Rael Entramos na sala e eu nem me dei ao trabalho de fechar a porta com a mão; chutei a madeira com força, ouvindo o estalo seco que ecoou pela casa toda. O mundo lá fora podia estar desabando, mas ali dentro, o tempo era meu. — Uma hora, Maitê? — rosnei contra a boca dela, minhas mãos já descendo para a b***a dela e a apertando com vontade, sentindo a firmeza do seu corpo. — Eu faço milagres em dez minutos. Imagina o que eu faço com sessenta. Eu não tive paciência para delicadeza. A adrenalina do tiroteio ainda estava circulando, misturada com o t***o acumulado de saber que quase não voltei para ela. Joguei a mochila dela em qualquer canto e a prensei contra a parede do corredor, erguendo suas pernas para que ela se prendesse na minha cintura. — Rael... — ela ofegou, as mãos puxando m

