Secret Love

1089 Palavras
Me responda, Jongin-ah — Nini, to com sono. Eu poderia apenas mandar Kyungsoo dormir a cada vez que ouvia essa frase, que sentia seu corpo engatinhar ao meu lado e se colar ao meu. Mas eu não resistia. Nao resistia ao sentir o cheiro do seu shampoo infantil, a sentir suas manhas, muitas para um menino de quinze anos. Ele parecia ter dez pela forma que agia, mas ninguém nunca o julgou por isso, afinal, parecia ser só comigo. Ele tinha a mania de ir para a minha cama sempre que estava com sono, colocava sua mãozinha dentro da minha blusa e deixava pousada no meu peito nu, seu rosto escondido na curva do meu pescoço até que ele dormisse. Tem sido assim por anos. Nós temos doze anos de diferença. E como qualquer cara da minha idade eu saí da casa dos meus pais assim que terminei a faculdade, mas depois de dias intermináveis de choro e manha eu trouxe Kyungsoo para meu apartamento. Ele só dormia, comia, e talvez até respirasse, quando estava comigo. Então eu não podia deixar meu pequeno sofrer. Moramos juntos a quase três anos e nada nunca mudou. — Então deita aqui, pequeno. - era o que eu dizia sempre. Em partes isso era horrível. Eu não podia namorar. Já aconteceu uma vez de meu amigo Sehun estar me chupando e Kyungsoo entrar no quarto dizendo estar com sono, eu tive que dormir de p*u duro, foi horrível. ... Eu estava deitado no sofá vestindo apenas uma calça moletom, era uma noite quente, eu estava assistindo TV quando ele veio com seu jeito sonento, apenas de boxer, e subiu sobre mim no sofá, deitando exatamente sobre o meu corpo naquele calor terrível! — Jongin-ah? - perguntou brincando com meu mamilo. — O que foi, pequeno? — O que é f***r? — O quê? Como assim? De onde você tirou isso? — Eu ouvi meu colega, o Baekkie, falando que ia f***r com o namorado dele hoje. O que é isso? — Eu não permito mais que ande com esse garoto Kyungsoo. — Responde Jongin-ah! O que é f***r? — Bom, primeiro para de falar essas coisas e mexer no meu mamilo, segundo Hm isso é quando... Quando você gosta de uma pessoa e está namorando com ela e você gosta muito da pessoa então só beijos não são mais suficientes eles precisam de algo a mais. — E como faz isso? — C-como faz o quê? — Como se fode? — Já disse pra não falar isso! Aish! Bom... Tudo começa com beijos né, aí o p***o fica durinho e até dói às vezes de tão durinho. Aí... Bom... Aí a pessoa coloca o p***o no lugar de colocar o p***o na outra pessoa e isso faz ser bom pras duas pessoas e é isso, é colocar o p***o no buraquinho do pinto... é, é isso, só isso. — Então eu posso colocar um p***o no meu buraquinho de p***o? — NÃO! NINGUÉM VAI COLOCAR UM p***o EM VOCÊ! — Nem você Jongin-ah? Não pode me mostrar onde se coloca um p***o? - chegou mais perto, com sua boca muito próxima a minha. — O que está fazendo Kyungsoo? — Eu quero que coloque o seu pintinho em mim, por favor Nini. - ele começou a beijar meu pescoço.  — Kyunggie, você é meu irmão, eu não posso fazer. — Esquece isso só agora, por favor. Sua boca tomou a minha com uma delicadeza que eu nunca tinha sentido com nenhum dos meus namorados. Kyungsoo me beijava com carinho e ao mesmo tempo vontade, suas pernas ficaram uma em casa lado do meu corpo e ele ficou dentado exatamente sobre o meu m****o.  — Então Nini? Vai colocar seu pintinho em mim? - seus beijos desciam pelo meu pescoço e suas mãozinhas passeavam pelo meu peito.  Eu não aguentei ouvir aquilo mais uma vez, eu sei que ele meu irmãozinho, sempre pareceu apenas uma criança fofa, mas eu não resisti. O segurei pelas coxas e levantei do sofá, sua boca voltou a se encontrar com a minha dessa forma com puro desejo, não tinha mais aquela timidez inicial. Suas costas quentes encontraram a parede gelada para que eu pudesse abusar do seu pescoço antes mesmo de chegar ao quarto.  Ele suspirava alto, me deixando cada vez mais e******o, de uma forma que nunca tinha acontecido. Chegamos no quarto e ele fez questão de tirar sua boxer e minha calça, puxando meus braços e me fazendo deitar consigo. Ficamos intermináveis minutos só beijando, aproveitando o sabor de um beijo viciante, mas suas mãos inquietas não acharam suficiente apenas puxar meus cabelos, elas precisavam passear pelo meu corpo, precisaram chegar ao meu m****o e o tocar de uma forma que me fez ofegar e morder seu lábio durante o beijo.  — A gente já pode ir para a parte que você coloca em mim? — Tem que fazer uma coisa antes.  Deixei seu corpo abaixo do meu e trilhei beijos que começaram no seu pescoço e seguiram até suas coxas, essas que eram tão branquinhas e agora estavam marcadas com meus dentes. Segui para sua entrada e lambi com vontade, deixando bem molhada, chupei um dedo e coloquei calmamente em seu interior, ele suspirava e sorria enquanto eu mexia o primeiro um dedo. Iniciei beijos em sua barriga ao colocar o segundo e voltei a beijar sua boca quando movia o terceiro.  Kyungsoo sorria e me dava diversos selinhos enquanto eu colocava meu pênis em si, por poucos momentos ele apertou meus ombros fortemente antes de relaxar e deixar que eu começasse com movimentos lentos e ritmados, beijando seus lábios e seu rosto, o abraçando e sentindo o cheiro doce da sua pele. Aquele noite parecia ainda mais quente conforme gemidos mais altos ecoavam pelo quarto. Meus movimentando eram rápidos e fortes, ele arranhava as minhas costas e deixava suas pernas envoltas em minha cintura, beijando também o meu pescoço e mordendo meu ombro, gemendo em meu ouvido e apertando os lençóis. Não demorou a chegar em seu limite e puxar-me para um beijo sedento, dificultando meus movimentos, mas pouco depois eu me desmanchei em seu interior. Deitei na cama ofegante e ele logo veio se agarrar ao meu peito com a típica frase: — Estou com sono, Nini. — Então dorme, pequeno. — Bem legal f***r com você. — Aish, já disse pra não falar isso. - disse mais envergonhado do que irritado. Ele gargalhou e se aninhou em mim. — Boa noite, Jongin-ah.
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