Capítulo 16 - Volta e mais Vício.

2106 Palavras
Narrado por Lorena O relógio marcava 09h42 quando meu avião pousou no Distrito Federal. O céu tava limpo, o calor era úmido, e meu coração parecia uma bomba-relógio prestes a explodir dentro do peito. Fazia quase um mês desde que eu tinha sentido o toque dele pela última vez. Quase um mês que parecia uma eternidade. Raví Rocha, o dono da minha desordem, dos meus pensamentos e do meu amor. Dessa vez pra minha mãe eu tive que pensar numa desculpa além da caixinha, não tenho o hábito de mentir então arrumar desculpas pra ela é uma tarefa bem difícil pra mim, dessa vez eu disse que estava indo pra um congresso do meu curso aqui em Brasília, ela disse pra eu tomar cuidado mas que era uma oportunidade muito boa e eu não podia perder. Fiquei m*l por ela? Sim. Contei a verdade? Não. Desci do avião com a mochila nas costas e o celular tremendo na mão. A notificação piscou assim que ativei os dados: Raví Rocha: Me avisa quando sair. Tô te esperando no estacionamento, tenho uma surpresa amor. Sorri sem nem perceber. Aquela coisa boba de adolescente apaixonada me atingia sempre que ele falava como se eu fosse só dele, e eu era. Passei pela esteira com o estômago revirando e os pensamentos uma loucura. Quando saí da área de desembarque, o sol já batia com força pelas janelas. Olhei ao redor, peguei o celular e mandei: Lorena: Cadê você? A resposta veio quase que na hora. Raví Rocha: Carro prata, do lado do pilar 3. Tô dentro. Fui até lá e reconheci de longe. Vidros escuros, o braço branco como papel do lado de fora do carro, e aquele sorriso safado que me desarmava inteira assim que abri a porta do carro. — Oi Raví. — disse entrando no carro com um sorriso de orelha a orelha. — E aí, mocinha... — ele murmurou, tirando o óculos escuro devagar. — Chegou pra me enlouquecer mais um pouco? — Sentei no banco do carona e senti o cheiro dele me invadir. Era o mesmo perfume quente e amadeirado, misturado com o calor que tava no estacionamento. Meu corpo reagiu de imediato. Fechei a porta, e antes que eu dissesse qualquer coisa, ele se inclinou e selou minha boca com um beijo rápido e firme. — Tava com saudade, viu? — sussurrou contra minha boca. — Eu também… — murmurei, quase sem voz. Ele ligou o carro, fechou os vidros do carro e ligou o ar condicionado ainda com um sorrisinho no canto dos lábios. — Bora, tenho uma coisa pra te mostrar. — — Coisa? Que coisa? — perguntei já curiosa. Raví sempre consegue me surpreender. — Surpresa, mulher. Cê vai ver. — disse rindo e dando um beijo na minha mão. Fomos saindo do aeroporto enquanto ele colocava um forró raiz no som, espumas ao vento. A mão dele, claro, pousou na minha coxa. Raví não perdia tempo mesmo. — Tu sabe que é tortura dirigir contigo do lado assim, né? — ele soltou, olhando de canto. — Shortinho, perna aberta, essa boca gostosa, dá vontade de te pegar aqui mesmo nesse carro no meio de avenida e matar a saudades que eu tô de tu. — Mordi o lábio e virei o rosto, tentando disfarçar a vergonha misturada com t***o. — Tu não tem jeito mesmo. — disse passando a mão na perna dele, tava doida pra dar mesmo, não ia mentir. — E tu gosta que eu não tenha. — piscou pra mim me dando um sorriso safado. A estrada foi ficando mais isolada. Ele me levou pra fora da cidade, numa área de mato baixo e paisagem bonita. No alto de um pequeno aclive, surgiu uma placa discreta com o nome “ Chalés do Sol”. — Raví… o que é isso? — perguntei já maravilhada. — Nosso esconderijo por hoje — respondeu me dando um soninho rápido. — Só eu e tu. Sem pressão, sem barulho, sem ninguém enchendo o nosso saco. — O chalé era pequeno, rústico, com paredes de madeira escura e janelas grandes que davam vista pro verde. Dentro, tudo arrumado: cama enorme com lençóis brancos, ar-condicionado ligado, banheiro com banheira e uma cesta com frutas e vinho sobre a mesa. Tudo era lindo, parecia coisa de novela. — Tu pensou em tudo isso? — perguntei, surpresa. Nunca pensei que ia viver uma experiência dessa. — Eu queria um lugar onde eu pudesse ter tu só pra mim. Sem a gente precisar se preocupar com o julgamento de ninguém, onde a gente pudesse viver o nosso amor. — Disse colocando as mochilas em cima de uma cadeira. — Por quanto tempo? — tudo aquilo ainda parecia irreal, Raví conseguia sempre me surpreender. — Só até amanhã cedo, é pouco mas sendo bem sincero ? Uma vida toda contigo ainda não ia ser suficiente. — Me aproximei devagar, ainda meio tímida com o gesto, com ele… Ele tocou meu rosto com uma das mãos e segurou minha cintura com a outra. — Cê não faz ideia do quanto eu sonhei com a gente juntos de novo, Lorena. — — E eu morrendo achando que tu nem me queria mais… — o abracei permitindo sentir mais um pouco daquele momento. Ele levou minha cabeça me fazendo olhar pra ele, soltou um riso abafado e mordeu o lábio. — Eu queria era te deixar doida. Eu gosto quando tu sente a minha falta… gosto de saber que tu só pensa em mim, que tu é toda minha. — — Isso é maldade e idiotice. — fui bem sincera o que ele fez comigo foi uma p**a de uma babaquice mas fazer o que né? Aqui estava eu de novo, com ele. — Isso é vício. Tu virou meu vício, mulher. Sei fazer mais nada sem pensar em tu. — O beijo começou ali mesmo, no meio da sala. As mãos dele me puxaram com força, o corpo colando no meu. A língua invadiu minha boca com fome, e a mão que antes repousava na minha cintura deslizou até minha b***a, apertando sem dó. — Que saudade da tua pele, da tua boca… do teu corpo. — ele murmurava entre os beijos. — Assim eu fico com vergonha — sussurrei, ofegante. — Vergonha? Depois de tudo que tu já fez comigo? — Ele riu. — Tu gosta é de pagar de sonsa com esse fogo todo que tu tem. Tua cara de safada não me engana não. — Solteiro um gritinho quando ele me pegou no colo de repente, me fazendo rir e segurar no pescoço dele, passei as pernas ao redor dele já me sentindo molhar. — Raví! — — Quietinha, que agora vou te comer. — Me levou até o quarto e me jogou na cama. Subiu por cima com o peso do corpo todo quente, os olhos ardendo de desejo. — Tira essa blusa — ele ordenou, a voz rouca. — Tira tu, não tô com vontade… — desafiei mordendo meus lábios. Ele riu, se levantou, tirou a camiseta e me puxou pra sentar. Com a boca, foi subindo minha regata até os s***s e depois com a mão passou pela minha cabeça. Depois ele tirou meu sutiã, meus s***s ficaram expostos, os m*****s já enrijecidos pelo frio do ar e pelo t***o que eu tava. — p***a… — ele gemeu baixo. — Tu é muito gostosa. Tu me deixa louco de desejo. — Ele me empurrou de volta na cama e se ajoelhou entre minhas pernas. Tirou meu short e calcinha num só movimento. Depois, me olhou como se estivesse diante de uma obra de arte. — Abre as pernas. Deixa eu ver tua bucet@, tô com saudades do meu verdadeiro amor. — Obedeci, mesmo sem fôlego enquanto ria da piada dele. Ele olhou minha i********e de forma descarada, a um tempo atrás eu teria fechado minhas pernas com vergonha mas hoje em dia eu adorava esse olhar dele, de desejo, de fome. A língua dele veio logo em seguida. Lenta, molhada e certeira. — c*****o, Lorena… que saudade eu tava dessa tua bucetinh@. — — p**a que pariu… — gemi, arqueando as costas. Ele não parava. Sugava, chupava, mordia de leve. Passava a língua como se estivesse assinando o nome dele em mim. E depois, me olhava com aquele sorriso que só ele tinha, dava pra ver os lábios dele úmidos com os sucos da minha excitação. — Fala pra mim que tu é minha. — — Eu sou… tua Ravi, só tua. Agora me fode por favor. — Credo, o t***o tava tão grande que nem eu sabia o que eu tava falando. Raví parecia gostar desse meu lado pois deu uma gargalhada alta. Ele se levantou, abriu o zíper da calça e deixou o p*u escapar, duro e pulsante. Colocou a camisinha e se debruçou sobre mim de novo. — Agora tu vai me sentir de verdade, vou meter até o talo. — Entrou devagar, com firmeza. O gemido escapou da minha garganta sem controle. As mãos dele seguravam meus quadris enquanto o ritmo aumentava. — Tu me aperta como se fosse feita pra mim, mulher, toda apertada, toda minha, só minha. — Sua boca tomou a minha num beijo quente e cheio de desespero. — Vai… mais… — implorei assim que nossos lábios se separaram. Cruzei minhas pernas ao redor dele, logo ele obedeceu. As estocadas ficaram rápidas, intensas, pesadas. — Tu gosta quando eu te fodo assim, né? — — Gosto… — respondi soltando um gemido. — Tu gosta de ser minha p*****a escondida? — — Gosto, p***a! — Impressionante como no sexo a gente fala e pensa numas coisas. — Então sente. Sente tudinho que é teu. — Gozei com ele dentro de mim, gritando o nome dele. E ele gozou logo depois, mordendo meu pescoço, tremendo, gemendo contra a minha pele. Caímos os dois ofegantes, suados e grudados um no outro. Seu pasu ainda estava dentro de mim, conseguia sentir a camisinha quente cheio da porr@ dele. O único som que se ouvia no quarto era os da nossa respiração. — A gente não presta. — ele disse enquanto saia de dentro de mim. — Mas a gente se entende. — falei me sentando na cama e arranhando a barriga dele com as unhas. — E se deseja, até demais. Não conseguimos ficar longe um do outro. — Ele disse enquanto tirava a camisinha, amarrava e jogava no chão do quarto. Seu p*u ainda tava meia bomba. — É como você diz, vício. — falei sorrindo pra ele e o observando atentamente, homem gostoso do caralh4. Dobrei minhas pernas as abrindo, joguei meu cabelo para trás e lhe dei um sorriso. — Aguenta mais uma ? — Ele sorriu e apertou o p*u me olhando. — Aguento mocinha, mas primeiro vou te colocar pra mamar… — ele murmurou com aquele sorriso sacana, ele me chamou com a mão e o fiquei de quatro no chão, ele se sentou na beira da cama e sua mão firme guiando minha cabeça para baixo. Meu coração disparou, mas o desejo falou mais alto. Olhei pra ele de baixo pra cima, só pra provocar. A língua roçou na pele quente do p@u dele e ouvi um gemido escapar da sua garganta, rouco e carregado de prazer. Quando o envolvi com a boca, senti o corpo dele reagir de imediato, os dedos se enfiando nos meus cabelos, puxando de leve para marcar o ritmo. Eu me deixei levar, aumentando a sucção aos poucos, saboreando cada tremor que causava nele. Era minha primeira vez fazendo aquilo, mas eu vi uns vídeos na internet e tentei fazer o mais parecido possível. O sotaque dele escapou ainda mais forte, arrastado entre suspiros. — Put@ que pariu, Lorena… tu vai me deixar maluco desse jeito. Que boquinha gostosa mulher. — Aquilo me fez acelerar, explorando cada reação, sentindo-me no controle de um homem que, no fundo, era quem sempre tentava me dominar. Depois que ele gozou ele me chupou inteira me fazendo gozar na boca dele. Quando terminamos a cama tava bagunçada, o lençol molhado de suor, e o cheiro dele impregnado em mim como se tivesse marcando território. Raví tava ali do meu lado, com aquele sorriso safado no rosto, olhando fixo pra mim como se eu fosse a única coisa que importasse naquele mundo. Ele me puxou pra um beijo longo, molhado, cheio de desejo. E naquele chalé, naquele momento, só existia a gente. Eu era a outra. Eu era a escondida. Mas naquele momento… era como se o mundo fosse só nosso.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR