MAJU NARRANDO Eu estava deitada na cama dele, nua, suada e exausta. O corpo dele, quente e pesado, era a única coisa que me mantinha ancorada na realidade. O cheiro dele me envolvia, um misto de poder, suor e o perfume amadeirado que eu tinha sentido no camarote. O caos lá fora parecia inexistente, substituído pelo silêncio opressor daquele quarto. Minha respiração ainda estava descompassada. As costas doíam levemente, não de cansaço, mas da força bruta que ele usou para me dominar. Eu sentia o calor e a viscosidade do g**o dele dentro de mim, uma marca literal da possessão. Eu m*l conseguia acreditar no que tinha acontecido. Maria Júlia, a professora concursada, respeitada na escola, tinha sido tratada como a p*****a dele. Ele me chamou de vagabunda, me bateu, me agarrou pelos cabelos,

