Nathan acariciou suavemente a bochecha dela com o polegar. — Há muito tempo que queria te dizer isso. Ele confessou, com a voz um pouco rouca. — Para todos os outros, você era a esposa do meu sócio, mas para mim, você foi a única pessoa em quem pensei desde o momento em que a conheci. Dói vê-la sofrer, e não posso continuar fingindo que não quero estar com você... que não quero cuidar de você. Ele aproximou-se bem devagar, dando-lhe tempo para impedi-lo se quisesse, mas Elizabeth não se moveu. Pelo contrário, buscou o seu toque. O beijo começou como um roçar quase imperceptível, como uma pergunta silenciosa. Era suave, lento, dando-lhe total controle. Nathan a tratava como se ela fosse algo precioso que ele não queria quebrar, mas quando Elizabeth suspirou contra os seus lábios, o beijo

