CAPÍTULO 16

2656 Palavras
Seus olhos estão nos meus. Segurando sua camisa que estava em mim foi suspendendo. - Deixa eu te dar um banho. Ele pede nos levando para o banheiro. Ao me deixar nua da cintura pra cima, ele foi descendo até chegar a minha calcinha. Puxou-me pra dentro do box amplo e começou a ensaboar todo meu corpo. Eu estava bastante nervosa, ele não me entendia, mas ao mesmo tempo estava começando a gostar. Quando ele abaixou pra ensaboar minhas pernas, largou tudo pra ficar passando o dedo na minha i********e. Eu queria que ele parasse, pois em tudo à gente resolvia assim. Fazendo sexo, porém eu não tinhas forças para dizer não. Para pedir para parar. Ele foi enfiando o dedo e fazendo movimentos de vai-e-vem. Nisso eu já estava com uma perna levantada apoiando-a em uma saliência do box. Ele parou com o dedo e veio com a língua. Que delicia sentir a ponta da língua cutucando a entrada da minha i********e. Fiquei apavorada quando ele me fez ficar de costas pra ele, arquear meu corpo com ele nitidamente procurando meu sexo esfregando seu m****o duro em mim. Ia pedir pra ele parar quando fui sentindo seu p*u me penetrando. Meu corpo ficou todo rígido e logo ele começou a socar lentamente. O t***o foi crescendo tanto que resolvi aproveitar aquele momento. Mesmo com raiva ainda pela nossa discussão. Christian meteu na minha i********e por mais de dez minutos, comigo gemendo alto o tempo todo, me fazendo gozar duas vezes, até me segurar firme pela minha cintura começando a gozar dentro de mim. Terminamos o banho e fomos juntos pra cama, onde ficamos por mais de duas horas com meu marido explorando todo meu corpo, e depois de até me beijar com desejo, me fez um sexo oral tão intenso, lambendo, chupando e mordendo meu g***o que acabei gozando pela terceira vez. Estava mole na cama. Ele me fez levantar. Nos encaminhamos novamente para tomar banho. Muitos beijos na boca, mãos aceleradas tocando todo meu corpo e eu segurando seu m****o duro fui ficando de joelhos até chegar com minha boca e começar a lamber seu p*u duro e a beijar. Eu não estava com pudor algum. Não queria saber da discussão que tivemos à minutos atrás, eu só queria que ele me consumisse inteira. Comecei a chupar com vontade. Ele segurava minha cabeça de encontro ao seu p*u, e quanto senti começando a gozar, fui chupando com mais força e vontade e ele segurando firme minha cabeça derramando todo seu g**o em minha boca. Ele parecia que não tinha fim. Vi sem m****o duro, e sem prévio aviso ele me penetrou com gosto e vontade. Ele começou fuder minha i********e com bastante força que eu gritava a cada socada que ele dava. Estamos moles, suados e molhados pela água do chuveiro. - Goza comigo. Christian me pediu segurando minhas pernas, entrando mais dentro de mim. E não deu outra uma delícia de orgasmo nos atingiu fazendo justos corpos ficarem grudados un no outro, até à nossa respiração voltar ao normal e o sentindo nos fazer presente. Já estávamos na porta da casa dos pais de Christian. Saímos de casa atrasados, mas estávamos bem. Ele não tocou no assunto de Portland, e eu também não. Se ele queria ir para tirar toda sua sisma, eu não iria dizer mais nada. Ele abriu à porta e demos de cara com Ben filho de Mia. - Titlio Tristian. Ele grita pulando no colo do tio. - Ei meu amor. Como você está? Christian pede dando um beijo no rosto dele. - Bem. Ei titlia Ana. - Oi, você está grande hein. - Glande e bonito. Ele fala nos fazendo rir. - Sim, grande e bonito. Dou um beijo nele. - Podemos blincar de bola? - Depois do almoço meu amor. Cadê mamãe, vovó e vovô? Christian indaga indo para sala. - Estamos aqui. Grace aparece sorridente. Ana minha menina, como você está? Ela pede me dando um abraço. - Estou bem Grace e você? - Melhor com vocês aqui. Meu filho. Ela abraça Christian que está com Ben no colo ainda. O almoço está quase pronto. - Cadê Mia e papai? Meu marido pede me puxando para sentar. - Seu pai já está descendo e Mia está no escritório conversando com José. Christian dá um pulo do sofá. Olho para ele e vejo seu semblante fechar. - O que ele está fazendo aqui? Ele pede e sua mãe toma Ben do colo dele. Percebeu que ele ficou alterado. - Ele veio resolver à situação de Ben. Grace fala com calma. - Situação de uma criança de três anos que não sabe quem é? Não vai mesmo. Ele não tem nada que fazer aqui. - Christian ele é quem é. Você, seu pai e eu não podemos nos meter nisso. Deixe Mia resolver isso. - Eu não aceito mãe. Ele foi embora, não deu à mínima quando Mia disse que estava grávida e agora volta do nada querendo dar um de pai. Christian está bem exaltado. Olho para Ben que está atento a conversa deles. - Ben, vamos lá fora brincar de bola. Me levando chamando atenção dele. Seu sorriso é radiante. - Obrigada filha. Grace me agradece e eu saio de mãos dadas com Ben todo feliz. Fomos para o jardim e começamos à jogar bola. Ele estava radiante por fazer vários gols. Claro que eu era péssima nisso. - Tia Ana você é muito r**m. Ben fala e eu chego perto dele. - Há, eu sou r**m? Então vamos ver se eu te pego. Vou fazer muitas cócegas. Digo e ele sai correndo sorrindo. Pode correr, mas eu vou te pegar. Tiro meus saltos e corro atrás dele. Ele corre e eu tento pegá-lo. Seu sorriso é radiante. Corre até alcançá-lo. Pego o mesmo deitando o na grama. - Você vai me pagar por me chamar de r**m. Digo começando à fazer cócegas nele. - Não titlia. Ele gargalha muito. Titlia. Ele grita sorrindo e eu não paro. Faço muitas cócegas nele até sentir - Você vai me chamar de r**m mais? Peço parando. - Não. Eu me sento na grama e ele fica me olhando. Titlia, você e o titlio já vai trazer meu pliminho para blincar comigo? Olho para ele surpresa. - Ainda não meu amor. - Poque? Ele se agacha apoiando seu corpo em sua pernas. - Porque está muito cedo. Titia ainda tem muito o que fazer. - Fazer o que? Ele me questionou cruzando os braços curioso me fazendo sorrir. - Titia ainda está estudando. Então tem que terminar de estudar ainda. Na verdade esse não é o motivo. Eu não quero ter um filho. Amo crianças, mas não quero ter uma. - Vai demorar muito? - Muitão. Ele faz uma cara de triste. - Que pena. Quelia tanto um pliminho para blincar comigo. - Você tem os coleguinhas da escola que podem brincar muito com você. - Mas não é merma coisa. Meu pliminho seria como um irmãozinho que não tenho. - Entendi. Mas realmente à titia não vai poder te dar isso agora. Respiro fundo. E nem nunca. Ficamos os dois conversando sobre à escola dele até Mia aparecer. - Oi Ana, tudo bem? Ela pede vindo até à nós. Me levanto para dar um abraço nela. - Eu estou bem e você? Ela tem um olhar triste, mas faz tudo para demonstrar um sorriso. - Vou ficar bem. Mas vamos entrar. O almoço já está pronto. E eu queria te pedir desculpas por não ficar. - Não se preocupe. Digo. E ela se abaixa para Ben. - Amor, mamãe quer que você vá lá no seu quarto e calce um dos seus chinelos. - Vamos passear? Ele pede empolgado. - Sim. Mamãe quer te apresentar uma pessoa. - Eba. Ele sai correndo e Mia me olha. - Ele sempre quis saber porque todos tinha um pai e ele não. Eu nunca soube como dizer à ele que o pai tinha ido fazer carreira fora e não tinha tempo para conhecê-lo. Ela divide suas preocupações comigo. - E agora ele quer conhecer o filho? Peço já sabendo à resposta. - Sim. Ele disse que agora tem como me ajudar à criar o filho. Disse que não queria ser alguém que depende do dinheiro dos pais da mãe do menino. - É um pouco válido Mia, mas à criança não só quer dinheiro, mas o amor de pai. - Eu disse isso, mas ele tem todo um pudor que demorou três anos para ele querer conhecer o menino. - Não fique assim. Talvez Ben fique feliz de conhecer o pai. Digo e a abraço. - Espero. E que José saiba dar o carinho para ele. - Eu não acho que ele voltou para fazer m*l o filho, já que se afastou com medo de não dar um futuro bom para ele. Digo e ela assentiu com à cabeça. - Vamos entrar. Ele está na sala e meu irmão deve está igual ao leão cima dele. - Imagino. Não digo o que presenciei na sala. Vamos andando até chegar na sala. Fomos nos aproximando e não se ouvia nada. Chegamos na sala e Christian está com os olhos em cima de... José? Falo e todos me olham. - Ana? Anastásia? Não acredito que é você. José fala me abraçando. - Vocês se conhecem? Christian questiona meio irritado. José me solta sorrindo. - Sim. Fizemos um período na faculdade juntos. José fala com maior sorriso. - Isso foi antes ou depois de você abandonar minha irmã grávida? Olho para meu marido e sua cara é de desgosto. - Christian o meu problema é com sua irmã e não com você, então não se meta. - Você é um bastardo, filho da p**a. Largou ela grávida e depois quer voltar como se não fosse nada. Christian grita. - Christian calma. Meu sogro pede descendo as escadas. - Mamãe eu e Ana viemos almoçar com vocês. Então por favor vamos antes que eu me arrependa de ter vindo. - Vamos então. Vem Ana, me desculpe por isso. Grace fala sentida. - Não se preocupe com isso. Digo com meio sorriso para ela. - Ainda está na faculdade Ana? José me questiona. - Transferir para cá. Estou aguardando o ano terminar para que eu possa voltar. - Anastásia. Christian grita me fazendo olha para ele com raiva. - José vou deixá-lo. Digo simplesmente e me encaminho para sala de jantar. Me sento e logo depois Christian senta. - Eu não quero você perto dele. Ele fala e eu não dou à mínima. Você está me ouvindo? - Eu não sou surda. E parar de gritar comigo. Eu não tenho culpa se ele fez merda com à sua irmã, portanto parar de me tratar como se eu fosse culpada. Digo não olhando para ele. - Filhos não vamos deixar o clima ali dentro estragar nosso almoço. Minha sogra fala vindo da cozinha. - Christian deixe Mia resolver isso. Não quero você se metendo. Sua irmã sabe o que faz. - Eu não acho justo ele chegar agora querendo dar uma de pai. - Eu também não, mas isso não cabe nem à você e nem à mim, portanto vamos deixar sua irmã resolver isso. Ela já é maior de idade e sabe o que é melhor para o próprio filho. Carrick diz e Christian suspira pesado e não diz nada. Começamos à comer em silêncio. O clima estava r**m é tudo que eu queria era está em casa. Grace me fez algumas perguntas sobre à fundação, e eu responde com maior prazer. Meu marido ficou o almoço todo emburrado. Logo depois fomos para sala e Grace e eu conversamos mais. Carrick chamou seu filho para conversarem e ele foi. Já era tarde quando viemos embora. Entrei no carro calada e ele também. Estava mudo desde à hora do almoço, e eu não fazia questão que ele abrisse à boca para não brigarmos. Ele deu partida no carro e fomos embora. - Me perdoa por ter descontado em você minha raiva daquele merda. Ele fala assim que começamos à pegar à estrada. Fico olhando para fora da janela. Eu não gostei de saber que vocês se conheciam. Continuo calada. Fala comigo. Poderíamos jantar fora de novo. O que você acha? Ou talvez pegar um cinema? - Você vai fechar o cinema também? - Se você quiser sim. - Como você consegue essas coisas? Indago cruzando os braços. - Nada que o sobrenome Grey não possa fazer. Ele fala com maior sorriso. Então o que você quer fazer? - Nada. Quero ficar em casa. - Tudo bem. Vamos ficar em casa. O resto da noite foi tranquilo. Não brigamos e assistimos filmes na sala de cinema que tinha em casa. Pedimos comida e mais tarde fomos dormir após transarmos. Durante à semana estava tudo muito corrido. Falei com à minha mãe algumas vezes para confirmar à minha ida para Portland. Recebi mensagens dos meus amigos me convidando para sair no sábado à noite. Eu amei e só restava saber se Christian iria fazer um escândalo por causa disso. Já estava até esperando à tempestade. Hoje era quinta feira e já estava arrumada para ir para à Fundação. Desci e encontrei Christian sentado à mesa tomando seu café. - Bom dia! Ele pede sorrindo. - Bom dia! Respondo. - Vou passar na Fundação à uma da tarde para irmos à Portland. - Ok. - Está chateada com isso? Só porque eu vou com você? - Não estou chateada Christian. Eu disse que você poderia fazer o que quisesse. - Porque você me trata assim hein? Eu tento ser o mais carinhoso e amoroso com você e mesmo assim só recebo de você indiferença. Suspiro. Você me diz que está tentando, mas nada faz mudar seu jeito comigo. - O que você quer que eu faça? Indago. - Que tente realmente. Que queira ser amada e também se permita à me amar. Não digo nada e ele suspira. - Amanhã assim que chegarmos vou sair com Elliot e Ethan. Prometo não demorar. Oba, essa é à minha oportunidade. - Tudo bem. E no sábado eu vou sair com meus amigos. - Amigos? Que amigos? Ele me indaga já nervoso. Olho para ele parando de comer. - São de Portland. Eles me chamaram para sair no sábado e já estava para te falar. - Desde quando você mantém contato com esses amigos? - Desde sempre Christian. Eu nunca perdi contato com eles. Só me afastei porque me casei com você. Eles me convidaram e eu não vi nada demais nisso. - Como sempre você nunca ver nada de mais nisso. Ele já está exaltado. Você não vai. Dou um sorriso de lado. - Porque não? Eu já disse que não sou sua prisioneira. Então parar de querer me proibir de fazer as coisas. Eu não estou te proibindo de sair com seus amigos. - Claro que não está. Você não está nem aí para mim. Não se importa com quem eu saia. Acredito que você adoraria que eu saísse com alguma amiga só para você se ver livre de mim. Olho para ele surpreso. Mas sinto te informar, isso nunca vai acontecer. Então você não irá sair com esses amigos que nem conheço. - Ótimo Christian, você também não sairá amanhã com seus amigos. O que vale para mim, vale para você. É assim que você quer tratar? Eu vou tratar assim com você. Tenha um bom dia. Pego minha bolsa e saio. É uma imposição atrás da outra. Então também farei isso. Somos dois adolescentes birrentos. Mas eu não vou ceder à nada. Quer me fazer sua prisioneira, não vai conseguir. Eu tinha uma vida antes dessa palhaçada toda, e agora eu não posso nem sair para respirar longe dele? Então ele também não pode.
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