Revolta.

882 Palavras

Maitê O barulho na porta foi seco, três batidas rítmicas que eu já começava a reconhecer. Enrolei-me na toalha, ainda sentindo o rosto latejar sob a água morna, aquela garota tinha uma mão pesada. Droga! Sei que estou com uma marca bem visível. Vesti um short e uma regata qualquer. Quando abri a porta, dei de cara com o Cabeça. Ele não estava com a cara de deboche de sempre; parecia inquieto, girando a chave da moto no dedo. Pelo visto os irmãs resolveram não abandonar mais as motos. — E aí, bicho do Mato? Que demora para abrir a porta. Precisa me dar uma chave? O Rael está na boca, mas... — Ele travou a fala no meio. Quando abri a porta, Cabeça disparou a falar, antes mesmo de me entrar, mas. quando os olhos dele me viram de verdade, e de forma ligeiros, focaram direto na mancha ver

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