bc

A MÉDICA E O DONO DA ROCINHA

book_age18+
849
SEGUIR
9.5K
LER
HE
bandido
colarinho azul
drama
doce
outro mundo
like
intro-logo
Sinopse

Sinopse:Milena sempre teve o futuro traçado: trabalhar em uma clínica durante o dia, estudar cirurgia geral à noite e correr atrás do seu maior sonho — se tornar uma médica e ajudar o próximo. Criada em uma família tradicional, ela sempre buscou ser a filha perfeita, mesmo vivendo à sombra da irmã inconsequente e enfrentando as pressões de pais exigentes.Mas a vida, com sua mania de virar tudo de cabeça pra baixo, coloca em seu caminho Caveira — um homem misterioso, frio, calculista, e completamente alheio ao amor. Envolvido no submundo do crime, ele nunca imaginou que uma garota como Milena pudesse atravessar sua vida com tanta intensidade.Dois mundos opostos, duas realidades distantes... mas um destino que insiste em cruzá-los. E quando o improvável acontece, a razão dá lugar à paixão, e Milena vai descobrir que amar alguém como Caveira pode ser tão perigoso quanto irresistível.Porque quando é pra ser, não importa o quanto tentem lutar… simplesmente acontece.

chap-preview
Pré-visualização gratuita
cap 01 anos atrás
Caveira narrando... Anos atrás... Cheguei em casa e percebi um clima estranho. Tinha gritos vindos do andar de cima. Subi correndo, e foi aí que ouvi a voz da minha irmã. Maitê: — Para, por favor... eu te imploro, não faz isso! — ela chorava. X: — Cala a boca, tu sabe que quer... Aquela voz... era ele. Eu conhecia. Não podia acreditar que ele tava fazendo isso com a minha irmã. Corri pro meu quarto, peguei a arma do meu pai e fui direto pro quarto da Maitê. Arrombei a porta e vi a cena que eu jamais vou esquecer. Ela no chão, assustada, sem roupa... e meu padrasto em cima dela. Caveira: — SAI DE CIMA DELA AGORA! — gritei, empurrando ele com força. Tito: — Essa menina é igual à mãe, vive se oferecendo e depois quer bancar a difícil — falou com frieza, como se não tivesse feito nada de errado. Caveira: — Tu vai pagar por tudo isso, seu desgraçado. Sem pensar duas vezes, atirei. Foram vários tiros, até ter certeza que ele nunca mais ia tocar em ninguém. Caveira: — Cadê ela, Maitê? — perguntei, ainda tremendo. Maitê: — No quarto... — respondeu baixo, encolhida num canto. Entreguei um lençol pra ela. Caveira: — Se enrola e fica aqui, tá? Agora é com a mãe... Fui direto pro quarto da minha mãe. Ela tava dormindo. Como se nada tivesse acontecido. Caveira: — Acorda! — gritei, e atirei no braço dela, sem atingir nada vital, só pra acordar de vez. Márcia: — Ai, meu Deus! O que tá acontecendo?! — gritou, assustada, segurando o braço. Caveira: — Teu marido tentou abusar da Maitê! E tu tava aqui dormindo? Que tipo de mãe tu é? Márcia: — Aquela menina vive andando com pouca roupa. Queria o quê? Ele é homem... Caveira: — Ela tem 13 anos! É TUA FILHA! Ela não demonstrava arrependimento. Pelo contrário, parecia irritada com o incômodo. A cada palavra dela, eu perdia um pouco mais da pouca paciência que me restava. Márcia: — Eu nunca quis filho nenhum mesmo. Só tive porque fui obrigada. O pai de vocês me forçou. Ainda bem que ele morreu... Foi aí que tudo fez sentido. Meu pai não morreu por acaso. E ela tinha culpa. Caveira: — Então agora vai fazer companhia pra ele... Ela ainda tentou argumentar. Márcia: — Tu tá virando o que sempre disse que odiava... Vai me matar, Fael? Caveira: — Eu não sou como tu. Mas não vou deixar você sair impune. Dá um oi ao d***o por mim. Três tiros. Fim de história. Minha vida nunca foi fácil. Mas tudo ficou pior quando meu pai morreu. Ele era o único que cuidava de mim e da Maitê. Depois que se foi, minha mãe se envolveu com o Tito, que era, até onde a gente sabia, melhor amigo do nosso pai. Mais tarde, descobri que os dois tinham armado a morte dele. Ela queria poder. Tito queria minha mãe. Traíram quem dizia ser irmão. Eu tava esperando o momento certo pra agir. Mas ver minha irmã naquela situação me fez agir antes do tempo. A vingança foi feita. E agora eu sabia o que tinha que fazer. Voltei pro quarto da Maitê. Caveira: — Se veste, vamos sair daqui. Maitê: — Você... matou ela? Caveira: — Matei. E ela merecia. Nunca foi mãe de verdade. E ainda foi responsável pela morte do nosso pai. Maitê: — Como assim? Ele morreu numa missão, não foi? Caveira: — Não. Ela e o Tito armaram tudo. Ele confiava nela... e ela entregou ele. Maitê: — Eu não acredito... — ela falou chocada, indo pro banheiro se trocar. Minutos depois, voltou vestida. Maitê: — E agora, pra onde a gente vai? Caveira: — Pra casa do Th. Vamos passar a noite lá. Amanhã eu resolvo o que vou fazer. Saímos da casa. Fomos até a casa do Th. Bati na porta. A mãe dele, dona Olívia, abriu com cara de sono. Caveira: — Desculpa incomodar, tia... mas a gente pode passar a noite aqui? Olívia: — Pode sim, meu filho. Entra. O que aconteceu? Caveira: — É uma história longa... amanhã eu conto tudo. Olívia: — Tudo bem. Maitê, vem dormir comigo. Fael, vai pro quarto do Thalles. Caveira: — Obrigado, tia. A senhora salvou a gente hoje. Subi pro quarto do Th. Ele tava acordado, no celular. Th: — Qual foi, mano? Que que tá pegando? Contei tudo. Th: — Tu sabe que o comando vai vir atrás de tu, né? Isso vai dar ruim... Caveira: — Não vai dar em nada. Ele tava no erro. E eu tenho provas do que eles fizeram com meu pai. Th: — E tu acha mesmo que vão te entregar o comando do morro? Tu ainda é só um vapor. Caveira: — Isso vai mudar. Esse morro vai ser meu. E tu vai tá comigo nessa. Th: — Se tu tá falando... amanhã a gente vê no que dá. Deitei no colchão improvisado no chão. Amanhã começa outra fase. Não mais como vapor. Agora como Caveira, o dono da Rocinha.

editor-pick
Dreame-Escolha do editor

bc

O Lobo Quebrado

read
121.7K
bc

De natal um vizinho

read
13.9K
bc

Primeira da Classe

read
14.1K
bc

Amor Proibido

read
5.4K
bc

Sanguinem

read
4.3K
bc

Meu jogador

read
3.3K
bc

Kiera - Em Contraste com o Destino

read
5.8K

Digitalize para baixar o aplicativo

download_iosApp Store
google icon
Google Play
Facebook