Punição

1176 Palavras
Aqueles lances de amar Eu avisei, não uma ou duas vezes sobre os garotos da escola de Kyungsoo, mas talvez ele precise de uma punição para entender melhor. (...) — Jongin? O Que ta fazendo aqui? - perguntou ao me ver escorado no meu carro preto em frente a sua escola. — Vim te buscar para dar uma  volta. — Durante a semana? Você nunca faz isso. — Temos que conversar. — Conversa de fim de  namoro? - riu soprado. — Você vai ver. Entra  no carro. (...) Em poucos minutos estávamos em meu apartamento. Fechei a porta e agarrei sua cintura, tomando seus lábios para mim em um beijo afoito. — Me chamou aqui por que quer t*****r? - riu com malícia. — Te trouxe aqui para provar que é meu. - chupei seu queixo e desci meus beijos para seu pescoço. — Você sabe que sou seu. — Então porque age como uma p**a louca pra dar esse r**o perto de seus amiguinhos? Huh? – puxei seus cabelos sem muita força o ouvindo gemer. Ele gosta disso... safado. — Por que se importa Jongin? Você sabe que só você fode gostoso. - ter sussurrado isso foi o suficiente para me fazer perder o controle. Prensei Kyungsoo contra parede e tirei sua blusa, apertei suas coxas com vontade enquanto o beijava outra vez. Kyungsoo esfregava seu corpo contra o meu, eu podia sentir que ele já estava duro com apenas uns beijos e provocações. Ele era um adolescente cheio de hormônio que tentava me convencer que não queria dar aquele cu pros macho da sala dele. Aquela b***a grande e gostosa que só eu podia abusar. Arranquei sua calça do uniforme junto com a cueca. Aquele corpo perfeito me deixava louco, não esperei muito para cair de boca em seus m*****s, intercalando entre um e outro, sugando e os deixando rijos e molhados com minha saliva. — Nini... Voltei os beijos para se pescoço e clavículas onde passei a beijar de forma afoita, deixando a marca de meus lábios naquele lugar, mostrando que ele era só meu, aquele corpo gostoso pertencia a mim e jamais seria de outro. Kyungsoo puxou a minha blusa e jogou longe, colando minha boca na sua de uma forma desesperada, como se ele tivesse sede a dias e minha boca fosse a água que iria sanar os seus desejos. Eu desci meus beijos para sua barriga que se contraia com meu toque. Arrastei meus dentes pela pele alva, sugando e beijando, lambi seu umbigo e desci meus beijos seguindo aquela linha, chegando a sua virilha. O fiz virar de frente para a parede e empinar bem aquela b***a pra mim. Lambi e beijei a área, seguir suas bolas e arrastei meus dentes pelo períneo vendo-o gemer, lambi sua entrada que pulsava contra minha lingua. Kyungsoo abriu mais as pernas e agarrou meus cabelos. — Ah Jongin. — Tá louco pra dar esse r**o né?! – dei um tapa estalado em sua nádega. — Só pra você amor. – falava gemendo, minha língua ainda passando por sua entrada e a deixando molhadinha e meus dedos entrando e saindo de seu interior. — Você estava louco pra dar pra aquele Sehun que eu sei. — J-uro que não... Eu só quero você me fodendo amor... Só você... J-JONGIN! Sentei no sofá. — Senta aqui no colo do seu moreno, senta. Ele veio sensualmente até mim, mordendo seu lábio inferior e  sentou rebolando, empinando sua b***a pra mim. — Parece uma p**a assim. — Então fode sua p*****a. Fode! – quicou no meu colo. — Ah garoto. – mordi seu lóbulo. Ele deitou sua cabeça  no meu ombro e começou a rebolar, fazer aquele pra frente e pra trás me deixando louco, deixando seu pescoço  exposto para para que eu pudesse abusar. Ele puxava meus cabelos e rebolava no meu p*u. O segurei por baixos das coxas e o levei até meu quero, estocando ele conforme caminhava. Perto da minha  cama tinha um espelho, e  eu tive que parar e admirar a delícia que era meu p*u entrando e saindo daquele cu gostoso. — Olha Kyung, olha como eu te fodo. — Jongin-ah. O joguei na cama de quatro para mim, o penetrei de uma só vez estocando com vontade. Segurei as suas nádegas e as separei, me sentindo ainda mais e******o ao ver meu p*u entrando e saindo. Era uma cena maravilhosa. Eu deveria gravar. — Você é tão gostoso. — Nini-ah... Os nossos corpos suados, o som das minhas bolas batendo em sua b***a, era tudo algo único e extremamente gostoso. Eu não conseguiria aguentar por muito tempo, logo eu gozaria. — Nini... D-deixa eu cavalgar. Eu quero tanto... Saí se seu interior o ouvindo gemer languidamente. Deitei na cama e ele subiu sobre mim vagarosamente, sorrindo com uma criança arteira. Kyungsoo deixou seus lábios bem próximos aos meus, ele olhava dentro dos meus olhos, sua boca entre abeta em um sorriso desafiador. Ele segurou meu p*u e o colocou dentro de si de novo, deixando o ar escapar por sua boca a cada centímetro que entrava. Quando preenchido ele voltou a fazer o tão gostoso movimento de vai e vem, agarrado aos meus cabelos enquanto me beijava. Deixou meus lábios sugando o inferior para logo se apoiar em meu peito começando com seu sobe e desce incessante, sua cabeça jogada para trás e o suor que fazia uma trilha pelo seu peito. Era uma visão do paraíso. Ele o anjo que me fazia pecar. E talvez só naquele momento eu tivesse me dado conta que eu estava fazendo exatamente o que ele queria, que eu era a caça e não o casador. Seus sorrisos meigos enquanto pulava no meu p*u, eu poderia fazer uma trilha sonora para o momento e deixar tudo em câmera lenta. PUTA QUE PARIU! Eu devia ter filmado o quanto ele é gostoso. Eu deveria saber que ele provoca por saber que está senso vigiado. Que ele espera ser punido. Que ele sabe que sou fodidamente apaixonado por esse adolescente. Onde eu fui para com a cabeça quando me apaixonei por essa criança arteira? Qual o teu problema Jongin? — Nini... Eu vou gozar... Ah... – era por isso que eu era apaixonado por ele, essa vozinha manhosa na hora se gozar e o jeito de bebê que ele vai ficar depois, o oposto de quem me dominou na cama a minutos atrás. Não demorou e gozamos juntos. Gemendo baixo e profusamente. Ele caiu meu lado todo corado e sorrindo. O sorriso mais lindo que existia. — Sabe Nini... Eu acho que te amo tal... — Talvez eu tenha esses lances de amar por você também. Ele sorriu e me beijos, um beijo calmo e cheio de  carinho. — Eu já sabia disso. – Saiu correndo em direção ao banheiro. Como eu disse... Ele fazia as coisas esperando ser punido. E não teria motivos de fazer isso se eu não fosse um bobo apaixonado. — Espera por mim bebê, vou te dar um banho bem gostoso.
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