— Pai. Digo e imediatamente ele sai de debaixo do carro, rolando e deixando o rosto bem na altura da minha tanga de baixo. Ele rosna. — Querida. Ele me repreende e eu sorrio para dentro de mim. Inclino o meu rosto para a frente, vendo-o de cima sem fechar as pernas ou me mover. — Posso sair? Pergunto com tom inocente. Ele respira fundo e saboreie os seus lábios, empurrando-se mais para fora do carro para sair completamente. Agora sim, fecho as pernas e afasto-me quando ele se levanta. — Para onde? Ele pergunta, limpando as mãos com um pano que está mais sujo do que as próprias mãos. — Não sei, acho que para dar uma volta. Pode ser que eu vá para a praia. Digo depois de pensar nesse plano. — Com quem? Ele insiste, caminhando até o escritório da oficina. — Que tal se eu convidar o Tomy

