Pré-visualização gratuita Episódio 1
Elizabeth aconchegou-se mais perto de Sebastian no sofá, apreciando o calor do seu corpo enquanto o filme passava ao fundo. Tudo parecia tranquilo até que ele, desviando o olhar da tela, começou a procurar o pescoço dela com os lábios. Ela soltou uma risadinha, tentando se esquivar, mas Sebastian não parou e começou a fazer cócegas nela, o que provocou uma divertida disputa de risos que terminou com ela presa sob ele.
— Você é insuportável. Ela comentou entre risos.
— Eu sou o seu insuportável. Ele respondeu com um beijo apaixonado.
A atmosfera no quarto mudou abruptamente quando Sebastian prendeu os pulsos de Elizabeth acima da cabeça dela e a obrigou a olhar para ele. Primeiro foi doce, depois violento. Foi um choque de lábios carregado de desejo que a pegou de surpresa e a incendiou instantaneamente. Entre suspiros, Sebastian a empurrou contra o encosto da poltrona, os seus dedos se enroscando firmemente nos seus cabelos enquanto puxava a sua cabeça para trás, deixando o seu pescoço completamente exposto para mordê-lo com uma pressão que beirava a dor.
— Meu Deus, Sebastian! Não pare... Adoro quando você fica tão selvagem comigo. Elizabeth ofegou, com os ma*milos rígidos.
Elizabeth estava e*xcitada, os seus ma*milos duros pressionando o tecido do roupão até que Sebastian o rasgou, deixando-a exposta ao frio do quarto, um contraste gritante com o calor do seu corpo.
Ele a virou bruscamente, de modo que ela ficou de joelhos, de costas para ele. A sua boca desceu até o pescoço dela, e a suas mãos exploraram entre os se*ios, deslizando até desaparecerem entre as suas coxas úmidas, fazendo-a gemer instantaneamente.
— Você gosta quando eu te reivindico assim, Elizabeth? Quando eu marco você como minha? Ele perguntou, puxando o lóbulo da orelha dela.
— Sim... faça o que quiser comigo. Sou toda sua, sempre serei toda sua. Ela respondeu, entregando-se à emoção do momento. — Quero que você me faça sentir como na nossa noite de núpcias.
— Só naquela noite? Ele perguntou, lambendo o pescoço dela.
Antes que ela pudesse processar, Sebastian desferiu um tapa forte e ressonante na sua bun*da, que a fez arfar.
— Você é tão perfeita, tão dócil... Estou com vontade de te quebrar um pouquinho. Ele sussurrou antes de golpeá-la novamente, deliciando-se com a forma como a pele dela avermelhava sob a sua palma. — Você me deixa te quebrar um pouquinho?
— Me quebrar... Prefiro morrer nos seus braços do que viver sem te sentir dentro de mim. Ela implorou, arqueando as costas.
Ele repetiu a estocada, apreciando o rubor na pele da esposa, enquanto com a outra mão envolvia firmemente o seu pescoço, apertando o suficiente para que ela sentisse seu controle absoluto. Os seus dedos puxaram o seu pescoço, e ela pressionou a bun*da contra a sua er*eção, que se destacava sob a calça do pijama.
Sem aviso, Sebastian abaixou as calças e a cueca até as coxas e penetrou nela com uma força que a deixou sem fôlego. As estocadas eram profundas e rítmicas, criando uma colisão constante de corpos que ecoava no silêncio da casa.
— Eu juro que você é o melhor homem com quem já estive... ninguém me faz sentir essa fome, só você. Gemeu Elizabeth ao sentir a umidade e o atrito intenso de cada penetração.
Sebastian, com um sorriso sombrio, respondeu enquanto aumentava o ritmo de cada estocada vigorosa:
— É porque eu sou o único que você já teve, Elizabeth. Disse ele, cravando os seus dentes afiados no seu ombro, seguido por um beijo terno. — Você não conhece nada além das minhas mãos.
— E eu não quero conhecer mais nada... o seu fogo, a maneira como você me possui, é o suficiente. Ela conseguiu dizer entre gemidos incontroláveis. — Mais, Sebastian. Por favor!
Elizabeth gemeu incontrolavelmente, sentindo a umidade e o atrito intenso de cada penetração que a levavam ao limite.
— Mais forte! Deixe doer um pouco para eu saber que não estou sonhando! Elizabeth implorou, entregando-se à umidade e ao calor do momento. — Por favor, meu amor. Seja só meu.
— Vou deixar as marcas dos meus dedos para que amanhã, quando você se vestir, se lembre de cada uma dessas estocadas. Ele declarou, apertando o abraço antes de chegarem juntos ao clímax.
Ela adorava aquela agressividade, aquela versão de Sebastian que a reivindicava com tanta fúria no sofá de couro. Contudo, em meio ao clímax, Sebastian fechou os olhos e imaginou que aquele corpo não era o que ele conhecia de cor. Ele estava usando a emoção do momento para alimentar uma fantasia com sua parceira, buscando na violência dos seus movimentos a adrenalina que a rotina lhe havia roubado.
Quando terminaram, Elizabeth deitou-se sobre ele, ainda tremendo e sem fôlego, sentindo-se a mulher mais satisfeita do mundo. Sebastian se afastou e a abraçou. Elizabeth puxou o braço suado do marido e o fez sentar ao seu lado, aconchegando-se a ele.
— Isso foi... incrível, Sebastian. Ela sussurrou, recuperando o fôlego. — Vamos subir, tomar um banho juntos e continuar na cama, por favor. Preciso sentir a sua pele sob a água quente, quero que você continue me tocando exatamente onde eu gosto.
Sebastian, no entanto, já estava frio. Afastou-se dela quase imediatamente para procurar as calças.
— Não me deixe assim, com o corpo ardendo… vamos terminar isso no banheiro. Quero que você ensaboe cada centímetro que acabou de morder. Ela insistiu, com os olhos marejados.
— Eu disse não, Liz. Você sabe que o trabalho não espera, nem mesmo por isso. Ele respondeu com uma frieza que quebrou o encanto.
— Só dez minutos, Sebastian… Implorou a esposa, quase suplicando. — Preciso de mais um pouco, não me deixe esperando assim.
Sebastian terminou de vestir as calças e virou-lhe as costas, passando as mãos pelos cabelos.
— Suba. Aproveite a água e relaxe, porque tenho uma longa noite com a Victoria em frente à tela. Concluiu, virando-lhe as costas e indo em direção às escadas. — Preciso verificar um caso importante. Vá, não me espere, porque tenho uma videochamada com a Victoria e vai levar a noite toda.
Elizabeth sentiu um vazio repentino, mas assentiu e subiu as escadas. Ela se cobriu com o cobertor que ainda estava no sofá, se enrolou e subiu para tomar banho antes de ir para a cama. Essas ligações geralmente duravam horas. Elizabeth não sabia sobre o que eles poderiam conversar se se vissem o dia todo no escritório, mas ela nunca questionava o trabalho dele, assim como ele nunca questionava o dela.
Assim que a porta do quarto se fechou, Sebastian entrou no seu escritório e conectou-se. Passou as mãos pelo peito e pescoço suados e bagunçou os cabelos. A imagem de Victoria apareceu na tela, o decote revelador o suficiente para não deixar nada para a imaginação.
A primeira coisa que Sebastian viu foram seus sei*os fartos na pequena peça de renda e como os seus cabelos loiros caíam de lado sobre o ombro, os seus lábios inchados e vermelhos. Ela franziu a testa assim que o viu e um sorriso surgiu.
— Você parece agitado, Sebastian... e bastante suado. Disse ela suavemente. Estava malhando a essa hora?
Sebastian recostou-se na cadeira, sentindo a verdadeira emoção começar agora. Ele não conseguia desviar o olhar do decote dela, nem da ereção que sentia ao imaginar todas as coisas que poderia fazer com ela.
— Algo assim. Ele respondeu com um sorriso malicioso, passando a mão pelo peito nu. O mesmo peito que Victoria tanto desejava sentir e lamber. — Foi uma sessão bem intensa.
Victoria inclinou-se provocativamente em direção à câmera.
— Que desperdício de energia. Concluiu Victoria, lambendo os lábios. — Da próxima vez, faça comigo. Garanto que os meus exercícios aeróbicos vão te deixar muito mais cansado do que qualquer outra coisa.
A sua ereção ficou ainda maior, assim como o seu sorriso.
— Talvez eu aceite a sua proposta, Victoria. Ele sussurrou. — Muito em breve.