Gean:
Os dias passavam, eu só ia para a academia, ao hospital, ver minha mãe e ficar em casa.
Não que eu fosse proibido, mas não tenho muitos lugares para ir, não conheço nada por aqui e não queria tão cedo pisar na periferia onde morava.
Então, escolhia ficar em casa, comendo, bebendo, conversando com os trabalhadores da casa e ajudando-os a fazer as coisas.
Helena estava indo todos os dias durante essa semana, a mesma voltava muito cansada e eu cuidava dela.
Hoje estava limpando o grande vídeo da janela da sala, quando vejo o automóvel chegando, o mesmo estaciona e nada dela sair. Largo tudo ali e vou rumo à porta de entrada, dando de cara com o motorista que vinha para a porta principal.
— Boa noite, senhor.
— Boa noite, onde está a Helena?
— Está dormindo no automóvel, vim lhe chamar para pegá-la.
— Ok, obrigado.
Caminho até o veículo, abro a porta, o motorista segura e eu pego ela no colo com dificuldade, caminho até a sala e a ponho no sofá com calma para não machucá-la.
Tiro sua sandália, o máximo de roupa que podia e conseguia tirar, depois a cubro com a coberta. Sento no chão perto de seu tronco e acaricio seu rosto, estava mesmo com uma cara de cansada.
As horas foram passando e eu encarando ela dormir.
— Senhor, Gean? — chama a cozinheira.
— Oi? — bocejo ao responder.
— Não vai dormir, senhor?
— Vou…
— Ai, no chão?
— É, não quero que ela caia.
— Ela não vai, mas o senhor vai ficar todo dolorido amanhã.
— Não se preocupe.
— Dona Helena não vai gostar nada de saber que dormiu m*l por causa dela.
— Depois deito em algum lugar.
— Fica no outro sofá, mas não fica no chão.
— Certo, então. Vai dormir?
— Sim, senhor.
— Só olha ela rapidinho para eu buscar mais cobertas?
— Sim.
Saio dali correndo, vou até o quarto da Helena e pego cobertas e travesseiros, desço correndo e quase caindo, então ponho tudo no sofá onde iria dormir.
— Obrigado, bom descanso.
— Para o senhor também.
A mesma se vai e eu me sento novamente no chão, continuo fazendo carinho no cabelo dela, até que me sinto cansado, quase caio em cima da mesa de centro. Me levanto, pego as cobertas, ajeito o travesseiro no sofá, então me sento, me cubro e ali mesmo durmo, sentado, com a mão direita sobre a cabeça da Helena.
***_____________***
— Bom dia — ouço uma voz doce — vamos tomar café comigo?
Abro os olhos com dificuldade, estava com muito sono. Quando meus olhos adotam a claridade, vejo seu lindo rosto bem desenhado, seus cabelos pretos e longos um pouco desgrenhados, seu sorriso atraente, mais gentil que o normal.
— Bom dia.
— Desculpa te acordar — diz constrangida ao perceber que eu estava um tanto desnorteado.
— Tudo bem — bocejo e espreguiço.
— Vai para o quarto, vamos tomar café lá.
— Por que não a mesa?
— Quero comer lá, tudo bem por você?
— Sim.
Então, vou para seu quarto, sento-me em sua cama e logo meu corpo foi escorregando por seus lençóis e colchão macio. Em poucos minutos já estava agarrado em seu travesseiro cheiroso, com os olhos fechados e contando os Carneiros.
— Está mesmo cansado — ouço a voz ecoando.
Abro os olhos e ali estava ela, com uma lingerie sexy de cor branca, sua calcinha de renda a deixava tão gostosa e era tão fininha que, vendo pelo espelho, eu logo despertei suado.
— Qual é o café? — pergunto em dúvida, me referindo a ela.
— Os dois — sorri, ficando com as bochechas vermelhas.
A mesma se senta na cama, põe a bandeja entre nós e comemos devagar, até que suje meu peito com calda do bolo. A mesma se aproxima e lambe a cauda, me causando mais t***o ainda e querendo que ela me chupasse desse jeito.
— O que achou do café? — questiona curiosa.
— Bom, mas creio que o melhor está por vir — vejo seus olhos caminharem para meu m****o e logo surge um leve sorriso em seus lábios e os mesmos são mordidos maliciosamente. — Estou satisfeito e você? — questiono já tirando a bandeja de nossa frente.
— Também.
Ponho a bandeja na mesa, tiro a blusa e encaro seu corpo.
— Dá uma voltinha?
Ela levanta e gira bem devagar, beijo seu corpo todo, depois me ajoelho no chão, ponho uma de suas pernas na cama, puxo a calcinha para o lado e chupo sua v****a.
Que mulher gostosa e gulosa, queria que eu a colocasse na boca, ou queria minha cara dentro dela, pois puxava minha cabeça com força, além de soltar gritos altos.
Logo depois, me puxa para subir e me empurra na cama, eu me sento, ela se ajoelha e começa a me chupar. Esse lado da Helena eu não conseguia, ela queria me engolir todo.
Me chupou até não aguentar mais de t***o, então levantou.
— Me come de quatro — diz bem assim, na lata, me deixando assustado.
Não sei o que essa mulher tomou, mas foi bom e assustador ao mesmo tempo.
Levanto, ela apoia as mãos na cama e empina a b***a com vontade, eu bato ali algumas vezes, deixando-a vermelhinha e mais excitada ainda.
Invado-a com calma, beijo suas costas, além de mordiscar aquela área. Estoco por alguns minutos, até ela mandar eu sentar novamente, o que logo faço. A mesma se senta de costas para mim e começa a rebolar e quicar em cima, começa devagar e depois não tem quase pausa.
Estava foguenta e me matando de desejo, se essa cena durasse o dia todo, eu viveria sem problemas algum.
Trocamos de posição mais vezes, aqui e termino gozando dentro dela, que no início não se irritou.
— O que aconteceu com você? — questiono sem fôlego.
— Só queria retribuir o cuidado que tem tido comigo esses dias.
Encaro seus olhos negros olhando o teto.
— Se for por obrigação e pagamento, prefiro que não faça. O que faço por você é espontânea, eu gosto e quero cuidar de você, odeio tudo que é forçado, seja amor, carinho, sexo, empatia e afins.
— Não fiz nada forçado.
— Mas não foi por espontânea vontade, foi por pagamento.
Me sento e suspiro.
— Vai se irritar após ter transado comigo?
— Só queria que sentisse desejo, assim como sinto por você.
— Acha que estaria aqui, sendo totalmente descarada, sem sentir nem um pouco de desejo?
Fico quieto olhando em seus olhos.
— Nunca fiz isso para homem nem um, e por mais que queira retribuir, jamais faria o que não sentisse vontade, desejo, excitação.
— Entendi.
A mesma sai séria dali, indo para o banheiro tomar um banho, quando chega lá solta um grito estridente e já até sei o porquê.