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1186 Palavras

GADERNAL NARRANDO Ela gozou na minha boca. Um grito agudo que ela tentou segurar, mas que saiu rasgando o silêncio do apartamento. Eu senti o corpo dela convulsionar no sofá, e o jorro quente dela na minha língua. A massagem no cuzinho dela, somada à intensidade da minha boca na b****a, foi a chave para o desmonte. Eu não parei de chupar até ter certeza que ela tinha secado a alma. Eu engoli o g**o dela, sentindo aquele sabor de vitória descer quente pela minha garganta. Levantei a cabeça, e o peito subia e descia no ritmo do meu desejo louco. Ela estava destruída. O cabelo cacheado espalhado pelo couro preto do sofá, o corpo brilhando de suor, os olhos fechados, a respiração pesada. Minha preta estava feita. — Que delícia ein? Molinha pra mim! — Perguntei, a voz grossa, lambendo os lá

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