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1017 Palavras

BRASA NARRANDO Acordei com ela resmungando do lado. Tava deitada de lado, barriga encolhida, o rosto meio azedo. Sol não era de reclamar à toa, então eu fiquei quieto, só olhando, esperando o show começar. E não deu outra. — Ai, minha noite foi horrível… — ela começou, jogando o lençol pra lá — Passei m*l, fiquei com azia, foi péssimo. Tomei remédio, mas parecia que nada fazia efeito. Ih, c*****o, que que é isso? m*l-estar, tontura, dor de cabeça… que porcaria é essa, meu Deus? Fiquei só observando da beirada da cama, coçando o peito. — Também, né… — ela continuou, levantando — Semana da inauguração do salão, correria doida, quase não parei. Comi aquele bolinho de camarão ontem… certeza que foi ele. Tava gostoso, mas deu r**m. Mandei mensagem pra Ingrid. Ela entupiu o r**o de camarão e

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