Fui para casa esperando ficar bem com Anastásia. Tinha me despedido dos meus padrinhos e dos meus pais. Promete aos meus padrinhos que voltaria mais vezes e ainda levaria minha esposa para eles conhecerem.
Cheguei em casa e fui direto procurá-la. Fui até o quarto e nada dela. Banheiro, sala, jardim. Nada. Ela não pode ter saído sem me dizer, mesmo porque aqui ela não tem para onde ir aqui na cidade. Pego meu celular e ligo para ela. Toca aqui dentro. Vou seguindo o som do música e vejo que está na cozinha. Droga. Onde ela se meteu? Pensa Grey, à casa é enorme. Vou para à biblioteca e nada. Escuto barulho vindo da sala de cinema. Abro à porta e vejo que ela está deitada no sofá enorme que tem aqui. Entro sem fazer barulho. Tiro meus sapatos e vou andando até ela com calma. Ela está deitada de costa, subo de uma vez no corpo dela beijando seu pescoço.
- Que susto Christian! Ela diz subindo seu corpo.
- Desculpe. Estava te procurando. Beijo seu ombro. Como foi com à sua mãe? Peço deitando do lado dela. Ela está olhando para à tela enorme que parece uma tela de cinema mesmo.
- Bem. Quero mais que isso.
- Eu não quero uma conversa monossilábica Anastásia.
- Encontramos uma loja para ela montar seu negócio.
- E o que vocês estão pensando em montar?
- Um Pet Shop. Não vamos gastar tanto e também porque adoro bichos.
- Você gosta de bichos? Questiono querendo conhecê-la.
- Sim. Sempre gostei.
- E que animal você gosta?
Cachorro, gato, papagaio, cavalo não sei. Eu gosto muito de animais.
- Interessante. Se vocês precisarem de ajuda me digam. Terei prazer em ajudar.
- Ok.
- O que foi? Não quer à minha ajuda?
- Não acho que será necessário. Eu quero te devolver seu dinheiro e não fazer mais dívida com você.
- Você entende que meu dinheiro é seu né? Ela dar de ombros. Olha para mim Anastásia. Peço e ela se vira meio a contra gosto. Eu não acho que você tenha dívida nenhuma para quitar comigo.
- Mas eu quero devolver cada centavo que você deu para minha mãe. Será que você não percebe que eu não me sinto bem com isso?
- Eu sei.
- Então aceite o dinheiro. Não me interessa se casamos com comunhão de bens ou não. Isso para mim não faz diferença. Eu só quero me sentir bem, e não com essa sensação de ter sido comprada.
- Eu vou aceitar o que você quer. Não quero que isso seja um problema para nós. Se for fazer à gente se entender, eu aceito o que você quiser. Digo à puxando para mim. Beijo os lábios dela com desejo. Busco sua língua com fome.
Me aproximo mais dela, tocando em seu corpo, acariciando sua pele com minha mão esquerda, enquanto minha boca se saboreia de sua orelha, de sua nuca, minha mão direita massageando seus cabelos, passando meu corpo de sua frente para trás, deixando que ela sinta meu fogo, minha pulsação, meu fôlego, enquanto penetro em sua alma com minha malicia de homem.
Mesmo que nossa atração não seja mútua ainda, eu estava perdido nos meus desejos por ela. E sem prestarmos atenção a quem poderíamos nos ver pleno ápice do desejo. Nossos beijos, caricias, abraços são fortes. Mas eu queria sentir aquele corpo, impregnado ao meu, desejos obscenos falando pelos nossos atos, até que ela de costa pra mim,roça sua b***a em meu m****o, nesta hora, duro feita pedra por por ela, por todo esse corpo que me pertence, e minhas mãos acariciam seus s***s, sua barriguinha, suas coxas, abrindo seu short, sentindo aquela pele maravilhosa e lisa, doce feito mel. À virei de frente para mim, comecei a beija-la bem gostoso, puxando seus cabelos pra trás, minha mão direita levantando sua coxa até meu quadril, descendo meus lábios bem molhados de t***o por seu pescoço, com mordidas bem fogosas pela sua nuca, minhas mãos apalpando seus s***s durinhos e médios, com deliciosos beijos e mordidas em seus b***s.
Arranhando seu abdômen vou descendo mais com minha boca, com mordidas, lambidas, beijos ate que sinto seu umbigo, ponho sua coxa por cima de meu ombro, depois de tirar seu short, mordendo todo seu abdômen, deixando-a louca e fogosa pra mim. Desço mais meus lábios até o encontro de seu c******s, onde me delicio de seu sexo já esta altura bem melada, e que adoro, mordendo seu c******s e massageando bem gostoso. Até que penetro dois dedos em sua i********e quente e melada, fazendo círculos pelas laterais e outros dois dedos acariciando seu g***o maravilhoso. Ela geme, contorce, e cada vez mais faço mais forte. Chupo sua i********e quente e fogosa, chupo seu g***o maravilhoso, massageando seu c******s até que ela goza em minha boca, aquele sabor que não existe igual, lambendo tudo e cada gota. Subo ate sua boca, com um delicioso beijo. Quero que ela me tenha também. Paro se beijá-la e olho para à mesma. Seus olhos estavam fechados. Acariciei seu rosto olhando para à mesma. Ela abre seus olhos azuis.
- Faz amor comigo? Me queira como eu te quero.
Mal termino de falar, e ela desce, me mordendo todo bem gostoso, ate sua boquinha sentir meu m****o duro, engolindo ele todo, com deliciosas chupadas e mordidas, mesmo que desajeitada, devido à falta de experiência dela nisso, eu estava amando. Estava adorando ela sentir meu p*u, minhas bolas.
Eu massageio seus cabelos, me deliciando com cada toque. Pego ela pela cintura, jogo-a no sofá , deitei-a de bruços rasgando sua blusa, ela se assustou, mas ao mesmo tempo enfio minha mão em sua i********e, tocando também seu g***o, ela já está maluca de t***o, tanto que joga sua blusa rasgada no chão, pede para eu penetrá-la logo, mas abro suas pernas bem gostoso, tiro sua calcinha, me deito sobre ela, sentindo todo seu corpo e meu p*u a toca bem forte na b***a, ela me implora e eu a concedo todo meu m****o, com ela deitada de bruços, penetro bem forte, ela geme mais ainda, meto meu p*u na i********e maravilhosa num vai e vem forte, enquanto a arranho na costa, puxando seus cabelos pra trás, e minhas palavras obscenas a ela se torna como um canto harmônico feito por mim e ela. Ela se levanta ficando de quatro, arrebita bem sua b***a, que no meu entra e sai, ela rebola feito louca, como eu à queria, assim toda pra mim. Meto mais e mais na i********e bem molhadinha e acaricio seu g***o de forma ousada, com seu fôlego ofegante, sua respiração controlando seu g**o.
Ao perceber, me deito e coloco ela por cima de mim, e vou guiando seu sexo ate meu m****o pulsando, louco para penetra - la novamente. Ela senta bem forte e começa a rebolar, arrebitando sua b***a, colocando suas mãos em seus cabelos, sentindo o forte desejo meu por ela, acaricio seus s***s, apertando seus b***s, até que sua respiração começa a falhar, ela se contorce toda, deita sobre mim, e num grande suspiro goza com seu grito. Eu estava querendo gozar também, coloco ela deitada de lado, com perna de cima de ladinho, como se estiver dormindo, e penetro ela mais gostoso, sentindo sua i********e toda molhada, com minha mão esquerda acariciando suas pernas, batendo em sua b***a, enquanto minha mão direita acaricia seu g***o, também já melado pelo g**o, deitei sobre ela, beijando-a nos s***s, mordendo seus s***s, vou para sua boca, beijo-a bem gostoso e com fortes estocadas g**o intensamente em sua i********e, agora com nossos sabores misturados, fico um bom tempo sobre ela, conversando, desejando-a mais, acarinhando-a,
Conversamos muito bem coladinhos um no outro. Eu não queria deixá-la. Não queria deixar de sentir seu corpo nunca.
- Acho que podíamos nos arrumar para jantar fora. Digo olhando meu relógio em meu pulso.
- Eu vou subir para me arrumar. Ela diz se levantando.
- Eu vou com você. Digo beijando seu ombro. Ela pega minha camisa e veste.
Vejo ela pegar seu short, sua calcinha e sua blusa rasgada. Pego minha calça e cueca, tênis e meia e vou saindo pelado. Ela vai na frente. Chegamos na sala e eu olho que à chuva lá fora está forte. Só para estragar meus planos. Eu já tinha organizado nosso jantar no nosso barco e agora tenho que mudar.
- Pode ir subindo que tenho que fazer uma ligação. Ela dar de ombros e eu queria que ela tivesse um pouco de ciúmes, mesmo eu não fazendo nada, eu queria que ela me perguntasse para que? Para quem? Sei lá, me cobrasse as coisas. Vejo ela subir. Pego meu celular que estava no bolso da minha calça. Ligo para Taylor. Ele atende no segundo toque.
- Taylor preciso que você feche algum dos restaurante. Não vai dar para jantar no barco com essa chuva. E eu não quero plateia. Só quero os funcionários e o chefe para preparar o cardápio.
- Será feito Sr.
- Ótimo. Assim que tiver pronto me mande o endereço por mensagem.
- Sim Sr. Ele fala e eu desligo.
Subo e vou direto para o banheiro. Anastásia já está debaixo do chuveiro. Entro abraçando à mesma e mordendo seu ombro. Beijo seu pescoço fazendo carinho em sua barriga lisa. Pego à esponja e coloco sabonete líquido nela. Começo à passar por toda extensão da suas costas, até chegar na b***a. À lavo toda sempre olhando em seus olhos.
Acabamos de tomar banho e fomos nós arrumar. Pego meu celular e vejo que Taylor fechou o Space Needle. Uma ótima opção, assim podemos ver à paisagem, que mesmo nublada e chuvosa fica linda lá de cima.
Coloco uma calça social preta com uma blusa social também preta. Um blazer preto por cima. Meus sapatos também são pretos. Coloco meu relógio e deixo meus cabelos bagunçados. Ana ainda está se arrumando então resolvo descer para deixá-la à vontade.
Enquanto estava tomando banho olhando aqueles olhos me veio à cabeça à foto de Mirela. Não é possível que seja Anastásia. Tem que ser muita coincidência. Elena é gananciosa, e caso ela tivesse participado desse crime, ela poderia ter pedido dinheiro em troca, então não acredito que seja ela. Deve ser coincidência. À menos que ela quisesse mesmo ficar com à menina, porém porque motivo? Para que uma criança que não era dela, sendo que ela poderia ter os dela. Não está fazendo sentido algum se essa história for verdade. Amanhã mesmo vou ligar para Welch investigar isso. Quero tirar essa dúvida que se instalou no meu coração.
- Já estou pronta. Anastásia diz perto das escadas me tirando dessa dúvida que se instalou na minha mente. Olho para à mesma que está vestida com um vestido acima dos joelhos. E uma sobre tudo por cima. Seus salto altos à deixam mais linda do que já é.
- Então vamos. Estou com fome. Digo com duplo sentido piscando para ela. Ela não esboça nada e eu pego em sua mão para sairmos.
No restaurante fomos recebidos por uma holste que nos levou para à nossa mesa. Anastásia estava olhando todo o salão vazio. Só tinha nossa mesa no centro do salão. Puxei à cadeira para ela se sentar e depois me sentei à sua frente.
- Seremos só nós dois? Ela pede ainda olhando ao nosso redor.
- Sim. Eu queria privacidade com à minha esposa. Ela não diz nada. Não gostou? Peço querendo manter uma conversa.
- Sim. Olho para ela e sei o que vamos falar.
- Me fale do seu pai? Peço querendo mais informações da vida dela.
- O que você quer saber? Uma atendente aparece trazendo à carta de vinhos. Escolho e ela nos deixa à sós.
- Como ele era, quando conheceu à sua mãe. Não sei. Fale um pouco dele.
- Era o melhor homem do mundo. Desde criança ele sempre fazia minhas vontades e de Kate. Mesmo não sendo filhas da mesma mãe, ele não fazia diferença. Claro que convive com ele até os quatros anos, era somente Mamãe, ele e eu. Depois à mãe de Kate morreu e ela foi morar com à gente. Éramos uma família muito unida, feliz. Mesmo minha mãe e Kate não suportando uma a outra nos saímos bem.
- Porque Kate e Elena não se suportavam?
- Kate nunca aceitou o fato do meu pai ter largado à mãe dela para ficar com à minha. E minha mãe nunca aceitou o fato de Kate ter ido morar com à gente. Mas era inevitável. Mamãe tinha que aceitar.
- E como eles se conheceram? Questiono tentando achar alguma coisa nessa história.
- Mamãe diz que ela trabalhava como secretária do papai na empresa que ele tinha, eles se apaixonaram e daí mamãe engravidou de mim e eles se casaram.
- Mas ele já estava separado da mãe de Kate?
- Não. Ele estava para separar. Diz que o casamento deles já não estava legal, então quando minha mãe disse que estava grávida, foi o impulso para papai se separar da mãe de Kate.
- E sua mãe não quis ter outro filho?
- Não sei. Nunca questionei isso à ela. Mesmo porque eu sempre considerei Kate minha irmã mais velha e não necessitava de outra ou outro irmão.
- Você foi um bebê grande, pequeno?
- Está querendo saber desde o meu nascimento Sr Grey. Sorrio para ela.
- Sim. Temos que nos conhecer, que seja desde o nascimento. Falo pegando na mão dela.
- Eu sempre fui um bebê grande para minha idade. Mamãe dizia que eu nasci muito grande e gordinha. Todos olhavam para mim e me davam meses à mais do que eu tinha.
- Como assim?
- Na casa em Portland tem uma foto minha de quando eu acabara de nascer, porém parecia que eu já tinha uns três à quatro meses. Não é possível. Será mesmo? Eu queria ter essa foto para comparar. Para tirar essa dúvida que está na minha mente desde cedo. Eu torço para ser uma grande coincidência, porque eu não sei o que eu faria com Elena.