O ENCONTRO COM SENHOR EVANS LEWIS

2402 Palavras
O motorista saiu e abriu a porta pra eles, Marcos saiu primeiro em seguida seu pai, quando já estavam do lado de fora um olhou pro outro, não precisando falar nada pois seus olhares já dizia tudo. O motorista então falou: — Por aqui, por favor! Eles os acompanharam até uma grande porta que assim que se aproximaram um homem vestido igual um pinguim, abriu a porta, Marcos o olhou e logo pensou — claro, um homem como o senhor Lewis, tinha que ter um mordomo! O mordomo os cumprimentou. — Bom dia senhores por favor me acompanhem! Marcos e o pai o acompanhou olhando para aquele lugar que mais parecia uma daquelas casas de filme, tudo muito sofisticado cada coisa naquele lugar deveria valer uma fortuna, o senhor Mário, ficou olhando tudo com muita admiração, ele que pensou que tinha conquistado uma fortuna, olhando pra tudo aquilo, pensou que cada quadros daqueles valia muito! — E eu que pensei que tinha juntado uma fortuna uau! — Falou baixinho pro filho, tenso Marcos não fala nada, só olha ao redor. Logo o mordomo parou em frente uma grande porta, depois de bater duas vezes, abriu as duas partes da grande porta e fez um gesto com a mão para que eles entrassem, depois que Marcos e seu pai entraram ele saiu fechando as duas partes da grande porta. Já lá dentro, o senhor Evans os cumprimentou. — Bom dia senhores Vallérios — ele falou se aproximando e apertando as mãos dos homens a sua frente. em seguida falou: — Venham sentam-se aqui comigo — ele fala seguindo na direção de um conjunto de sofá sofisticados de couro na cor bege claro, depois de se sentarem, o senhor Evans os perguntou: — Vocês bebem algo? Marcos e seu pai disseram juntos: — Não, obrigado. — Então vocês querem ir direto ao assunto ou querem conhecer a propriedade "afinal é da minha filha que também é a sua esposa, doutor Marcos!" — Sim, e é por isso que eu estou aqui pra lhe falar que em hipótese alguma a Anne e nem a família dela deve saber disso, Não sei se o senhor está ciente de tudo que aconteceu com a Anne, ela é rodeada de pessoas m*l intencionadas! — Sim, Marcos, eu sei de tudo, a anos que eu venho investigando aquela família, parece que só a Anne e a irmã mais nova que também está namorando seu irmão, se salva, o resto é bem, digamos complicado! Foi por isso que lá no hospital eu quis falar com você em particular eu não quero e nem faço questão de apertar a mão de nenhum daquela família, a não ser dos que estiverem do lado da minha filha, mas isso vai ser no momento certo! Marcos, eu não vim causar problemas, mesmo porque agora não adianta mais, Anne, já é uma mulher adulta e cansada eu não posso fazer nada a não ser esperar até o momento certo pra me revelar, Sim, porque isso um dia vai ter que acontecer! Mais cedo ou mais tarde, espero que seja bem mais cedo, pois eu quero fazer parte da vida delas, eu quero curtir minha filha e neta! Por isso eu tenho uma condição. Seis meses, seis meses e o prazo que eu posso dar pra continuar anônimo. No aniversário da minha neta de um ano eu já pretendo estar presente como o avô dela, não me importa nenhum perigo eu as protegerei. Mas nesse período eu quero visitá-las, quero está presente lado a lado na vida delas, nós vamos ter que arranjar um jeito disso dar certo, Marcos, eu quero aparecer nas filmagens nas fotos quero pegar a minha neta nos meus braços, já que me tiraram isso quando a Anne nasceu, eu quero brincar com ela, você vai levá-la até a pracinha e eu vou estar lá pra participar de perto da vida delas! Eu preciso disso, eu fiquei até agora firme pra poder tê-las perto de mim, então, eu te peço, não me privar disso. — Mas, senhor Evans, o senhor não acha muito perigoso? E se alguém descobrir? Eu temo pela segurança delas, o senhor é um homem muito rico, se alguém descobrir, eu temo o pior, tipo sequestro, senhor…não Marcos, não tenha medo, não se preocupe com isso, eu sei como fazer dar certo. Senhor Evans, desculpe-me pela pergunta que eu vou fazer; Já faz muito tempo que tudo aconteceu, o senhor não pensou em se casar e ter outros filhos? — Não Marcos! Como eu te disse, assim que eu mandei exuma o corpo da bebê para fazer um exame mais detalhado com o propósito de descobrir mais sobre a causa da morte dela, foi quando veio a bomba, que aquela bebê não era minha filha e pra minha surpresa nem da minha mulher, que ainda estava viva muito doente, mais viva! Então, eu jurei pra mim mesmo que ia encontrar minha filha, nem que pra isso eu perdesse tudo que eu tinha, que na época, não era muito como agora, pois eu só estava começando, então, comecei a colocar gente pra investigar detalhe por detalhe, mas a cada mês que se passava ninguém encontrava nada, gastei muito dinheiro! Então, pra eu continuar eu precisava ter dinheiro, e foi assim que me enfiei no trabalho mesmo sofrendo. Enquanto os detetives iam atrás das pistas, gastando, eu trabalhava duro pra ganhar pra eles terem como continuar, e ao mesmo tempo cuidando do bem estar da minha mulher, que seis meses depois não aguentou mais, se matando. Sim, naquele dia no hospital, eu disse que ela tinha falecido, mas não falei do que, então, depois que ela teve alta da maternidade ela nunca mais foi a mesma, ela entrou em uma depressão profunda, mesmo com os melhores tratamento ninguém conseguiu curá-la, até que um dia ela tomou todos os remédios de uma só vez e a empregada a achou caída no chão do quarto, chamou o socorro, mas era tarde demais! Naquela época, se eu tivesse encontrado a mulher que fez a troca dos bebês, eu mesmo teria a matador com as minhas próprias mãos, foi um baque muito grande pra mim quando ouvi que a minha mulher tinha falecido, eu só não morri junto porque jurei pra mim mesmo que antes, eu ia destruir a mulher que fez aquilo com a minha família. Então respondendo sua pergunta; Como eu tinha que trabalha duro pra poder achar minha filha e destruir a mulher que destruiu a minha família, eu não podia me casar de novo, pois mulher nenhuma iria suportar viver ao meu lado desse jeito, e eu não queria e nem podia me distrair com outra família e outros filhos, então eu optei em não me casar de novo, Anne e a minha única filha já que fiz uma vasectomia dois anos depois do falecimento da minha mulher, de vez em quando eu precisava relaxar, sim é exatamente o que vocês estão imaginando, mas não podia e nem queria compromisso, então eu pagava, mas ao mesmo tempo não podia correr o risco de engravidar nenhuma das contratadas. Então antes de eu começar a contratá-las, fiz, e deu super certo, então, Anne é sim a minha única filha, e vai ser pra sempre! Eu não amei ninguém mais, o meu amor foi só da minha mulher! Nós nos conhecemos no colégio e estudamos juntos, ela era tudo pra mim. Marcos desde que eu encontrei a Anne, eu não, o detetive, depois que ele me disse que talvez tinha encontrado uma pista eu vim pra cá imediatamente, coloquei gente no calcanhar daquela família, foi aí que o detetive, teve uma ideia de contratar um jovem para frequentar o mesmo bar que a irmã mais nova da Anne e fazer amizade com ela e assim descobrir tudo, então o jovem descobriu tudo, que Anne tinha sido traída pela irmã mais velha e tinha ido embora pra Nova York Foi quando eu parti pra lá com meus pessoal e quando eu a vi pela primeira vez, meu Deus, eu não tive dúvidas ela é igualzinha a mãe dela, quando era da idade dela! Mas eu tinha que ter certeza então comecei a segui-la discretamente é claro, e uma vez ela estava com um grupo de amigos parece que eles estavam comemorando e quando ela foi embora eu peguei o copo e mandei fazer o exame de DNA e deu positivo ela era a minha filha! Marcos, eu quase tive um infarto, eu falava pra mim mesmo, não, eu não posso morrer agora, não agora que a encontrei, não posso e comecei a estar onde ela estava, no seu jantar de pedido de namoro eu estava lá, dentro do meu carro e sabe quem mais estava lá o ex dela ele começou a seguir-lá igual um doente. Então contratei uns seguranças para ficar a disposição da Anne, mas tudo discretamente quando ela sumiu e foi para na galeria de artes, eu estava lá e o ex dela também, ele ficava na entrada próximo da empresa Dela vigiando-a, eu passei o vigiar, pois temia que ele a fizesse m*l, só fiquei mais aliviado quando ele pegou o vôo de volta pro Brasil, mesmo assim eu coloquei pessoas vigiando os passos dele e da tal Jane, que também apareceu lá em Nova York atrás da Anne. Marcos, o espaço que a Anne vai abrir a loja dela, o proprietário não queria vender, eu comprei pelo dobro do valor e vendi pra vocês por um preço simbólico, pois se a minha filha quiser, ela terá! É o mínimo que eu posso fazer depois de tudo que ela passou, então meu rapaz, eu e você só queremos o bem delas duas. — Sim, é só o que eu quero, senhor Evans Anne e a mulher da minha vida — Sim, eu sei e você e a razão da vida dela, eu sei disso, por isso nós vamos ter que nos unir para não deixar que nenhum m*l aconteça a elas. Nesse momento o senhor Evans se levanta e estica a mão para apertar a mão do Marcos dizendo: — Então você está comigo? Marcos levantou-se olhando para a mão do homem, ele aperta dizendo: — Sim, tudo pelo bem delas! Depois disso o senhor Evans falou: — Agora vamos conhecer um pouco da casa, ela é tão grande que não dá pra conhecer tudo em um dia só. Depois que eles conheceram um pouco da propriedade, Marcos decidiu ir embora, então falou: — Senhor Evans, desculpe-me mas eu preciso ir, Anne está me esperando para mudar os curativos que já passou da hora, então como eu faço pra chamar um táxi? — Nada de táxi, o motorista irá levá-los! E não precisa se desculpar, eu fico muito feliz em ver a sua dedicação e preocupação com ela. Eu te ligarei pra marcar uma visita, vamos combinar o que você vai dizer a ela quem eu sou dessa vez. — Ah senhor Evans eu estou muito desconfortável com essa situação eu e a Anne nós prometemos que um nunca ia mentir pro outro, e com essa situação que o senhor está me colocando, eu estou tendo que mentir pra ela e não estou nada confortável com isso. — Marcos, não fique, tudo vai se ajeitar Você vai ver! — Senhor, o senhor já parou pra pensar no que a Anne vai achar de tudo isso, Do senhor está a anos a seguindo sem realmente se apresentar Anne é uma mulher muito geniosa por ela já ter sido traída, ela tem pavor de mentiras, ela tem dificuldade de se relacionar com gente que tenta passá-la para trás, o senhor já fez várias coisas que ela com certeza reprova! Como a seguir em silêncio, Comprar e vender o espaço onde ela vai abrir a loja dela, que por sinal pelo o que conheço dela, se ela souber disso, não vai mais querer abrir a loja lá, se aproximou dela na clínica com má intenção, sem falar que o senhor também estava no shopping quando ela desmaiou, e falando sobre isso, porque naquela época o senhor não foi até o hospital para falar com ela? — Porque naquela época, eu ainda não estava preparado pra aparecer! — Quando o senhor foi no hospital dessa vez, ela ficou com a sensação que já lhe conhecia de algum lugar que ela não se lembra, mas a qualquer momento ela pode se lembrar, já, já isso vai acontecer, foi no hospital visitá-la e mais uma vez não disse a sua verdadeira identidade, eu temo pela reação dela, senhor Evans, então vamos ver direitinho uma maneira de acabar logo com isso mas sem causar nem um danos a ela, assim que der, eu vou revelar tudo! Porque não quero ter que mentir mais pra ela. — Sim Marcos, por isso que você está com essa missão, ninguém melhor do que você pra conta a ela, Mas no seu tempo. Começando a conta de hoje até daqui a seis meses, quando ela terminar o resguardo você já vê uma maneira de conversar com ela, só você vai pode fazer isso, com calma e muito carinho, ela confia em você então…Conta o que realmente aconteceu, como que descobriu no momento que ela precisou de sangue que realmente foi verdade. — É mas, por enquanto vamos deixar isso quieto, ela precisa de tranquilidade nesse momento para poder se recuperar completamente, — Sim Marcos, como você quiser. — Tá bom, eu vou ver o que faço e como faço, agora realmente precisamos ir! Vamos pai? Sim, filho vamos! Senhor Lewis foi um prazer mais uma vez estar com o senhor. — O prazer foi todo meu doutor Mário — ele fala apertando a mão do senhor Mário Vallério. Marcos também se despediu e eles saíram indo pro carro no qual o motorista já foi avisado pelo mordomo para os levar de volta até a residência do senhor Marcos. E assim eles entram no carro que já está com as portas abertas e depois que eles entraram o motorista fechou e segue pro carro depois que todos estão acomodados no interior do veículo o motorista liga o carro e seguir, dentro do veículo Marcos e seu pai não falam nem uma palavra, pois eles não estão sozinhos. Ficando quietos o tempo todo, o carro segue devagar diferente da vinda que veio correndo bastante.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR