capítulo 126

1076 Palavras

Maya narrando Ajudei ele a se levantar devagar. O Cobra estava pesado, não só pelo corpo forte, mas pelo cansaço, pela dor escondida atrás da postura firme. Passei o braço dele pelos meus ombros com cuidado, sentindo a respiração quente dele bater no meu pescoço enquanto caminhávamos até o banheiro. — Devagar — murmurei. — Tu tá todo machucado. — Confio em você — ele respondeu baixo, perto demais do meu ouvido. E aquilo fez alguma coisa dentro de mim acender. Quando entramos no banheiro, a luz clara revelou melhor o estado dele. Sangue seco misturado com areia, marcas roxas começando a aparecer. Meu lado médica assumiu de imediato, porque era mais fácil focar nisso do que no homem que me olhava como se eu fosse a única coisa que importava naquele espaço pequeno. — Vou te ajudar a tir

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