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1474 Palavras

GADERNAL NARRANDO Eu m*l conseguia respirar. A boca dela nos meus lábios era uma droga pesada, e o corpo dela, apertado no meu, era o único lugar onde eu queria estar. O beijo ali, na frente daquela cambada toda, serviu como uma demarcação de território. Ela era minha. Ponto final. Quando ela tentou bancar a difícil, recusando a minha ordem de sair do baile, a raiva misturada com o t***o me dominou de vez. Garoto? Essa mulher tinha que ser domada. — O baile pra você já acabou. — Falei, sem paciência. Agarrei a cintura dela. Minha mão a envolveu inteira, e eu senti a fragilidade dela no meu aperto. Ela podia ser a professora certinha, mas o corpo dela implorava pelo descontrole. Puxei ela bruscamente, tirando ela da vista do Playboy e da Lorena. O Playboy já sabia o que tinha que fazer

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