“Me ensina a encontrar a alegria? Eu quero navegar em águas tranquilas. Por favor, me mostra aquilo que minha alma se n**a a enxergar. Ainda me pergunto onde estás. Espero em um silêncio que me tortura. A minha alma está vazia. Nada. Não escuto nada. Sei que ainda assim preciso firmar meus pés. Mesmo que o silêncio me fira, ainda que o vazio me sangre. Ainda que meu coração desista. Eu sei, ele já desistiu. A quem eu quero enganar? Não é por mim. Não, nunca foi e, provavelmente, nunca será. Quem sou eu para merecer? Quem sou eu para receber? Eu sou da cor do ar. Minha presença é o vazio. E quando abro meus olhos para que me vejam, eu sou o vendaval. Eu sou aquilo que temem e que ninguém deseja. Eu quebro a mim, claro! Em mil pedaços. Em infinitos pedaços, só para garantir que você não

