— Olá, ainda está acordada? Diz Matheus, espiando pela porta do meu quarto. Deixei aberta porque ele não tinha chegado, queria ficar de olho.
— Me diverti conversando com as meninas. Admito e sento na cama. — Você está bem? Deixei uns sanduíches no micro-ondas.
Ganho um sorriso da parte dele que retribuo.
— Pelo menos não incendiou a casa, está melhorando. Zomba. Fecho os olhos na direção dele.
— Eu te faço o jantar e você zomba de mim. Isso não é muito educado da sua parte. Reclamo.
Ele ri com prazer.
— Obrigado, meu amor. Vou um pouco à praia para nadar um pouco.
Enruguei o rosto, vendo a hora no meu celular: 21h48.
— A esta hora? Perguntei sem poder acreditar.
— Foi um dia longo, preciso relaxar um pouco. Admite.
— Pai, por favor, está muito tarde. Eu posso te relaxar de outra forma. Sugiro de forma se*xual e ele ri baixo.
— Não duvido, se quiser pode me acompanhar, assim me forçarei a voltar cedo por causa do seu trabalho amanhã. Admite. Saboreio os meus lábios e volto a olhar a hora no meu celular.
— Só uma hora. Advirto e levanto-me da cama.
Matheus concorda e sai do meu quarto. Aproveito e coloco uma calça jeans junto com um top preto.
Tenho claro que não vou entrar na água. Por mais que estejamos na primavera, a brisa a esta hora está fria. Não quero nem imaginar o quão gelada vai estar a água. Meu pai está louco por nadar.
— Pronto. Informa, passando direto pela minha porta. Suspiro fundo e pego o meu celular para segui-lo.
— Continuo achando que para relaxar não precisaríamos sair de casa. Insisto novamente com tom sugestivo. Ele ri baixo.
— Como foi com o Tomy de manhã? Ele pergunta de repente quando subimos na caminhonete. Suspiro fundo.
— Ele quer sair comigo.
— Eu sei, ele me disse antes. O que você pretende fazer? Insiste. Eu o olho.
— É lindo e não me divirto m*al com ele, mas…
— Poderia ser uma boa ideia. Interrompe-me, olhando-me de soslaio. Suspiro.
— Por quê?
— Porque isso não pode durar, Babi. Eu sou seu pai, não me interessa se não há sangue envolvido, em todos os lugares, perante a lei, eu sou seu pai. É incesto.
— Tudo bem, você tem razão. Admito e desvio o olhar porque não sei mais o que dizer. Já sabia que não duraria, mas não achei que fosse só uma vez.
Esperava mais, a verdade.
— Não estou dizendo que você deva ficar com o Tomy se não quiser, Babi. Só quero que você não se confunda. Explica. Assinto.
— Já entendi, pai. E ainda estou pensando no Tomy. Ele garantiu que pode esperar. Conto-lhe.
— Bem, só tenho uma condição. Diz e agora, sim, o olho de novo.
— Qual?
— Se você vai sair com ele, nada de se*xo antes do seu aniversário. E outra coisa...
— Achei que fosse só uma condição. Zombo, interrompendo-o. Ele me olha m*al, mas sorri.
— Não ao mesmo tempo.
Enruga o rosto sem entender.
— Não ao mesmo tempo, o quê?
— Não ao mesmo tempo, com os dois, Babi. Quando você decidir começar a sair com ele, terminamos qualquer coisa que esteja acontecendo entre nós. Ele esclarece.
Eu pisco perplexa.
— Mas, então, vamos continuar? Pergunto baixinho para ver se estou entendendo. Ele me olha por um momento e saboreia os seus lábios.
— Se você quiser e estiver claro o que eu te disse. Ele esclarece. Mordo o lábio com força e me mexo no assento, aproximando-me mais dele até que já estou ao seu lado e pego uma das mãos que ele tem no volante.
Sem nenhum pudor, enfio-a por dentro da minha calça, desabotoando o botão antes, até que os seus dedos tocam as minhas dobras e eu arfo.
— Sim, quero continuar. Sussurro quando ele começa a mover os dedos e eu levanto os quadris, permitindo um melhor acesso.
— Você tinha que colocar calças. Ele reclama e eu rio baixinho, mas grito ao beliscar as minhas dobras com força.
— Sempre podemos voltar para casa e lá você me terá completamente nua. Sussurrei, ofegando com os movimentos dos dedos dele.
Sabe me tocar tão bem. Sabe tocar muito melhor do que eu, inclusive. É m*alditamente viciante.
— Não preciso estar em casa para te ter nua. Sentencia e desliga o carro. Percebo que já estamos na praia e que ela está vazia. Não há uma alma por perto.
— Papai. Ofeguei em súplica quando o ardor já era insuportável e eu queria go*zar.
Ele rosna, estendendo a mão e me deixando tão vazia quanto a praia. Solto um gemido doloroso.
— Tire as calças. Ele ordena, libertando ele mesmo o seu pêni*s do confinamento da sua.
Me movo rápido, tirando a calça com tudo e a tanga. O espaço da cabine da caminhonete é reduzido, além de os bancos não serem reclináveis, por isso tenho que me encostar na minha porta para que ele se mova do banco do motorista e eu possa subir sobre ele sem que o volante me bata.
Apenas escorreguei no seu p*au, gemi de prazer. O fato de não haver nada de novo entre nós, de estarmos pele com pele, é divino.
— Sabe dançar? Ele pergunta, segurando a minha cintura. Sorrio e, em vez de responder, subo e me deixo cair sobre ele com força, arrancando-lhe um gemido de prazer. — Não, Babi, não assim. Ele declara. Enrugo o rosto.
— O quê? Pergunto como uma idi*ota.
— Não quero que você pule na minha pên*is por mim, quero que você goste de pular nele e que busque o seu orga*smo, não o meu. Se você se mover assim, fará todos go*zarem em menos de três minutos, mas você ficará insatisfeita. Quero que você me fo*da, que aproveite e que banhe a minha pên*is com o seu org*asmo antes de eu ter o meu. Ele declara, com as mãos na minha cintura, me desliza para trás e depois para frente com força, bastante força, sinto isso na minha garganta.
— Oh, me*rda. Murmuro, sem conseguir acreditar no quão bem isso se sentiu. Matheus tira do meu lábio inferior com os dentes, arrancando outro gemido de mim. Cravo as minhas unhas nos seus ombros.
— Agora, fo*da-me você. Exige ao mesmo tempo, em que a sua boca paira sobre a minha e a envolve.
Gemo com força e começo a me mover como fiz há um momento. Me movo de frente para trás, mas cada vez que vou para frente, enfio tudo até o fundo, ambos grunhimos na boca um do outro.
O meu corpo queima pela forma como as suas mãos me pressionam, a minha vag*ina está tão sensível, molhada e estimulada que a qualquer momento vou go*zar, e será um org*asmo arrasador, mas vamos falar da boca dele.
Me*rda, os seus beijos agora se tornam o meu novo vício. A forma como ele mantém a língua em perfeita sincronia com a minha. Move os lábios de forma precisa para exigir tudo dos meus, apodera-se da minha boca como se fosse sua, e manda para o infe*rno ter que respirar, porque só deixa de se mover num momento em que me morde os lábios, arrancando-me gemidos para retomar os seus beijos possessivos.
Uma m*aldita delícia.
Os tremores não demoram a aparecer.
— Papai. Arfei, sabendo que é assim que ele gosta que eu o chame e que a minha va*gina também ama essa frase.
— Faça isso, meu amor, go*ze. Ele aceita. Que me diga o meu amor enquanto estou me partindo a buc*eta com o pa*u dele é sujo demais. Demasiado sujo.
Gemo forte quando ele enterra o rosto no meu pescoço, mordendo, e não me resta outra opção a não ser go*zar. Não paro de me mover, continuo me movendo enquanto ofego e prolongo o meu próprio org*asmo. Então ele grunhe e me levanta, tirando o pên*is de dentro de mim e fazendo o sêm*en dele bater no meu top.
A visão é muito erótica.
— Abaixa e limpa com a boca, meu amor. Ordena com a voz rouca.
E isso me dá água na boca.