TERROR NARRANDO CONTINUAÇÃO.. Eu não sou homem de perder o controle fácil. Aprendi desde cedo a ser pedra fria diante da vida, a morder a língua quando o sangue fervia e a calar até quando a raiva batia no fundo do peito. Mas com a Safira… não tinha jeito. Aquela menina mexia comigo de um jeito que eu nunca imaginei que pudesse acontecer. Era como se cada gesto, cada olhar dela fosse uma provocação calculada, e mesmo quando não era, me incendiava por dentro. Ela estava sentada no meu colo, o biquíni colado na pele ainda úmida do banho de piscina, os cabelos soltos escorrendo pelas costas. Eu sentia o cheiro dela, misturado com cloro e perfume doce, e era como se meu corpo inteiro respondesse só por instinto. Quando abocanhei o seio dela, senti o arrepio percorrer o corpo dela inteiro.

