Amanheceu e eu estava já de pé para trabalhar na fundação. Christian não estava mais na cama, então acredito que ele já saiu. Porém eu queria conversar com ele sobre Portland. Eu quero mesmo que minha mãe monte seu negócio e devolva o dinheiro para ele. Se é para começar olhar para esse casamento que isso seja tirado das nossas vidas.
Coloco um vestido preto de alças grossas que vai acima dos joelhos e um Scarpin preto. Amarro meus cabelos em um r**o de cavalo. Passo uma maquiagem leve e um batom. Desço para tomar café assim que pego minha bolsa. Vou para sala de jantar e ele está tomando café. Respiro fundo. Espero não brigar. Me sento e ele me olha de baixo em cima.
- Bom dia Anastásia! Ele diz olhando para mim.
- Bom dia! Digo.
- Bom dia Sra, deseja alguma coisa? Gail aparece perguntando.
- Bom dia! Não Gail. Obrigada.
- Com licença.
- Preciso conversar com você. Falo comendo. Ele não diz nada e eu entendo que é para eu continuar. Amanhã é sábado. Eu preciso ir à Portland. Ele começa à rir e eu não entendo.
- Precisa? Ele questiona sarcástico. Para que? Marcou com seu ex lá? Fecho meus olhos buscando uma paciência que não tenho.
- Eu não sei do que você está falando.
- Não sabe? Seu ex te procurou ontem e hoje você já está querendo ir para Portland encontrar com ele? Você acha que sou bobo?
- Não. Só não enxerga um palmo à sua frente. Eu estou indo porque combinei com à minha mãe de procurarmos um lugar para ela montar um negócio. Não quero que ela dependa do seu dinheiro, não quero que ela viva sendo sustentada por você. Você não tem obrigação disso. E também vamos devolver cada centavo que você deu para ela.
- Pra que? Acha que vai ter à sua liberdade me devolvendo esse dinheiro? Não vai ter.
- Eu sei disso. Eu só quero me sentir melhor e não ter essa sensação que eu tenho que fui um produto comprado.
- Você não vai para Portland. Olho para ele não entendo o motivo.
- Porque não?
- Eu disse que você só iria comigo para lá. Eu já fiz compromisso com meu pai.
- Eu não vou ficar aqui esperando sua boa vontade. Eu vou. Mande seus seguranças atrás de mim. Faça o que você quiser. Assim como você fez planos com seu pai, eu fiz com a minha mãe. Eu não estou te impedindo de ir com seu pai. Faça o que tiver que ser feito com ele e eu vou com à minha mãe.
- Quem me garante que você não está indo encontrar com aquele maldito.
- Eu. Eu não marquei nenhum encontro com ele antes e não estou marcando agora. Estou indo com à minha mãe. Você tem como se certificar disso.
- Porque ele venho ontem então? Como ele sabia onde você estaria, se não foi você que disse? Vamos começar de novo.
- Eu não sei.
- Parar de mentir para mim. Ele grita com raiva. Me levanto serena. Não foi discutir. Se ele quer falar que fale, que pense o que tiver que pensar. Onde você vai? Vai fugir mais uma vez? Grita se levantando.
- Vou trabalhar. Digo pegando à minha bolsa.
- Volta aqui? Eu não terminei Anastásia.
- Eu não vou conversar com você assim. Se quer mesmo conversar comigo modere seu tom. Eu já fui obrigada à me casar com você, mas não sou obrigada à aguentar seus gritos e seus devaneios. Tenha um bom dia! Digo saindo e deixando ele pra trás. Chega imposições da parte dele. Entro no meu carro e meu celular toca. Não reconheço o número, mas atendo.
- Alô. Digo ligando no sistema do carro.
- Oi Anastásia. Tudo bem querida. Sou eu Grace.
- Bom dia Sra Grey!
- Bom dia filha. Não precisa me chamar de Sra, somos da mesma família. Me chame de Grace ou de sogra, como preferir, menos Sra Grey.
- Tudo bem, e à Sra me chame de Ana.
- Ótimo querida. Queria te convidar para almoçar comigo e com Mia. O que você acha. Ela pede com esperança na voz.
- Eu aceito Grace. Estou na Fundação. Me manda o endereço para que eu possa encontrar com vocês.
- Ótimo querida. Te mandarei agora o endereço. Até mais tarde.
- Até mais tarde. Desligo.
Chego na Fundação e já me encaminho para minha sala. Eu realmente preciso de uma pessoa para me ajudar. Me sento e já começo à olhar todos os arquivos que temos já computadorizado. Um das recepcionista bate na minha porta e me mostra um monte de papéis. As coisas tem que mudar da recepção adiante. Não dar para elas continuar fazendo isso assim. Me levanto e eu chamo à mesma para ir até à recepção. Chegamos à recepção onde tem mais três garotas olhando para o nada. Isso aqui não vai andar mesmo assim. Elas tem cada uma em sua área de trabalho um computador que nem sei para que serve, se elas fazem tudo para manualmente.
- Me respondem o porque vocês têm esses computadores aqui? Peço cruzando os braços.
- Para acompanhar se tem algum caso que já foi arquivado. Uma das meninas responde.
- Eu achei que era para cadastrar novos casos também.
- Não esses à gente faz à mão. Uma outra garota mastigando um chiclete irritante fala.
- Qual seu nome? Peço.
- Mayara. Ela me responde como se não fosse nada.
- Joga esse chiclete fora e toma postura no seu posto de trabalho. À partir de hoje vocês farão todo cadastro pelo computador. Imagino que aí tem o sistema adequado de tudo. Então comecem. Digo voltando para minha sala.
- Não sabemos mexer no sistema. Respiro fundo.
- Então aprendam, pois irão para rua se não aprenderem. Digo sem olhar para trás. Há, uma de vocês registrem esses que estão nos papéis.
Volto para minha sala e me concentro no que tem no sistema. São muito casos parados, e tenho que olhar um por um de fazer que essas pessoas venham para as instituições. Nem sei por onde começar.
Passo à manhã toda trabalhando e mandando alguns casos para à polícia investigar. Alguns casos mando para nossa equipe verificar e levar as pessoas para nossas instituições.
Na hora do almoço fui para o restaurante que Grace e Mia me esperavam. Cheguei no mesmo e elas já estavam sentadas em uma mesa no fundo do restaurante. Cheguei e elas estavam conversando com um homem.
- Ana. Mia grita assim que me ver. Se levanta abrindo seus braços.
- Oi Mia. À abraço. Como você está?
- Ótima e você? Ela pede me soltando e olhando para mim.
- Estou bem. Me viro para Grace que também tem o maior sorriso no rosto.
- Que bom que você pode vir filha. Grace me abraça também.
- Fico feliz também. Me soltei dela e vejo que o homem está me olhando como se me conhecesse. Na verdade sua cara está de espanto.
- Está tudo bem Ethan? Mia pede percebendo também à feição dele.
- Mirela? Ele pede, e eu fico sem saber de quem se trata.
- Não Ethan. Essa é a minha cunhada Anastásia. A esposa de Christian.
- Não, não pode ser.
- Quem é Mirela? Questiono me sentando. Ele parece que viu uma assombração.
- Ethan você está bem? Grace pede o puxando para se sentar do lado dela. Ele não tira os olhos de mim.
- São os mesmos olhos, o rosto. Eu lembraria de você.
- Ethan você está confundindo. Mia diz e eu estou perdida no meio dessa conversa. Quem é Mirela?
- Desculpe, mas é que você não me parece estranha. Na verdade eu tenho certeza que já te vir antes.
- Nunca te vi antes. Digo.
- Tudo bem. Me desculpe. Eu vou indo gente. Tia depois à gente se fala. Ele se levanta e dar um beijo em Grace. Ele dar uma última olhada em mim e se vai.
- Quem é ele? Indago assim que vejo ele sair do restaurante.
- Filho da madrinha de Christian. Eles estão passando por problemas filha, então não leve em consideração o que Ethan disse.
- Ele é irmão de Elliot?
- Sim. Você o conhece? Mia pergunta.
- Sim. Ele está trabalhando na fundação também. E eu já sei da história deles.
- É triste né. Eu não sei o que faria se tivesse um dos meus filhos sequestrados. Grace fala sentida.
- Não vamos falar disso mãe.
- Você tem razão amor. Me desculpe Ana. Me fale como você está?
- Bem Grace.
- E seu casamento com meu filho? Ela não precisa saber que anda uma merda.
- Está bem.
- Tem certeza? Ana eu estou aqui por você. Grace diz pegando na minha mão.
- Nós estamos aqui por você. Mia diz também carinhosa. Não que Christian seja r**m, não, longe disso. Acho meu irmão incrível, mas não deve ser fácil para você vim morar em um lugar longe do seu ambiente, da sua família.
- Eu estou bem, não precisa se preocupar. Nós estamos bem.
- Nós somos à sua família agora Ana, então tudo que você precisa pode falar com à gente. Queremos que você faça parte da nossa família.
- Obrigada!! Vocês não sabem como é bom ouvir isso.
- E sua mãe? Tem visto ela? Grace pede com um receio na voz.
- Sim. Ontem almoçamos juntas. Estamos melhores.
- Que bom querida. Fico feliz que vocês fizeram as pazes.
- Sim. Amanhã vou para Portland para ajudá-la.
- Isso é muito bom. Espero que tudo dê certo.
- Eu também.
Começamos à comer e Mia disse que podíamos sair mais vezes para cinema, compras. Ela estava empolgada. Passamos o almoço todo conversando com elas e tendo uma tarde agradável, coisa que não tenho à muito tempo. Elas são muito amáveis. Eu sempre fui muito família e perder isso do nada me afetou muito. E agora com elas, parecia que eu tinha isso de novo.
Nos despedimos combinando um almoço no domingo na casa de Grace. Voltei para à Fundação. Cheguei e tinha flores espalhada na minha sala. Um cartão na minha mesa demonstrava que alguém tinha deixado na minha sala. Me sentei e peguei o cartão.
" Sei que não tem sido fácil para você. Para mim também não. Eu te amo e odeio brigar com você. Não vou te pedir desculpas pelo meu ciúmes, porque isso vai acontecer sempre que eu ver que alguém quer tirar você de mim. Não quero que você mude, quero somente que você me aceite. Quero somente conquistar dia após dia seu coração. Eu te amo e espero que um dia você possa me amar também".
De seu Amigo, marido e amante.
Respiro fundo. - Se dê uma chance Ana. Você já está casada e nada vai mudar isso. Odiá-lo pelo que ele fez, só vai te fazer m*l. Ficar sem conversar com ele, não vai te trazer nada. Sua vida só vai andar pra trás. Digo à mim mesma. Pego meu celular e mando uma mensagem para ele.
" Obrigado pelas flores"
Agradeço e volto à minha atenção para o trabalho. Tinha muitas coisas ainda para fazer até o final do dia. Quando faltava uma hora para o expediente acabar fui na recepção ver o que aquelas garotas estavam fazendo. Os papéis já tinham sido colocado em todo sistema. E também pelo meu sistema acompanhei os registros novos. Elas estavam atendendo algumas pessoas e o que me chamou atenção que uma mulher entrou desesperada com um bebê no colo. Fui até ela sem esperar uma das recepcionista ir.
- Vem senta aqui? Pedi à ela que tinha um olho roxo.
- Por favor me ajuda. Ela pede chorando.
- Estamos aqui para isso. O que houve? Indago preocupada pelo seu estado. Seus braços apresentam marcas e suas roupas rasgadas.
- Meu marido me bateu. Ele me violentou e me bateu.
- Você chamou à polícia? Peço com raiva de pessoas assim.
- Eu não tive coragem. Só peguei minha filha e fui embora.
- Vamos chamar à polícia, você faz o boletim de ocorrência e essa noite fica aqui na fundação com sua filha.
- Eu não quero denunciá-lo. Ele pode vir atrás de mim.
- Qual seu nome?
- Hanna.
- Hanna, ele não fará m*l à você nunca mais. Não se preocupe com isso. Vamos comunicar à polícia. Uma das exigência da Fundação é que você esteja aberta à denunciar o agressor, só assim podemos te ajudar.
- Tudo bem. Mas eu preciso de roupas e alimento para minha filha.
- Não se preocupe com isso. Aqui você terá tudo. Sorrio para ela. Vou chamar uma pessoa para te ajudar e também para chamar à polícia e fazer à ocorrência com você.
- Você não pode ficar comigo? Olho para ela surpresa. Por favor. Eu estou desesperada. Pede chorando.
- Tudo bem eu fico com você. Digo meio sem graça. Ela sorrir e me abraça sem jeito por causa da filha dormindo em seus braços.
Avisei uma das atendentes que fica na porta aguardando as pessoas chegarem, para chamar à polícia. Ela assim fez. Já era sete da noite e eu já imaginava uma tempestade em casa pela minha demora. Mas eu não iria embora antes de deixar essa mulher com sua filha segura. Afinal de contas à Fundação existe para isso, e como eu estou à frente não vou deixar nenhuma pessoa desamparada por causa dos rompantes de Christian.
Cheguei em casa quase oito e meia. Só vi Gail na cozinha, onde ela me disse que o jantar estava quase pronto. Disse que iria tomar um banho rápido e já descia. Ela assentiu e voltou para seus afazeres. Subi e fui direto para o quarto. Joguei minha bolsa em qualquer lugar do quarto e fui tirando minha roupa indo para o banheiro.
Estava trocando de roupa quando sentir mãos abraçar meu corpo e beijos no meu ombro.
- Será que todas as noites eu terei que te buscar na Fundação? Christian pede mordendo meu ombro.
- Não. Eu só ajudei uma moça que estava sofrendo maus tratos por parte do marido. Ela me pediu para ficar com ela. Digo terminando de colocar um short.
- Poderia ter me ligado para dizer que ficaria até mais tarde.
- Sei que seus seguranças fazem isso por mim.
- Mas eu quero ouvir de você. Não sou casado com eles.
- Ponto para você. Falo saindo do closet. Vamos jantar? Estou com fome. Peço indo para à porta.
- Vamos. Ele vem logo atrás.Descemos e começamos à comer. Até que horas você vai ficar com à sua mãe amanhã?
- Não sei. Até umas três, quatro da tarde. Depende se conseguimos achar o lugar de cara.
- Já mandei preparar o avião para você. Olho para ele surpresa.
- Não precisa, eu vou dirigindo.
- Não vai. Eu não quero você dirigindo tarde para cá. São três horas de Portland até aqui.
- Eu sei que você não vai tirar os seguranças, então eles podem dirigir.
- Porque que você não me deixa cuidar de você? Ele pega na minha mão.
- Porque esse cuidado é excessivo. Não tem porque eu pegar um avião daqui até Portland.
- Eu te levaria de helicóptero, mas já marquei com meu pai para tirar meu padrinho de casa.
- Ele está doente? Logo me vem à mente Elliot e seu irmão que conheci hoje.
- Não. Mas está cada dia enclausurado dentro de casa. Minha madrinha também não reage. Minha mãe também irá vê-la.
- Sinto muito. Elliot fala tão bem dela. Parecia uma mulher forte.
- Era mesmo. Mas com passar dos anos ela tem ficado mais trancada no quarto da menina. Está difícil dela reagir.
- Não tem nada que chame à atenção dela? Não sei, voltar para Fundação, alguma coisa que ela gostava de fazer para ocupar à mente.
- Por um tempo ela se ocupou muito com à Fundação, mas depois ela se fechou em sua casa, e hoje está difícil vê-la andando até no jardim da casa deles.
- É triste, mas eu à entendo. Acredito que se perdesse uma filha ou filho estaria do mesmo jeito dela.
- Mas vão concentrar em nós dois. Quero sair com você amanhã à noite.
- Ok. Pra onde? Questiono colocando um pedaço de carne na boca.
- Jantar. Mas se você quiser pode ser um cinema antes. Apenas assinto. Então você vai de avião, assim não demora à chegar aqui. Suspiro porque ele não vai me deixar ir de outro jeito.
- Ok.
- Não quero te deixar irritado por causa disso. Eu só quero que você não fique até tarde em Portland e também não dirija tão tarde pra cá.
- Eu entendi Christian. Digo não com raiva.
- Que bom. Não quero ficar brigando com você.
- Nem eu. Bebo um pouco de suco. Quero paz.
No outro dia levantei cedo, deixando Christian dormindo. Fui cedo para Portland. Não queria problemas quando voltasse. Queria ir cedo para chegar cedo em casa. Vim de avião e não demorou nada para eu chegar. Já estava na sala esperando minha mãe. Essa casa me traz várias lembranças, inclusive do meu pai agonizando aqui nessa sala..
- Ana. Kate grita correndo até à mim. Me abraça forte, mas eu não devolvo o abraço. Você veio me ver?
- Não Katherine. Vou sair com à minha mãe.
- Com sua mãe? Você fez as pazes com ela? Ela indaga surpresa.
- Ela minha mãe Katherine. Digo sem muitas explicações.
- Eu não acredito. Raiva me toma ao vê-la falando assim.
- Não me importa o que você pensa. E vou te pedir para não se meter na minha vida de novo. Se não for para me ajudar não me atrapalha. Mandar John me procurar, falar o endereço da minha casa para ele não foi nada legal da sua parte.
- Ele queria te ver. Quando contei à ele à verdade, ele não sabia o que fazer para te pede perdão.
- Você não tinha o direito de dizer nada à ele. Nem o motivo do meu casamento.
- Ele te ama Ana. E você também à ele.
Ele não ama nem à si mesmo. Um cara que pensa no dinheiro alheio para sobreviver não pensa em nada e nem em ninguém.
- Do que você está falando? Ela pede não entendendo.
- Não interessa Katherine. Só quero que você não se meta na minha vida. Eu não preciso de você ou qualquer outra pessoa se metendo na minha vida.
- Eu não fiz por m*l.
- Também não fez por bem.
- Você perdoa à sua mãe, mas não cogita à me perdoa?
- Você me perdoaria se eu te virasse as costas quando você precisasse? Indago e ela não me responde. Imaginei. À gente só conhece as pessoas quando precisamos delas Katherine. Foi assim com você e John. Então não busque algo que você não daria caso acontecesse com você.
- Eu sou sua irmã Ana.
- Tenho sérias dúvidas disso.
- Somos filhas do mesmo pai.
- Pai esse que também me desamparou. Porém isso não importa Katherine, não mais. Hoje vejo que tudo aconteceu para eu conhecer à minha família. Cada m****o dela, e sinto te dizer que eu nunca tive uma família.
- Você não pode dizer isso. Éramos muito unidas. Sempre estávamos juntas.
- Sim éramos, mas graças à você isso não pode ser mais. Você destruiu tudo que tínhamos em pouco tempo.
- Não fale assim. Não é verdade. Eu sinto tanto Ana. Sinto tanto à sua falta. Vejo Dona Elena descendo sorridente.
- Bom dia amor. Podemos ir. Já estou pronta. Ela fala não dando importância para Kate.
- Ótimo vamos. Digo passando por Kate. Não me despedi dela. Ainda não conseguir deixar à mágoa dela sair de dentro de mim. Ela nao fez nada para me tirar da situação que estou. Mesmo hoje já conformada, não consigo perdoá-la.