A coletiva internacional m*l havia terminado quando o caos começou. No salão elegante da fundação, os flashes ainda piscavam quando um jornalista levantou a voz: — Senhorita Duarte! É verdade que o código Aurora foi vendido a investidores estrangeiros? Sofia franziu o cenho. — Isso é mentira. Outro repórter gritou: — Então como explica o documento com sua assinatura? O telão atrás deles se acendeu sozinho, projetando uma imagem. Um contrato. Digital. E no rodapé, o nome dela. Assinatura eletrônica: Sofia Duarte. Um burburinho se espalhou. Os repórteres se levantaram. Câmeras giraram. Lorenzo deu um passo à frente. — Isso é uma falsificação. Mas a confusão já era incontrolável. Em segundos, o amor deles — aquele amor que o mundo aprendeu a admirar — virava manchete de escândal

