Capítulo 5 - Sofia

1347 Palavras
Sofia narrando... A minha cabeça dava voltas e voltas e só parava no Pietro... A gente parou de se envolver há cerca de uns 6 meses, eu o amo, se falar que não, eu estarei mentindo, mas depois que eu vi ele saindo da casa de uma menina quando a gente tinha ficado juntos, eu me senti um lixo, me senti insuficiente, eu não procurei saber o que aconteceu, já que a mesma disse que ele pegou ela de jeito, para mim, ali foi o fim, e eu decidi dar um basta antes que eu acabasse me machucando ainda mais... Mas saber disso que está acontecendo agora, acaba comigo, eu vi todo o sofrimento do Pietro, estive com ele em todos os momentos, tentando fazer ele superar, e agora isso acontecer, eu não tenho dúvidas que todas às lembranças da Mel, do estado que ele encontrou ela, o meu coração sangra, só de pensar nisso tudo, eu fiquei aérea, e a Tia Célia e a Emily perceberam isso, elas até tentaram me distrair mas foi em vão, eu só queria ir atrás do Pietro e abraçar o mesmo e dizer que tudo vai fica bem, que logo o reinado desse lixo do Ganso cai, e não iremos mas passar por esse tipo de coisa... Quando começou a escurecer eu saí de casa, eu tinha mandado mensagem para o Pietro ir até a minha casa hoje, por mais que a gente não esteja junto, eu sinto que ele precisa de mim e eu não vou deixar ele sozinho nessa... Assim que cheguei em casa, eu fui direto para o banho, depois de quase 30min, bateram na porta e eu fui até a mesma abrir achando que era o Pietro, mas eu estava enganada, e engoli seco vendo o Capelão parado na minha porta, o mesmo quando me viu abriu um sorriso. Sofia: Oi, precisa de algo? — pergunto para o mesmo que me olha dos pés a cabeça. Capelão: Vim te convidar para tomar um açaí. — ele fala e eu aceno em negativo com a cabeça. — Ah qual foi, Sofi, quando você vai me dar uma chance? Sofia: Nunca, não começa não, se me der licença, preciso entrar. Capelão: Vai Sofia, eu não aceito não como resposta, bora, vamos tomar um açaí. — ele fala, mas dessa vez sério, e o meu corpo inteiro arrepia de medo. Tanto o Capelão quanto o Ganso são baixos e é um pior que o outro. Vejo o Pit se aproximando e agradeço mentalmente por isso. Pit: Eai Capelão. — ele faz o toque com o mesmo que encara ele sério, abro passagem para o Pit entrar. — Aconteceu algo? Sofia: Não, o Capelão já estava de saída, né? — falo e o mesmo confirma com a cara fechada e sai dali. Pit: Você não está se envolvendo com esse cara, né? Sofia: Se eu tivesse, isso não seria um problema seu, mas não, eu não estou com ele, mas se dependesse dele, eu estaria, ele está no meu pé, quer de tudo que é jeito que eu dê uma chance para ele. — falo fazendo uma careta. Pit: E você vai? — ele pergunta arqueando a sobrancelha. Sofia: Se eu não estou nem contigo que gosto, acha mesmo que eu ia me envolver com um cara como ele? — falo e ele abre um sorriso e eu me dou conta do que falei. Pit: Vou pedir uma pizza para nós, tá bom? — ele fala e eu confirmo. Ele sobe para tomar banho e eu fico ali embaixo pensando em tudo o que aconteceu, principalmente no que está acontecendo agora... Depois de alguns minutos, o mesmo desce e alguém bate na porta, levanto em direção a mesma e abro vendo o Denis com às pizzas na mão. Denis: Já está pago, toma. — ele fala e eu agradeço, pego a coca-cola também. Volto para a sala e o Pit está sentado no sofá, vendo tv, largo as pizzas e a coca na mesinha de centro e vou até a cozinha pegar os copos, sento ao lado dele e ele coloca um filme de terror, mas eu faço careta e ele dá risada. Pit: Não perdeu o medo de filmes de terror ainda? Sofia: Não tenho medo, só não gosto muito. — falo e ele dá risada. Pit: Aham, tá bom, vou fingir que eu acredito. — ele diz sorrindo, e eu amo esse sorriso dele. Sofia: Você quer conversar sobre o que está acontecendo pelo morro? — pergunto ao mesmo que me olha. — Eu sei que é um assunto delicado, muito delicado, mas você sabe que apesar de tudo sempre estarei aqui por você, não sabe? Pit: Não gosto de lembrar sobre isso, mas isso não vai ficar assim, vamos dar um jeito nessa merda toda. Sofia: Eu sei que vocês dois darão um jeito, vocês sempre dão. — digo segurando a mão do mesmo. — Logo esse morro vai poder respirar aliviado, eu tenho certeza disso. — falo dando um sorriso para o mesmo. Pit: Espero que sim, de verdade! Não aguento mais a situação desse morro e dos moradores. — ele fala e eu suspiro, voltando a prestar atenção no filme, enquanto comemos a pizza. Eu tomei cada susto nesse filme, que não sei nem se irei conseguir dormir depois, olhei para o lado e o Pit se encontrava dormindo, eu fiquei desacreditada, tirei o filme rápido e comecei a chacoalhar ele que só resmungava e não acordava de jeito nenhum, escutei um barulho vindo da cozinha e dei um grito, que fez o Pit pular do sofá e pegar a sua arma. Pit: O que tá acontecendo? — ele pergunta assustado. Sofia: Você colocou esse filme e dormiu, me deixando sozinha acordada, deu um barulho na cozinha e eu me assustei. Pit: Não acredito, achei que você não tinha medo, Sofia. — ele fala rindo de mim e eu reviro os olhos. — Vamos subir, para você dormir. Sofia: Não se atreva a dormir antes de mim, se não eu acabo com você. — falo para ele que confirma. Deitamos na cama e ele acabou me abraçando, eu até ia contestar, mas hoje, decidi deixar, assim como ele precisa disso, eu também preciso, depois daquele filme assustador, não sei se vai ser tão fácil para mim dormir... Fiquei revirando na cama e o mesmo já estava quase pegando no sono de novo. Sofia: Acorda. — digo beliscando ele que dá um leve grito e sorri passando a mão onde eu besliquei o mesmo. Pit: Para, surtada! — ele fala e eu sorrio, ele se aproxima e acaba me beijando, eu acabo me entregando, e quando percebo, ele já está entre as minhas pernas, ele beija todo o meu corpo, e tira a minha roupa, desce sua boca até a minha b****a e quando percebo, ele já está se deliciando nela... — Que saudade, p.orra! — ele fala e volta a me lamber... acabo me desmanchando na sua boca e o meu corpo está todo arrepiado. Ele sobe e me beija, sinto o seu pa.u entrando na minha b****a e o meu corpo inteiro se arrepia, é tão delicioso sentir ele por completo... Ele começa a me f.uder com força e os nossos gemidos se misturam, eu estava com tanta saudade dele, de sentir ele por completo. Sofia: Isso, não para, ahhh que delícia. — eu gemo e ele abre um sorriso, me beijando. Pit: Eu estava com tanta saudade, minha surtada, para de maltratar o seu bandido, não me afasta mais, por favor Sofia. — ele diz e eu queria acreditar que tudo o que ele está falando é verdade, mas o medo de me machucar, fala ainda mais alto. Afasto esses pensamentos, procurando aproveitar só o que estamos sentindo agora, é tão prazeroso, gostoso e nossa, eu não sei nem explicar, tudo com ele é perfeito para mim. Gozamos juntos e ele cai do meu lado, ele me puxa para deitar sobre o seu peito e não demora muito para mim adormecer agarrada nele.
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