TONY Ficamos alguns minutos assim, jogados na cama, vejo uma luz vindo na estrada, na nossa direção, deve ser um dos meus homens, que está vindo, vigiá-la. Sento na cama, totalmente se forças de ir, de deixá-la, ela cobre-se, com a sua coberta, toca no meu ombro, e tanta falar. - Tony, vamos...... - Não Aurora, você vai e ponto final. Ela sai, e entra no banheiro, muito inconformada, eu recolho as minhas roupas, troco-me rapidamente e pulo a janela de volta, antes eu pego a calcinha dela, quero ter algo dela, para me lembrar. O meu homem, estava-me aguardando la fora, explico e vou, voltando para casa, tento-me concentrar, preciso voltar para a realidade, e julgar Laura. Nunca fui romântico, gentil, ou um herói, depois da minha mãe sumir, e o meu pai morrer inesperadamente, essa foi

