BRASA NARRANDO Bagulho louco, né, mano? Depois eu que sou o tal do artista doido ai que ela fala. Ela é que é doida, p***a. Todo santo dia eu fumo a mesma coisa, a MESMA coisa. Mistura leve, só pra apagar o cérebro e dormir de boa. Hoje ela vem com esse papo de que tá diferente, que tá forte, que quase morreu de enjoo… Ah, para, pô. Maluca! Eu ali, deitado, olhando pro teto, tentando entender o que que eu fiz de errado. Fumei meu balãozinho de lei, dei um trago, fechei o portão, deixei a arma na sala, tudo no ritual certinho. A mulher vai, deita, fica com aquela cara linda dela no travesseiro e do nada, tá passando m*l. Na moral, parece que o universo me trolla. Eu até fiquei ali, segurando o cabelo dela, coitada. Vendo ela vomitar, e o coração já vindo na boca também, achando que el

