Quem mexe com ela mexe comigo

1713 Palavras

Pantera narrando Cheguei no barraco da Ayla já na intenção de pegar ela no colo, dar uns beijos demorados e ouvir aquele. — Pantera… Manhoso que ela solta quando tenta fingir que não tá com saudade. Mas, assim que botei o pé na viela, senti o clima errado. Pesado. Silencioso demais. A porta tava encostada, e eu ouvi um chorinho abafado lá dentro. Meu maxilar travou na hora. — Que p***a é essa… — murmurei, já ficando no estado. Empurrei a porta devagar e entrei. A cena bateu no meu peito como um tiro: Ayla sentada no sofá, os olhos vermelhos, o rosto molhado… E Mari do lado, segurando a mão dela, sussurrando umas palavras baixas pra acalmar. Ayla chorando. Minha mina chorando. O sangue subiu nas veias como gasolina pegando fogo. — Ô, que que tá rolando aqui? — falei, a voz já ro

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