Depois da minha conversa com Christian, voltei para Fundação. Estava pensativa na nossa conversa sobre filhos. Estava com medo e apreensiva que esse assunto voltasse logo e eu continuasse não superando essa situação dentro de mim. Tomara que ele me entenda e também que espere mais um pouco para à gente falar sobre isso novamente.
Concentrei minha cabeça no trabalho e no final do dia Carla entrou na minha sala me pedindo para acompanhá-la à uma casa de uma Senhora que precisava demais de uma ajuda. Mesmo sendo quase à hora de embora, fui com ela.
- Porque temos que vir à essa casa Carla? Peço me sentindo estranha no lugar. É uma casa toda estranha, suja por fora.
- Essa senhora não consegue se libertar desse lugar. À gente sempre leva ela para nossa Fundação e quando ela melhora, à mesma volta pra cá. Não digo nada e só fico olhando o lugar sujo que à senhora vivi.
Entramos na casa sem qualquer educação, já que Carla abriu à porta sem cerimônia nenhuma. À casa por dentro estava pior do que fora. Estava suja, cheia de objetos no chão. Estava fedendo o lugar. Carla me chamou para subir com ela e eu fui. Era uma tristeza ver aquele lugar. Chegamos no quarto, e uma Senhora de idade estava deitada. O quarto também estava tudo sujo. Como alguém pode viver desse jeito? O cheiro insuportável estava no ar, e eu já estava com ânsia de vômito.
- Senhora Teyte. Lembra de mim? Eu sou Carla. Carla Grita, devido à idade avançada da Senhora. À mulher está coberta com uma manta que não parece ter sido lavado a anos. À janela está fechada.
- Carla como alguém pode abandonar essa senhora aqui? Ainda mais assim, nessa sujeira toda? Peço abrindo à janela para entrar um ar.
- Ela tem dois filhos viciados que não se importam com ela. Na verdade só vem aqui pegar à pensão que ela recebe.
- Eles podem ser denunciados. Olho para à senhora que não disse nada até agora. Sua cara está de medo, de tristeza.
- Já fizemos isso várias vezes filha, mas eles pagam à fiança e saem prometendo cuidar dela.
- Acho melhor chamar à ambulância. Digo vendo à senhora debilitada.
- Pode chamar. Carla fala e eu pego meu celular. Ligo para emergência e desligo depois de falar o endereço passado por Carla.
- Vamos descobri-la. Está calor aqui e ela desse jeito.Vou descobri-la, enquanto Carla está fazendo carinho no rosto da Senhora que não se expressou até agora. À hora que descubro à mesma, me assunto. Meus olhos enchem de lágrimas. Carla. À chamo chorando. Ela me olha e depois olha para à Sra.
- Meu Deus Ana. Carla se levanta tão assustada quando eu. À mulher está toda suja de sangue, fezes e urina. Meu coração corta ao ver uma pessoa tão maltratada assim. Como filhos podem abandonar uma mãe dessa forma? Temos que chamar à polícia também, parece que ela foi ferida. Carla fala já pegando no seu celular para ligar para à polícia.
Eu estava triste por ver uma pessoa tão idosa daquela forma. Ela não merecia ser tratada assim. À polícia e Ambulância chegam quase juntas. Eu estava abalada demais para falar alguma coisa. Carla cuidou de tudo.
- Minha querida, eu sei que você está abalada. Vamos embora. Ela pede me abraçando.
- Como podem fazer isso com uma senhora de idade? Indago chorosa.
- Nesse nosso meio encontramos várias pessoas com várias situações diferentes. Então fique calma.
- O que vai acontecer com ela? Peço.
- Ela vai ser cuidada, e não vamos mais deixar ela sem cuidados. Apenas assinto.
- Segunda gostaria de conversar com você sobre esses problemas. Eu tive uma ideia à muito tempo e hoje mais do que nunca precisamos colocar em prática. Falo limpando meus olhos.
- Tudo bem amor. Vamos embora agora. Você precisa descansar. Fomos embora para à Fundação. Lá pego meu carro e vou para casa.
Em casa Christian ainda não havia chegado. Subir e fui tomar meu banho. Fiquei pensando naquela senhora. Ela precisa de cuidados, de alguém que olhe para e por ela. Sinto braços rodearem minha cintura e beijos no meu ombro.
- Boa noite minha linda! Meu marido pede após morder meu ombro.
- Boa noite! Me viro e abraço seu pescoço.
- Você andou chorando? Seus olhos estão vermelhos. Ele pede alisando meu rosto e com preocupação visível.
- Fui em uma casa com Carla hoje e uma senhora estava muito maltratada. Meu coração doeu ao vê-la. Estava tão debilitada, sangrando. Fiquei muito m*l por ela.
- Eu sabia que isso podia acontecer. Meu amor, na Fundação se trabalha com todo tipo de gente. Você vai se deparar com pessoas muito maltratadas, abandonadas pelas suas famílias. É inevitável você não ficar abalada, porém quero que você tente manter a calma.
- Eu tentei isso. Mas estava tão abalada que nem conseguir falar à hora que à ambulância e à polícia chegaram. Ele me abraça.
- Não se culpe, as vezes será assim mesmo. Nos abalamos tanto com as situações das pessoa que nem imaginamos.
- Mas eu tenho uma ideia e vou conversar com Carla na sengunda. Digo com esperança que ela aceite.
- Que bom amor. Vejo que vocês duas estão se entendendo. Ele olha para mim.
- Sim. Conversamos hoje de manhã sobre nós, sobre à família dela.
- Que é à sua.
Sim, eu sei.
- Eu acredito que você deva dar uma chance para eles.
- Eu darei amor. Eu só quero me focar no nosso casamento, depois que tudo entre nós tiver resolvido, eu prometo dar uma oportunidade à eles.
- Nosso casamento já está encaminhado e tenho certeza que nenhum de nós dois vamos à lugar nenhum sem o outro. Sorrio para ele.
- Verdade.
- Então você pode dar atenção à sua família e conhecê-los.
- Tudo bem. Eu farei isso. Agora Sr Grey, você bem que podia dar atenção à sua esposa.
- Com todo prazer minha esposa. Ele avança em meus lábios.
Começou a me beijar, beijos assim daqueles bem caliente chupava minha língua ,mordia meus lábios, enquanto acariciava meus s***s que estavam arrepiados e durinhos, desceu a boca pra meus s***s e começou a suga-los enlouquecidamente, mordia os b***s e apertava minha i********e, já sentindo ela molhada. Ele disse que queria me chupar toda.
Abrir mais as pernas, senti ele abrir meus pequenos lábios com os dedos e massageava meu c******s e dizia que me amava. Começou a me chupar ,e eu começei a rebolar na boca dele freneticamente e gemer, ele apertava meus s***s com as mãos e me chupava dizendo que eu era dele.
Parou de me chupar e veio pra cima de mim roçando o m****o em mim, que estava duro, enquanto roçava o p*u em mim, ele me beijava. Voltou a puxar meus pequenos lábios com a boca muito gostoso, mordiscar meu c******s, enquanto eu chupava aquele m****o enorme sentia ele latejar na minha boca de tão duro e ficamos assim horas, quando ele se concentrou só no meu c******s eu enlouquecir e gemia alto e ele mamava mais forte ainda e dizia para rebolar na cara dele, até que nao aguentei mais e gozei aos berros na boca dele e ele ficou doido e me deu uns dois tapas bem forte na b***a. Fiquei tremula em cima dele. Quando me acalmei ele me deu o p*u na boca e disse agora me faz gozar delicia e chupei ele deliciosamente e,ele gemia feito louco. Ele disse que iria gozar. Segurou meus cabelos e gozou na minha boca e s***s, ele dava gemidos altos e forte depois caiu trêmulo em cima de mim.
Já estávamos de banho tomado e sentados à mesa para jantar. Conversamos sobre à Fundação e minha ideia para à mesma. Christian me apoio. Eu fiquei feliz com isso. Ele disse que eu não precisava do aval de Carla para fazer algo na Fundação, pois à mesma é minha assim como é dela, mas eu não queria fazer nada sem passar por ela. Acho que nós duas juntas podemos fazer dar certo à minha ideia e ela não teria porque negar, já que os gastos que estamos tendo abrigando pessoas é muito maior do que se mantivéssemos elas na casa delas com assessoria vinte quatro horas por dia. Dormir mais tranquila pensando nisso.
Como hoje era sábado, Christian e eu ficamos na cama até tarde. Depois do almoço fomos na casa dos pais dele. Já tinha um tempo que não os víamos, então resolvemos fazê-los uma visita. Ben não estava em casa, havia saído com José, meu marido como sempre não gostou de saber que à relação de José com Ben estava cada dia melhor. Ele estava sentado na piscina sozinho depois do rompante que teve com Mia.
- Você precisa aprender à não se envolver na vida da sua irmã. Digo me sentando do lado dele.
- Você não sabe o que está falando. Opa, à raiva passou para mim.
- Christian, eu entendo que você é super protetor com Ben, que queria o melhor para ele, mas ele está feliz.
- Com um pai de Merda. Um pai que nunca quis o mesmo. Com um pai que o abandonou ainda dentro da barriga da mãe dele. Ele fala irritado se levantando.
- As pessoas tem direito de mudar. Ele se arrependeu do que fez.
- Anastásia eu não quero você defendendo ele. Suspiro.
- Eu não estou defendendo ele. Eu só estou dizendo que ele mudou e quer o carinho do filho.
- Depois de três anos?
- Dê uma oportunidade à ele. Deixe Ben conhecer o pai, ele é uma criança e precisa disso. Ele me olha e sorri.
- Falou à pessoa que não cogita ter um filho em hipótese nenhuma. Olho para ele incrédula.
- Já não está aqui quem falou. Digo saindo de perto dele. Sei que está chateado, mas não precisa jogar na minha cara à questão de filhos. Uma questão que já havíamos conversado e para mim estava entendido.
Entrei na casa e fui conversar com Grace e Mia que estavam na sala. Grace estava me contando que fará uma festa de 45 anos de casado com Carrick. Achei lindo. Acho muito fofo pessoas casadas por muito tempo, mostra que o amor superou todas as barreiras da vida e hoje eles são felizes, mais que felizes. Disse que se precisar de ajuda, eu estaria ali para elas.
Mais tarde fomos embora. Já cheguei em casa e fui tomar banho. Não conversamos desde que saímos da casa dos pais dele. Ele foi para escritório, então achei melhor deixar ele lá.
No domingo estávamos sentado à mesma para almoçar. Tinha feito um almoço para nós dois, mesmo não conversando direito com ele.
- Me desculpe por ontem. Eu estava irritado e nervoso. Ele diz pegando na minha mão.
- Você já tinha destilado sua raiva na sua irmã, não tinha porque fazer comigo o mesmo.
- Eu sei, mas eu não fico bem com essa história de José. Não gosto dele, não gostei da atitude dele.
- Quem tem que gostar é sua irmã e não você. Assim como ela não precisa gostar de mim ou de qualquer atitude que eu tome em relação à nós dois, porque é você que tem que gostar.
- Mas você é diferente. Você presta, José não.
- De acordo com você não né, jogar à história do filho não foi legal. Eu não gostei, então Christian, eu quero que você seja bem sincero comigo. É um problema para você à gente não ter um filho?
- E se for? O que você vai fazer.
Te dar o que você quer. Eu prefiro te dar um filho do que ouvir suas grosserias, suas indagações sobre isso em cada discussão.
- Mas não é o que você quer.
- Isso é importante para você? Peço olhando para ele.
- Claro que é. Não quero ter um filho com você não querendo. Você mesmo disse que para se ter um filho precisa de duas pessoas e não adianta eu querer, amar essa criança, sendo que você sofrerá com isso. Então não, eu não quero um filho agora.
- Ótimo, não me jogue na cara de novo esse assunto, porque no mesmo dia eu paro de tomar o remédio. Farei sua vontade. Ele fica em silêncio e assim acabamos de comer.
Hoje já era segunda e eu só tinha essa semana para trabalhar o dia todo na Fundação. Ainda não tinha falado com Carla sobre isso, mas falaria assim que acabasse toda essa agitação. Ainda tinha à reunião que precisava fazer com ela para falar dos meus planos e ideias. Espero que ela goste.
- Sra Ana. Hanna aparece na minha porta me tirando dos meus pensamentos.
- Fala Hanna. Digo.
- Tem uma pessoa aqui querendo falar com à Sra. Olho para ela.
- Deixe entrar. Indago e ela deixa à pessoa passar. Sorrio de lado. É muita coragem mesmo. Quando eu falo que eu mereço, eu mereço.