conselhos de uma mãe

836 Palavras
~~CAPÍTULO 16~~ BAILEY ROSS Meu irmão saiu assim que terminou de tomar café da manhã, Lucas está brincando com Salvatore no jardim enquanto tia Fiorelle cuidava das rosas, eu subi as escadas para o primeiro andar onde Matteo está hospedado. A porta de Matteo não estava trancada. Escorreguei para dentro do seu quarto na ponta dos pés, prendendo a respiração. Ele não estava lá, mas eu podia ouvir a água correndo no banheiro. Me arrastei nessa direção. A porta estava entreaberta. Olhei pela fresta. Nos últimos dias eu aprendi que Matteo era um homem de hábitos, então eu o encontrei sob o chuveiro, como esperado. Do meu ponto de vista eu não conseguia ver muito. Abri a porta e entrei. Minha respiração ficou presa na visão dele. Ele estava de costas viradas para mim e era uma imagem gloriosa. Os músculos de seus ombros e costas estavam flexionados enquanto ele lavava o cabelo escuro. Naturalmente, meus olhos mergulharam mais abaixo pelas costas, e ele estava perfeitamente em forma. Eu nunca tinha visto um homem desse jeito, mas eu não podia imaginar alguém que pudesse se comparar a Matteo. Ele começou a se virar. Eu deveria sair. Mas estava olhando admirada para o seu corpo. Ele ficou tenso quando me viu. Seus olhos capturaram o meu olhar antes que eles deslizassem sobre a meu vestido e pernas nuas. E então eu encontrei uma resposta para a minha pergunta. Ele realmente não tinha estado e******o antes. Ah, droga. Minhas bochechas se aqueceram enquanto eu o via crescer mais duro. Fiz tudo que eu podia para não cruzar a distância entre nós e tocá-lo. Matteo desligou o chuveiro com movimentos vagarosos e enrolou uma toalha na cintura. Então ele saiu. O cheiro do seu shampoo flutuou até meu nariz. Lentamente, ele avançou para mim. Ele disse em uma voz estranha. — Você não pode entrar no meu quarto, poderia custar a minha vida. Eu ainda não podia me mover. Eu estava feito pedra, mas meu interior parecia queimar como lava incandescente. Eu não conseguia desviar o olhar. Eu não queria. Meus olhos pousaram na borda da toalha, sobre a linha fina dos cabelos escuros que desapareciam sob ela, o delicioso V de seus quadris. Por vontade própria, minha mão se moveu, alcançando o peito de Matteo, precisando sentir a sua pele sob os dedos. Matteo pegou meu pulso antes que eu pudesse tocá-lo, seu aperto quase doloroso. Levantei o olhar, meio envergonhada e meio surpresa. O que eu vi no rosto de Matteo me fez estremecer. — Você precisa ir embora. Ele murmurou enquanto se endireitava. Seus dedos ainda estavam enrolados em volta do meu pulso. — Então me deixe ir. Ele fez isso de imediato, e deu um passo para trás. Eu fiquei onde estava. Eu queria tocá-lo, e eu queria que ele me tocasse, também. Ele falou um palavrão e então estava em cima de mim, uma mão segurando minha nuca, a outra em meu quadril. Eu quase podia saborear os seus lábios, que estavam tão perto. Seu toque me fazia sentir mais viva do que qualquer outra coisa já fez. — Saia. Ele murmurou. — Saia antes que eu quebre o meu juramento. Ele falou como um meio apelo, meia ordem. Eu queria que ele quebrasse o seu juramento, não queria nada mais que isso, mas algo em seu olhar me fez recuar alguns passos. Eu estava chateada, mas não era estúpida. Deixando o meu olhar percorrer o comprimento dele uma última vez, eu rapidamente corri para fora e atravessei o quarto, parando apenas para verificar o corredor antes de sair. Não havia ninguém em volta, então eu saí e corri em direção ao meu quarto. Peguei o telefone e liguei para mamãe — Filha. Ouvi a voz da mamãe do outro lado da linha. — Ele me rejeitou mãe, me expulsou do seu quarto. — Bailey, pelo amor de Deus, não faça isso na casa do seu irmão, vai matar esse rapaz sem a intenção de o fazer, Matteo fez o certo de te rejeitar, uma mulher não pode entrar no quarto de um homem e ficar a sozinhos sem estar comprometidos. — Mãe, eu estou cansada dessas regras. Essas regras são tolas, dificultam minha vida. — É o preço de viver sob a máfia, por mais que a gente te cubra de amor e luxos, as regras estão lá para que não estrague sua vida. — É sobre reputação. — Sim. pelo amor de Deus, se encontrem fora de casa. — A senhora não está brava? — Porque estaria amor? — Por eu escolher um simples guarda-costas. — Ele é o homem que a minha filha escolheu, eu não poderia estar mais feliz. — Te amo mãe. — Eu também te amo. Depois da ligação da mamãe, eu desci para falar com tia Fiorelle. — Sua mãe está certa Bailey, por mais que não tenham se envolvido intimamente, não entre no quarto dele, pelo menos aqui, homens comentam, tenha muito cuidado. — Eu prometo.
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