— Mas é claro que você é. — ele disse com veneno. — É carente de afeto materno. Qualquer doida que aparecesse na nossa porta oferecendo isso, você ia aceitar. — Ele olhou direto nos olhos dela. — Agora fica essa mulher dentro da minha casa, falando asneiras pra você, perigando destruir a minha imagem… — Isso não é justo. — Elisa respondeu com firmeza. — Minha mãe não fez nada. Não ganha nada me afastando de você. — Ela abriu os braços, frustrada. — Se ela quer dinheiro, era pra me querer junto contigo, Dante! Ele balançou a cabeça, rindo sem humor. — Não tem como saber o que ela ganha afastando a gente. Porque você não me deixa investigar essa mulher. — O olhar dele endureceu. — Você acredita em tudo que ela diz, Elisa. Tudo. — A história faz sentido. — ela rebateu, já cansada da mesma

