— obrigado por pensar em nós.
— Eu pensei muito no que você me disse aquele dia e somos um time e precisamos está juntos em tudo. Eu amo vocês.
— Nós também, se cuida e eu vou te tirar dai o quanto antes.
— Obrigada – eu falo.
Eu desligo o celular, o melhor a se fazer era largar as garotas e não era por remoçor Lorena, era apenas por estratégia.
Já era bem noite, quando eu resolvo sair e vou em direção a boca antes passo em um lugar que eles chamam de lancheria e compro as coisas que tinha lá para comer, nunca nem tinha comido essas coisas, e bato na porta da boca.
— Ocupado? – eu pergunto para ele
— Pode entrar, o que faz aqui essas horas?
— Estava olhando o morro lá da sacada do seu quarto e vi que você estava sozinho – eu falo.
— Estava me vigiando? – ele pergunto
— Percebi que você não subiu para jantar, então trouxe algumas coisas que eu nunca comi para comer com você – ele abre um sorriso
— E você vai comer essas coisas?
— Posso comer – eu falo sorrindo
Eu abro as sacolas vendo o que eu tinha comprado, refrigerantes também, a gente começa a comer e eu gosto.
— Nossa é bom – eu falo
— Eu fico de cara com a realidade que você viveu.
— Você me acha uma patricinha, mimada e asquerosa.
— Não asquerosa, o resto – ele fala rindo
— Eu sei que eu sou insuportável de conviver, tenho uma visão muito diferente de todos e pareço seca com as minhas ações.
— Você é assim porque foi criada assim.
— Aos meus trin – ele me olha – vinte anos de idade – ele gargalha – o que foi,?
— Vinte anos? – ele pergunta
— Vinte anos, a idade é minha e eu tenho quanto eu quiser ter – ele começa a rir
— Vai aceita a idade , você é nova.
— Nova? – eu falo e ele começa a rir
— Eu sou mais velho que você – ele fala – e você é uma trintona muito linda e principalmente atraente – eu olho para ele e ele bate na perna dele.
Eu me levanto da cadeira e me sento no colo dele.
— Com tantas novinhas e você querendo que eu sente no seu colo – eu olho para ele.
— Realmente eu poderia ter quem eu quisesse, mas ninguém seria tão maluca e atraente como você – ele fala sorrindo e eu sorrio.
Ele me beija e eu correspondo o seu beijo, ele passa a mão pelo meu corpo e eu abro um sorriso para ele.
— Eu vou sentir falta daqui – eu falo
— Vai? – ele pergunta – você nem vai ter tempo de pensar em nada , no morro, em mim quando assumir como a chef da máfia.
— Mas mesmo assim eu vou sentir – eu falo para ele e ele abre um sorriso e eu volto a beijar ele.
Capitulo 47
Alexandre narrando
Lorena acredita que eu não vou atrás dela, mas eu vou até o inferno, não adianta quantas pessoas ela solte, ou quantas vezes ela mude de lugar com essas garotas, eu a encontraria, ela estava junto com o seu sócio e quem fosse mais, e ela estava querendo brincar comigo.
— Oméxico está uma loucura – Juan fala – estão cobrando um parecer de Pedro, principalmente os membros da máfia.
— Vagabunda – eu falo – ela fez de proposito, soltar todas as garotas aqui , Lorena não sabe o que espera ela.
— Ela fez isso para desaparecer de vez – Juan fala – essas horas já deve está em qualquer lugar do mundo, com identidade nova, lugar que você nem imagina.
— Não vai ser assim, agora o rosto dela não aparece ao mundo mas quando eu assumir e ele estiver morto, eu escancaro essa v***a para o mundo todo saber quem ela é.
— Calma , você tá agindo de cabeça quente.
— Estou não – eu falo
— O que está acontecendo? – Pedro entra
— Sua filha mandou soltar todas as garotas aqui – eu falo
— Oferece tratamento psicológicos a todos, ajuda e principalmente Juan, mande ficarem de olhos no que sai da boca delas, não pode sair o nome da Lorena.
— Sim, senhor – ele fala saindo da sala.
— Precisamos encontrar a Lorena – Pedro fala
— Estou fazendo isso, seguindo todos os passos dela mas ela está dificultando, porque não quer ser encontrada.
— Ela está tramando algo grande – Pedro fala – eu sei a filha que eu criei.
— O que você quer dizer?
— Se ela quer assumir a máfia, deve está planejando matar nos dois e tem alguém da nossa confiança ajudando ela.
— Como? – eu pergunto
— Sozinha e apenas com aquele sócio dela, ela não estaria fazendo tudo isso e nem se escondendo dessa forma, você está achando que ela está com a quadrilha mas não está não, Lorena é esperta e achou algum i****a para proteger ela – Pedro fala – vou resolver esse assunto e dar a minha palavra a televisão e você – ele aponta para mim – acha a minha filha e pensa no que eu te disse.
Eu resolvo ligar para o agente do FBI.
— Alexandre ? – Márcio fala quando atende.
— Eu não posso divulgar o nome dela, mas você pdoe.
— Como?
— Não divulgue para a imprenssa, divulgue entre os seus amigos em todos os países, a Lorena está escondida em algum pais.
— Vou abrir o chamado.
— Se você achar ela, você ganha uma boa grana – eu falo – e quando eu virar chef da máfia você vai ser mutio recompensado.
— Eu quero um cargo – ele fala
— Você vai ter – eu falo – você vai ter tudo que você quiser se você me entregar a Lorena.
— Eu vou abrir um chamado para todos os agentes em todo o canto do mundo, amigos , chef de segurança, detetive – ele fala – vamos encontrar ela, eu quero encontrar ela.
— Só que eu quero ela viva – eu falo
— Entregarei ela viva – ele fala.
Marcos narrando
— Você é maluca – eu falo enquanto ela senta em mim.
— Você gosta – ela fala sorrindo
Eu beijo o pescoço dela e depois mordo o seu queijo e a gente continua se beijando, enquanto ela senta em mim, eu acendo o baseado e entrego a ela, depois pego a vodka e derrubo em sua boca, ela me beija com o baseado entre os seus dedos.
Eu aperto a sua b***a e ela continua movimentando em cima de mim, eu seguro a cintura dela e começo a penetrar nela intensamente, eu viro ela de costa para mim, ainda sentada e com o corpo em cima da mesa, agarrando em seus cabelos, eu vou a penetrando rapidamente e intensamente.
Eu puxo seus cabelos para trás e ela abre um sorriso em seu rosto, eu beijo a sua boca e ela solta um gemido alto.
(...)
Ela estava nua parada na janela olhando para fora enquanto eu bolava mais um baseado.
— Sabe o que eu acho? – ela fala nua olhando pela janela – que tem muita criança aqui e elas não tem onde ficar?
— Como assim? – eu pergunto – do nada?
— É que eu acabei de ver uma criança que eu encontrei na rua perdida esses dias, ninguém te falou?
— Comentaram.
— Uma creche? Sei lá, no México existe instituições .
— Existe creche.
— E aqui não?
— Pequena.
— Aumenta ela – ela fala – assim, essas crianças não corre perigo com essas mães sem juízos, já se viu uma criança pequena nessa rua dessa forma.
— Você é estranha – eu falo
— Porque?
— Sei lá – ele fala – as ideias sai da sua cabeça do nada.
— Eu só pensei alto – ela fala sorrindo.