Os salgueiros, exatamente como Nathan havia prometido, deixaram os seus galhos caírem no riacho com uma elegância melancólica, e foi então que Elizabeth conseguiu sorrir pela primeira vez. — Você tinha razão sobre os salgueiros. Comentou Nathan enquanto se sentavam, quebrando o silêncio. — Parece que eles estão tentando alcançar algo no fundo do rio. Elizabeth assentiu, distraída pelo som da água batendo nas estacas de madeira. Era um ritmo constante, quase hipnótico, que conseguia acalmar, ainda que um pouco, o caos que ela ainda sentia por dentro. Lá dentro, a luz de velas suavizava as feições de Nathan, e ele a olhava com uma calma à qual ela não estava acostumada. — Você parece vir aqui com frequência. Disse ela, tentando parecer relaxada. — Você conhece cada canto. — Venho aqui qu

