Casamento arranjado

3405 Palavras
Do Kyungsoo sempre foi um garoto meigo e solitário. Seus pais, grandes empresários do ramo de hotelaria, nunca tiveram muito tempo para o pequeno, que sempre foi criado por babás e empregadas. Isso o deixou com algumas dificuldades de relacionamento. Mas ele tinha um segredo, algo que ele sabia que seus pais sempre esconderam de si. Sua vida não precisava ter sido desse jeito, mas foi. Ele nunca entendeu o porquê disso tudo, ele já quis trocar de vida uma vez, mas ele viu que do outro lado poderia ser ainda pior. **** Kyungsoo chegou exausto da faculdade. As épocas de provas eram sempre exaustivas. O garoto só queria chegar e tomar um bom banho, logo após ver um “filme” e relaxar. Mas ao entrar em casa deu de cara com os pais sentados no sofá tomando uma taça de champanhe com um homem alto e moreno. - Oh, esse é nosso pequeno Kyungsoo. – disse o pai do mesmo. - Venha meu amor, sente-se aqui. Queremos te apresentar Kim JungJae.  Seu sogro. – a mais velha falou animada fazendo carinho nos braços do filho de uma forma irritante. - Ahn... Como? - Ah, nós já fazemos negócios juntos há algum tempo, e resolvemos deixar tudo em família, já que você nunca nos apresentou uma moça... Achamos que você é o tipo do filho do senhor Kim. - V-vocês acham que sou gay? Eu não sou gay! Eu só não consigo me relacionar. Eu não quero me casar. - Não perguntamos nada Kyungsoo! Senhor Kim veio aqui acertar os últimos ajustes do casamento que será nesse final de semana. ***** “que inferno.” Era tudo que o Do pensava antes de entrar no “altar” que sua mãe preparou no jardim. Faltava apenas cinco minutos para finalmente conhecer seu noivo, que, em sua opinião, tinha que ser um cara muito horrível para aceitar entrar nessa peça de teatro que seus pais estavam fazendo perante a mídia apenas para ganhar mais dinheiro. (...) Tinha chegado a hora, uma música cerimonial horrível começou a tocar para que o pequeno entrasse.  Kyungsoo fechou os olhos e respirou fundo. As portas se abriram para que entrasse, viu um sorriso lindo. Aquele era o tão famoso Kim Jongin. E era lindo. Tinha um sorriso sexy, a pele levemente moreno e era alto, seus belos num tom castanho chocolate, estavam arrepiados em um lindo topete, seu rosto tinha a sombra de sua barba por fazer, o deixando cada vez mais sexy. Kyungsoo engoliu em seco e seguiu rápido em direção ao moreno, estava louco que aquela marcha irritante acabasse de uma vez. Ao estar na frente do cerimonialista Jongin sorriu, Kyungsoo bufou. Depois de concordar com aquele cara que dizia coisas que Kyungsoo nem ouvia e assinar alguns papais, poderiam finalmente dar fim aquele teatro e começar outro. A festa. Jongin agarrou Kyungsoo pela cintura e ia com ele de um lado para o outro desse jeito, cumprimentava convidados, comia, tudo agarrado à cintura do marido. - Hmm... Esse doce tá muito bom, deveria provar. – sua boca estava rente ao ouvido do menor ao pronunciar as palavras, já que da cintura Jongin não soltava nem por um decreto. - Dá um tempo, eu odeio essas coisas, descola cara. - Não fala assim comigo amor. - Amor p***a nenhuma, odeio macho se roçando em mim. - A gente é casado, eu vou roçar muita coisa em você. – Jongin roçou seu m****o semiereto na b***a do menor. Kyungsoo se desvencilhou dos braços do moreno e empurrou o mesmo. - Olha cara, eu não sei o que fizeram com você pra casar comigo, mas eu fui obrigado e realmente não gosto de caras e não vou dar pra ti nem em sonho. Saiu sem rumo sem dar importância para que os convidados pensariam. - Veremos... – foram as palavras finais de Jongin. (...) Infelizmente para Kyungsoo o teatro não acabou na festa de casamento.  Kyungsoo teria que ir para sua lua de mel com o marido dos sonhos, como todos diziam. Assim que o menor entrou o avião, olhou para Jongin e pôs os fones de ouvido, a fim de não manter nenhuma espécie de diálogo com o outro. O menor acabou pegando no sono assim que o avião decolou. Cerca de três horas depois ele acordou. O avião já estava pousando em uma ilha paradisíaca, cheia de chalés de madeira e coisas rusticas e aconchegantes. Ao entrar no quarto do hotel se depararam com um problema. Só havia uma cama. - Não sei onde você vai dormir, mas a cama é minha. – falou Kyungsoo deitando na cama de casal e terminando de enviar uma mensagem. - Vou dormir na cama com você, sou seu marido. - Não vai mesmo. - Vou sim, a gente pode até não fazer nada, mas eu vou dormir com você. (...) - Kyungsoo, me dá espaço na cama... - Se está r**m assim vai dormir em outro lugar. - Não, nem pensei que vai me tirar dessa cama. O menor rangeu os dentes, estava de costas para o moreno e esparramado na cama tentando convencer o outro de que ali não tinha espaço para mais um. (...) Cerca de trinta minutos depois que se ajeitaram para dormir, Jongin começar a trilhar beijos pelos ombros desnudos do menor e chegar ao pescoço do mesmo, onde mordia e sugava a pele. Jongin começou a passar a mão pela b***a e cintura do menor, adentrando a blusa do mesmo e começando a estimular os m*****s do menor. - Me larga de mão, mas que inferno! – falou um pouco enrolado por conta do sono. Mas Kyungsoo tinha que admitir que estava gostando das cariciais. Senão fosse o fato de que se entregar consistia em uma rola na sua b***a ele poderia até se entregar para o moreno. - Só uns beijinhos, não vai se arrepender. - Larga de mim, quando vai entender que eu não gosto de caras e que eu só me casei porque fui obrigado? - É nossa lua de mel, pelo menos me deixa fazer uma coisa e depois você me diz se não gosta de caras. - Vai parar de me encher o saco depois? - Vou. - Faça. – Kyungsoo revirou os olhos. Jongin começou a acariciar o m****o do mais novo e trilhar beijos pelo pescoço do mesmo. O moreno até tentava chegar aos lábios grossos e rosados, mas Kyungsoo sempre desviava o rosto. Assim que o m****o do menor estava completamente desperto, Jongin tirou a calça do mesmo, sem cerimonias, não estava afim de brincar. Colocou o m****o alheio na boca fazendo movimentos rápidos. Sugando com vontade, fazendo movimentos circulares com a língua e masturbando a base, entrando em sincronia com sua boca, que vez ou outra fazia estalos altos. O moreno beijou e sugou as coxas brancas do marido e também os testículos, passou pelo períneo dando beijinhos e vendo o menor arfar, até que chegou a entrada do mesmo. Onde sugava e penetrava com a língua no mesmo ritmo que sua mão masturbava o pênis alheio.  Sem aviso, Kyungsoo gemeu – finalmente – alto e gozou na mão do moreno. - Era só isso? – perguntou meio ofegante por conta do orgasmo. - Só? Eu te fiz gozar. - Isso eu consigo sozinho. Mas obrigado, vou dormir mais relaxado. O menor virou de bruços, do jeito que estava – apenas uma blusa sem manga – e tentou voltar a dormir. Mas Jongin se irritou com a atitude do mesmo e mordeu a b***a de Kyungsoo, o que fez o menor se sobressaltar e virar de frente para o moreno. - Eu não consigo acreditar que não me deseja. – tirou a camisa do menor e depois a sua – Que não queira me sentir entrando em você e indo forte e fundo. – tirou a calça e viu o menor olhar direito para seu m****o ereto que estava masturbando – Que não tenha curiosidades alguma. O menor não respondeu nada, na verdade estava indeciso se queria ou não provar o moreno. Para Jongin, quem cala consente. Então tomou os lábios do menor em um beijo afoito, que foi negado em primeiro momento, mas quando sua língua entrou na cavidade alheia, Kyungsoo o agarrou pela nuca o trouxe para o meio de suas pernas, para que ficassem mais confortáveis e houvesse aquela fricção gostosa dos membros desnudos. Jongin passou a beijar o pescoço branquinho do marido, mordiscando a pele por onde passava. Foi descendo os beijos até chegar aos m*****s onde sugou com vontade. Passando a língua em volta e soprando para ver o menor se remexer na cama. Jongin foi descendo até chegar novamente à entrada do menor. Começou a lamber, deixando sua saliva escorrer por entre as nádegas fartas. Deixando o local molhado para o que vira a seguir. Começou a passar um dedo na entrada do menor. Vendo gemer dengoso e reprovativo. Começou a colocar a dedo. Esperando o corpo miúdo relaxar quando estava dentro deste. Assim que aquele local apertado parou de tentar expulsa-lo, começou a movimentar um dedo. Kyungsoo sugava toda o ar que podia e trancava a respiração, logo depois soltava e trancava de novo, mostrando o quanto aquela situação era incômoda. Jongin apesar de estar bem irritado e querer fuder o menor sem nem parar pra respirar, fazia tudo com calma, colocou mais um dedo e de novo ficou parado por causa do corpo que tentava o tirar dali. Começou a girar os dedos e abri-los dentro do menor, alargando a entrada para que pudesse se enterrar ali mais tarde. Voltou a beijar e sugar a pele do menor, até que chegou aos lábios. Ficou roçando seus lábios nos semelhantes e então parou de olhar só a boca para olhar o rosto perfeito, que tinha os olhinhos brilhando com lágrimas contidas e as bochechas rubras de uma forma infantil, mesmo assim perfeitamente fodível. Finalmente tomou os lábios alheios para si, em um beijo calmo, que agora seguia o ritmo de seus dedos. Que iam calmos, criando espaço. Colocou mais um dedo e viu o menor se remexer desconfortável. Kyungsoo ainda sentia aquele incomodo de estar sendo invadido, mas depois de um tempo, com três dedos em seu interior, um p*u roçando e melecando sua barriga e aqueles lábios saborosos junto aos seus o primeiro gemido de puro deleite veio, o fazendo abrir mais as pernas e puxar o moreno para um beijo mais sedento. Ele nunca imaginou que faria isso com um cara, mas, depois de toda a dor, a sensação era muito gostosa, gostosa pra c*****o. E ele não conseguia parar de desejar que Jongin o fodesse com todas as forças que o moreno possuía. Levou sua mão ao pulso de Jongin, para que este empurrasse seus dedos com mais força. Jongin parou o beijo dando um sorriso sínico e vendo Kyungsoo ficar ainda mais corado que antes, seus olhos arregalados e os lábios vermelhos e inchados formando um quase bico. - Eu vou dar o que você quer bebê. Distribuiu beijinhos pelas bochechas quentes e tirou os dedos do interior alheio, ouvindo um muxoxo. Saiu atrás do lubrificante. Assim que encontrou o tubinho em uma das mochilas de viagem, pegou e voltou correndo para a cama. Kyungsoo olhava para o teto como se tivesse algo extraordinário no mesmo, tinhas as pernas flexionadas e juntas, com as mãos cobrindo seu m****o. Jongin achou que aquela cena era digna de uma foto, mas não tinha tempo para essas coisas. Despejou bastante do lubrificante em seu m****o, afastou as pernas do menor e passou lubrificante na entrada do mesmo, enfiando o dedo médio pra que não ficasse nenhum empecilho de adentrar o corpo perfeito. Devagar, se posicionou entre as pernas do pequeno e começou a adentrar o corpo. Aos poucos, lentamente e parando toda vez que o menor trancava o ar e serrava os olhos. Kyungsoo agarrava os lençóis e arranhava os braços de Jongin, quando o mesmo chegou mais perto de si, Kyungsoo o agarrou, com os braços abaixo das axilas, puxando com um abraço, apertou a carne das costas de Jongin e mordeu o ombro do mesmo. Uma lágrima quase escorreu dos seus olhos quando o moreno, enfim, estava por completo dentro de si.  Jongin masturbou lentamente o pênis do menor e distribui beijinhos pelo rosto e pescoço do mesmo, até sentir que ele tinha relaxado, que não estava mais tenso e que o interior parou de tentar lhe expulsar. - Vou começar. – sussurrou o maior. Kyungsoo assentiu e ficou olhando dentro dos olhos de Jongin enquanto o mesmo começava a ondular seu corpo, Fazendo movimentos lentos de vai e vem, entrando e saindo do corpo miúdo. Kyungsoo começou a arfar, sentir aquela sensação gostosa novamente. Muitas vezes Jongin chegava bem perto de lhe fazer gritar de prazer, mas nunca perto o suficiente. Kyungsoo começou a gostar mais da fricção dos corpos, soltava longos afares de olhos fechados, puxando Jongin pra ficar com o corpo mais junto ao seu e assim seu m****o era estimulado. Jongin passou a estocar forte, segurou a coxa esquerda do menor um pouco mais acima, para que pudesse ir fundo quanto se deliciava com a pele macia. Kyungsoo colou seus lábios no do moreno, abafando seus gemidos. Ritmo era frenético e gostoso. Kyungsoo revirava os olhos e gemia alto tendo sua próstata alcançada. O barulho de peles se chocando poderia ser ouvido a longas distancias, então os gemidos nem era preciso ser comentado. Não demorou a Kyungsoo gozar e sujar os corpos, levando o moreno ao prazer logo depois. Caíram exaustos na cama, Jongin com um sorriso satisfeito e Kyungsoo com o olhar vago e vergonha. Após recuperar o fôlego, Jongin abraçou Kyungsoo por trás e sussurrou em seu ouvido. - Eu não fui obrigado a me casar com você, me desculpe, mas eu fui o causador de ser obrigado a casar comigo. Eu não sabia. – deu vários beijos na nuca do menor, e então agarrando possessivamente o mesmo, adormeceu. (...) Kyungsoo acordou com alguém batendo na porta de forma desesperada. Tirou o braço de Jongin da sua cintura e levantou vendo o moreno cair de cara em seu travesseiro e sorrir. Colocou um roupão e foi atender a porta. - Oi. – deu um selinho em Kyungsoo – Demorei? Você está com cheiro de sexo. Rolou os olhos e deu espaço para o garoto entrar. - Era pra você estar aqui à hora que eu te mandei a mensagem ontem. - É que nossa, no barzinho que eu estava tinha um cara alto e loiro tão gostoso, foi uma delicia gemer o nome dele. - Por que você é assim hein? - Pra gente não ser parecido em alguma coisa. - Humpf. Eu vou tomar um banho, eu to todo grudando. Não toca nele, agora ele já me fodeu, não vai mais fazer diferença. O outro assentiu e esperou Kyungsoo entrar no banho para tirar a sua roupa e ir para cima do moreno. Beijou o corpo malhado das clavículas ao pênis, e ao ver o m****o do maior sua boca chegou a salivar, começou a estimular até que tivesse um pouco ereto, então colocou na boca, sugando com vontade e sentindo o m****o grosso crescer contra sua língua. Jongin começou a gemer e massagear a cabeça do pequeno. - Seu p*u é muito gostoso, mas ele não deve ter te chupado assim ontem né? – Jongin arregalou os olhos ao ouvir o timbre diferente. Olhou para baixo e viu Kyungsoo sorrir safado e voltar a lhe engolir, sem quebrar o contato visual, gemendo enquanto chupava. - HYUNSOO! Eu disse pra não tocar nele! Jongin ficou alternando entre um e outro, sem saber o que dizer ou pensar. E mesmo com a repreensão o menor não parou de chupar Jongin. - Kyunggie, deu uma chupadinha? É tão gostoso. Ele uma delicia, eu vou sentar. - Hyunsooooo! – falou manhoso. - É só uma cavalgada. – empurrou um Jongin atônito pro colchão e guiou o m****o do mesmo para sua entrada – Nossa que gostoso. – falou com um sorriso enquanto se mexia num sobre e desce rápido, fazendo a cama ranger como se estivesse pulando sobre a mesma. - Hyunsoo por que você nunca me escuta?! - Você já Fudeu com ele, agora me deixa aproveitar. Senão tu sempre fica com o melhor. Hyunsoo tirou o m****o do moreno de si apenas para ficar sentado de frente para Kyungsoo, deixando Jongin com a visão da b***a redondinha engolindo seu m****o, o moreno mordeu os lábios e agarrou a cintura branquinha, sentindo o outro se mover mais rápido e contrair a sua entrada. - Viu, ele até gosta. Pode fuder gostoso, vai me fode! Ah! – disse olhando Jongin por cima do ombro e gemendo. - Você é uma p**a. – Kyungsoo cruzou os braços e fez bico. - Sou mesmo, não fui criado por uma família rica, na verdade meus pais me deram pra qualquer um e ficaram com meu irmão gêmeo. Jongin mais fundo, ah, assim... Gostoso. C-como queria que eu me sentisse? Quem me criou roubou todo o dinheiro que seus pais deram para que eu fosse bem criado, eu tive que me virar, sabe disso. E Kyungsoo sabia, sabia há muito tempo, foi um segredo que gradou por anos. Tentou trocar de vida com o gêmeo para que ele conhecesse que a sua também era um inferno, mas o medo de viver como o outro vivia o tomou, mas o irmão perdoou sabendo o quanto era difícil. Kyungsoo estava ficando e******o vendo o irmão pulando sobre Jongin e gritando o quanto o moreno era gostoso e ia fundo. O menor não considerou aquilo uma traição de verdade, mas ele ficou meio incomodado de Jongin meter com tanta vontade em alguém que não era ele. - Vem aqui Kyunggie. – chamou Hyunsoo, com seu corpo já suado pelo sexo selvagem que fazia. - N-não, e-eu vou... Vou... - Vai vir até mim porque eu tô mandando. Kyungsoo, meio receoso, se aproximou da cama. Hyunsoo puxou o menor pelo pulso e tirou a toalha que estava enrolada na cintura deste. Kyungsoo arregalou os olhos quando viu o irmão agarrar o seu m****o ereto e engolir. Não conseguiu reprimir um gemido quando sentiu as sugadas em sua glande, o irmão sabia como usar a boca. - Aaah Jongin, vamos fazer assim, fode o Kyunggie. Jongin tentava parar de estocar Hyunsoo, mas o máximo que conseguiu foi diminuir as estocadas. Hyunsoo puxou Kyungsoo para que este deitasse na cama e saiu de cima de Jongin, vendo o moreno logo se posicionar entre as pernas do irmão e o beijar com desejo, um desejo que não tinha por si, consigo era só uma f**a gostosa. Hyunsoo ficou um tempo fitando o irmão ser comigo por Jongin. O menor gemia desesperado e beijava o moreno a todo instante. Hyunsoo ficou atrás de Jongin e começou a lamber a entrada do mesmo, ele chegou até enfiar um dedo, mas imaginar seu p*u dentro de alguém não fazia muito sentido para si. Então afastou Jongin de seu irmão e pegou o m****o menor, dando uma longa sugada, logo depois sentando sobre o m****o do mesmo. - Eu nasci pra dar, não tem jeito. – se agarrou aos ombros de Jongin para começar a se movimentar de forma ágil – Maninho, que p*u gosto, nossa, deveria ter trepado contigo antes. Puxou os cabelos de Jongin e grudou os lábios. - Aaah, seus gostosos, hmm... Depois bem que vocês dois poderiam me f***r né? Enfiar esses paus gostosos em mim até dizer chega. – revirava os olhos rebolando com vontade no m****o de Kyungsoo. Tomou os lábios de Jongin de novo, sugando o inferior. Logo Hyunsoo gozou, fazendo Kyungsoo e Jongin gozar também. Caíram os três na cama. Hyunsoo entre os braços do irmão, escondendo o rosto no pescoço do mesmo e mostrando seu grande nível de carência. - Então Jongin, eu sei que casou com o Kyungsoo, mas que tal levar um bônus pra casa? – deu um sorrisinho meigo para o moreno. Jongin retribuiu o sorriso e beijo a testa do mesmo, pelo jeito que Kyungsoo olhava e abraçava Hyunsoo ele sabia que não tinha escolha, que ele teria que fazer um final feliz com as duas criaturinhas que – agora – tinha como marido.
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