Helena:
Chegamos em casa e eu vou tomar banho, encho a banheira, jogo sais de banho, tiro a roupa e entro na água morna, fecho os olhos e relaxo por minutos, até que vem os pensamentos, lembranças e desejos.
Toda vez que pensava no Gean, o calor me dominava, ou quando lembrava do mesmo colocando seus lábios na minha genitália, ou quando lembrava de seu grande m****o rígido na entrada da minha v****a, jorrando e eu desejando o ter em mim.
Começo a me tocar, massageio meu c******s em movimentos circulares.
— Cheguei em uma hora boa — ouço a voz atrás de mim.
Fico cheia de vergonha e imagino meu rosto vermelho.
— Sai daqui! — grito — Será que não posso ter privacidade na própria casa?
— A cozinheira quer saber, se a senhora quer jantar ou fazer um lanche.
— Não estou com fome.
Ele se aproxima de mim, respirando perto do meu pescoço.
— Se vai me ajudar a crescer na vida e parecer com você, devia deixar eu te ajudar de alguma forma também — diz leve em meu ouvido.
— Em quê? — sinto o nervosismo.
— Te dá prazer — diz, passando a mão leve por meu pescoço e me fazendo arrepiar.
— Não posso certas coisas com meus funcionários.
— Sou o pai do seu bebê — diz doce e morde leve o lóbulo da minha orelha.
Solto um gemido. Então ele põe sua mão na água, descendo até tocar minha pele, massageia meus s***s, logo puxa meu bico como se fosse arrancar, mas de uma forma gostosa, que, ao sentir dor, eu sentia mais excitação.
Ele desce a mão e prensa meu c******s com dois dedos, depois começa a massagear como eu fazia antes e me causar prazer.
Após minutos, ele levanta, faço uma cara triste, mas logo ele tira a roupa e entra na banheira também, vejo o mesmo se sentar e seu pênis continuar erguido sobre a água.
Mordo os lábios.
Ele começa a fazer massagem nas minhas pernas e depois põe uma perna de cada lado para fora da banheira, me fazendo erguer o tronco. Segura minha b***a e chupa minha v****a que estava sobre a água.
Ele me chupava, fazendo meu corpo ficar fraco, eu gemia como gato no cio, apertava suas costas marcando com minhas unhas. Depois, me endireita, me puxa para seu colo e sinto, embaixo de mim, seu p*u duro.
O mesmo acaricia meus ombros, s***s, corpo todo e logo se aproxima dos meus lábios, me deixando mole e excitada. Então resolvo tomar iniciativa, masturbo um pouco seu mastro e logo procuro passagem em mim com ele, era devagar para não doer, pois tinha anos que eu não fazia isso. Demora um pouco até que sinto me invadir e alargar o pequeno local.
O mesmo me beija, me causando t***o para cavalgar em cima de si, me movimento como se não houvesse amanhã, tirando gemidos do mesmo e fazendo-o morder meus s***s por tamanho t***o.
— Não me engravide agora — solto um gemido.
— Pode deixar — sussurra.
Depois, fico de joelhos e seguro na borda, enquanto ele vem por trás e me penetra, estoca por diversas vezes, me fazendo gritar incontrolavelmente.
O mesmo segurava meus ombros com força, às vezes soltava uma das mãos para poder esbofetear minhas nádegas, era bom.
Depois, ele levanta e me puxa, saímos da banheira, o mesmo se senta na tampa da privada e me puxa para seu colo.
— Gosta de academia? — pergunta de uma forma gostosa.
— Talvez.
— Então pode agachar — sorri de lado, me fazendo derreter embaixo.
Eu estava sentada de costas para ele, então o posiciono dentro de mim, começo sentando devagar, logo me solto e passo a rebolar em cima do mesmo, e quando ele puxou meu cabelo com força, passei a sentir mais excitação e me movimentar mais.
Depois, fiquei de frente, o mesmo beija meus lábios com desejo e pressa, acaricia meu rosto e eu Cavalgo calmamente em cima do mesmo.
Contraio meu músculo pélvico algumas vezes, apertando seu m****o dentro de mim, o mesmo abre a boca por tamanho prazer e eu sorrio satisfeita. Faço isso cavalgando e o homem chegou a revirar os olhos e logo lança uma súplica.
— Você é gostosa de mais e eu vou gozar em breve — diz baixo, quase sem força.
Continuo, até que ele põe cada braço em baixo das minhas coxas e me ergue para cima com força, me tirando de seu m****o e me dando a visão dele jorrar em cima de si.
Ele levanta, ainda me segurando e então me põe no chão. Entro na banheira e ele vai lavar sua barriga, depois fica me encarando.
— Não vai tomar banho?
— Posso?
— O que acha?
Ele se aproxima e entra na banheira, então fica me olhando minuciosamente.
— O que houve? — questiono confusa.
— Sei que não posso e nem devo exigir nada, mas posso te pedir algumas coisas?
— Diga.
— Não quero que me trate como um estranho depois que transarmos, você é tão incrível e sempre que me trata com indiferença, me sinto um nada, parece que não fui bom o suficiente e não mereço ficar mais próximo de você. Também não quero que se apaixone por mim… sei que devo parecer presunçoso, mas é normal nos apaixonarmos por quem está muito perto de nós, mas depois que você conseguir o bebê, eu vou embora, não tenho mais motivos para ficar recebendo regalias como agora. E meu último pedido é que me deixe ver o bebê. Esse você pode repensar, sei que quer o filho para você e não precisa de um pai para ele, você é o suficiente. Mas vai ser parte de mim, quero fazer parte da infância, ensinar as coisas, fazer diferente do meu pai, quero curtir cada passo, momento e coisas novas que ele ou ela fizerem.
— Achei que iria embora depois que eu tiver o bebê — comento sua contradição.
— Vou embora de sua casa, parar de te dar despesas, mas quero ver a criança sempre que deixar e for possível.
— Até lá, vemos isso — digo, olhando para a água turva devido ao sabão.
Ele termina o banho, se seca, se veste e logo sai do banheiro. Depois é minha vez, me seco e vou de toalha para o closet. Escolho uma roupa de dormir mais fresca, escolho um conjunto de camiseta e short, que eu poderia usar sem pôr nada que me prenda por baixo.
Após vestida, vou para a cozinha fazer um lanche, a mesa estava posta na sala de jantar.
— Deyse, não precisava fazer tanta coisa.
— O senhor Gean não trouxe a resposta, então pensei em fazer um lanche reforçado para a senhora não dormir com a barriga muito cheia e nem sem se alimentar.
— Obrigada, Dayse, o que seria de mim sem você?
Sorrio e logo me sento à mesa, me sirvo e em minutos o Gean chega, agora vestindo outra roupa.