Horas mais tarde...
Depois de um dia intenso, Dante e eu voltamos para a vila para descansar um pouco antes do jantar. Enquanto ele tomava banho, fiquei sentada na cama, olhando as fotos que tiramos. Algumas eram fofas, outras um desastre completo (graças à minha insistência em capturar momentos "espontâneos"), mas todas me faziam sorrir.
Quando Dante saiu do banheiro, já vestido com uma camisa preta e calça social, me encarou com aquele olhar sério. Ele está gostoso.
— Você ainda não se arrumou.
— Relaxa, eu sou rápida. Garanti, pulando da cama.
Fui para o banheiro e, em poucos minutos, vesti um vestido vinho de tecido leve, que marcava minha cintura e caía suavemente até os joelhos. Prendi o cabelo em um coque frouxo, deixando algumas mechas soltas, e passei um batom discreto. Quando saí, Dante já me esperava perto da porta.
— Você está linda. Disse ele, a voz mais baixa que o normal.
Sorri.
— E você está elegante. Mordi o lábio.
Ele balançou a cabeça, sorriu descaradamente, pegou minha mão e saímos da vila.
O restaurante escolhido por ele ficava em um terraço, com uma vista deslumbrante da cidade iluminada. As mesas eram decoradas com velas e flores, e uma música suave tocava ao fundo. Sentamos próximos à beirada, onde podíamos ver as luzes refletindo no rio.
— Como você sempre escolhe os lugares mais incríveis? Perguntei, deslizando os dedos pela borda da taça de vinho.
— Pesquisa e bom gosto. Ele respondeu, simples.
Revirei os olhos, mas sorri. Logo, nossos pratos chegaram. Cada garfada era uma explosão de sabor, mas o que realmente fazia aquele momento especial era a companhia. Conversamos sobre os passeios do dia, e Dante, como sempre, fez questão de corrigir minha pronúncia italiana desastrosa. Não sou fluente, falo apenas algumas palavras.
Após o jantar, caminhamos pelas ruas de paralelepípedos, as luzes amarelas dos postes deixando tudo com um ar mágico. As ruelas eram tranquilas, e o som dos nossos passos ecoava suavemente.
— Por que tudo aqui parece cena de filme. Comentei, entrelaçando meus dedos nos dele.
— Uma comédia, talvez. Ele retrucou, arqueando a sobrancelha.
Soltei uma risada e parei no meio da rua, puxando-o para perto.
— Eu gosto da nossa história do jeito que ela é.
Ele me olhou por um instante antes de deslizar os dedos pelo meu rosto e selar nossos lábios em um beijo lento, cheio de tudo o que palavras não podiam expressar.
Minutos depois, voltamos para a vila com aquela sensação boa de quem teve um dia perfeito. Quando entramos, tirei os sapatos.
Me joguei no sofá, Dante acendeu a lareira e começou a se despir, ficando só de boxer.
— Eu podia me acostumar com isso... Comentei meio envergonhada.
Ele sentou-se na beira do sofá e passou a mão pelo meu cabelo e desceu para o zíper do meu vestido e disse:
— Então se acostume.
Sorriu, puxando-me para deitar com ele e
envolveu-me em seus braços.
Suas mãos grandes engoliram meus s***s com carinho e, ali, no silêncio tranquilo da noite italiana, adormeci sentindo que aquele era o melhor lugar do mundo para estar.
[...]
Na manhã seguinte...
O sol já tinha começado a iluminar o quarto quando abri os olhos, mas a primeira coisa que me chamou a atenção foi a ausência do calor de Sophie ao meu lado. Uma sensação estranha de desconforto tomou conta de mim por ter acordado sem ela.
O som da água correndo no banheiro logo atraiu minha atenção.
Um sorriso involuntário surgiu em meus lábios antes que eu percebesse.
Planejava ir direto até lá, mas um detalhe me fez hesitar antes de chegar à porta.
Na varanda ao lado, uma mesa estava arrumada.
Aproximei-me, maravilhado ao ver o café da manhã preparado por Sophie. Era simples, mas cada item ali mostrava o quanto ela se importava comigo. Meu tipo de café, as frutas que eu preferia, até mesmo a disposição dos talheres, que estava exatamente como eu gosto.
Minha gatinha sabia exatamente do que eu gostava. E isso fez algo aquecer dentro de mim.
Apoiei-me no batente da porta por um instante, cruzando os braços enquanto ouvia o som do chuveiro. Poderia invadir o banheiro e roubar alguns minutos a mais com ela...
Ou optar por esperar e observar a reação dela ao me ver apreciando o café da manhã que preparou. Escolhi a primeira alternativa.
Entrei no banheiro e parei por um momento. Ali estava ela, com toda a sua beleza radiante. Minha respiração falhou ao notar que ela acariciava sua pele suave; Sophie é realmente deslumbrante.
Fiquei tão hipnotizado pela cena diante de mim que me esqueci, por um brevíssimo instante, do que fui fazer.
Sacudi a cabeça e me aproximei dela, envolvendo-a pela cintura. Você sabe que é um verdadeiro pecado me fazer perder esse momento, não sabe?
Minhas mãos percorriam seu corpo, enquanto minha língua acompanhava o mesmo ritmo.
— Não dormimos no sofá da sala? Como acabamos na cama? Ela perguntou entre suspiros.
Então, virei-a abruptamente para que ficasse de frente para mim.
— Eu só queria desfrutar um pouco da lareira ao seu lado. E, apesar de o sofá ser confortável, nada se compara ao aconchego da cama.
Ela soltou um gemido quando minha boca começou a traçar linhas por seu corpo, detendo-se na curva entre seus s***s. Eu realmente os aprecio. Após admirar aquelas belezas por alguns instantes, abocanhei o bico saliente. Estou completamente fascinado pela maneira como ela murmura meu nome.
Após me deleitar com seus belos s***s, minha boca desceu explorando o restante de seu corpo.
Beijos seguidos de sugadas, eu adoro cada pedacinho dela.
— Dante... ela gemeu, enquanto suas pernas começavam a ceder.
— Sim, Sophie? Perguntei, ousado, virando-a de frente para a parede e segurando firmemente seus quadris, erguendo a b***a dela em direção ao meu rosto. Minha língua percorreu cada centímetro da minha pequena, adorável e sedutora algoz.
Algo que agora eu compreendia muita bem...
Como por exemplo: É incrível como os humanos têm uma profunda afinidade pelo prazer da degustação, pela experiência de desfrutar algo verdadeiramente saboroso. No meu caso, isso também não é exceção; anseio por apreciá-la até que não sobre nada.
Minha Sophie é, sem dúvida, absolutamente deliciosa. E estou genuinamente viciado nela.