pura, intensa e minha em cada sentido possível. O desejo que eu sentia por ela ia além do físico; era algo que queimava no fundo da minha alma. Tê-la comigo, sem barreiras, sem receios, foi a confirmação de tudo que eu já sabia: eu estava completamente entregue a essa mulher. Meu coração agora pertencia a ela, e eu não queria recuperar.
Nunca imaginei que alguém pudesse me domar. Eu sempre fui o homem no controle, aquele que comandava, que dava as ordens e nunca aceitava que ninguém ditasse minhas regras. Mas então veio ela. Iris, com sua boca atrevida, sua pele quente e seu olhar que me desafiava sem medo. Quando tentou me dizer o que fazer, quando ousou testar meus limites, algo em mim ferveu. Um misto de surpresa, desejo e a certeza de que, se existia alguém no mundo capaz de me dobrar, essa pessoa era ela.
A verdade é que se Iris quisesse o mundo, eu o colocaria aos seus pés. Se quisesse meu coração, minha alma, minha vida inteira, não hesitaria em entregar. Porque já era dela. Desde o momento em que encostei os lábios nos dela, desde o instante em que a senti estremecer sob minhas mãos, eu soube: nunca haveria outra. Iris era a única que me faria perder o controle e, ironicamente, a única por quem eu abriria mão dele sem pensar duas vezes.
Deslizei meus dedos por seus cabelos, admirando sua expressão serena, e deixei um beijo suave em sua testa.
— Mia Luce — murmurei, sentindo uma paz que nunca havia experimentado antes.
Iris era a minha calmaria e, ao mesmo tempo, o meu caos mais bonito. Eu faria qualquer coisa para mantê-la ao meu lado, para vê-la feliz, segura, amada. O mundo poderia desmoronar ao nosso redor, mas enquanto ela estivesse comigo, nada mais importaria. Eu havia encontrado o meu lar, e ele tinha nome, voz, sorriso e o olhar mais doce que já vi: Iris.