Novembro

694 Palavras
Dois meses se passaram. Era novembro, nós decoramos a livraria para o natal. Até o Morris veio ajudar. Se com "ajudar", você quiser descrever alguém que senta num lugar e fica dando ordens e palpites desnecessários. _ Se eu ficar tão chato quando eu envelhecer, por favor, me mata? _ pedi para você que me olhou condoida pelos meus nervos aflorados. _ Vou fazer melhor. Te levarei aos estádios para xingar os jogadores pernas de p*u, por noventa minutos mais o intervalo _ remediou. _ Não, Madu. A morte é bem melhor. Como ele se aguenta? _ olhei para o Morris pegando no pé do Julho. Eu estava querendo tirar o velho dali o quanto antes. Foi um longo dia. Cheguei em casa exausto. Você estava cheia de graça. Gostou de ver o meu sofrimento. Você é ma! Quem poderia adivinhar? Me joguei no sofá sem forças para mais nada. _ Vai tomar um banho _ você mandou _ Eu faço o jantar hoje. Achei que não tinha ouvido direito e te olhei confuso. _ Seis meses te observando, me deram uma ou duas ideias do que fazer na cozinha. _ Eu preciso ver isso _ gargalhei. _ Um pouco de credibilidade, por favor? _ Desculpa, amor. Não é pessoal, mas eu preciso ver isso. Sentei a mesa e fiquei te observando. Foi interessante, mas eu só acreditei que você conseguiu quando provei a gororoba e era comestível. _ Conseguiu! _ provei mais uma colherada _ Tá gostoso. Mas o que é isso? Você me lançou um olhar bravo que me deu medo e, eu deixei para lá. Comendo sem reclamar. _ Tá maravilhoso _ ficou forçado _ Obrigado por fazer o jantar, desculpa. _ De nada. Tudo bem, devia ser macarrão com queijo, mas algo deu errado _ admitiu. Achei engraçado por parecer uma sopa _ Posso te ensinar, se você quiser? _ ofereci. _ Eu quero _ sorriu. _ Por que não disse antes? _ me disponibilizei. Tomamos banho juntos e você me levou para o porão. Uma terrível tempestade caiu naquela noite. Mas o porão estava quente. Você me beijou o peito e, desceu até o meu ventre. Encontrou o meu pênis com sua boca. Assanhou o meu líbido. Trouxe os seus lábios para os meus. Beijei a sua boca e fiquei sobre você. Penetrei o seu sexo molhado e quente com força, vendo os seus s***s balançando com o choque do meu ventre contra o seu sexo. Abocanhei um dos seus s***s e mordi de leve. Brinquei com a língua no mamilo e chupei. Os seus gemidos descompassados deliciava a minha alma. _ De quatro, gostosa _ sorri. Você obedeceu. Era bom te ver cooperando. A sua disposição nesta posição era linda. Me fez suspirar. Acariciei o seu c******s com círculos sobre ele e, lambi o seu círculo no vale do seu bumbum. Quando você gemeu empurrando a b***a na minha cara, estava pronta para eu te penetrar de novo. Seus gemidos ficaram mais altos. Você ficou mais suscetível à mim. Eu estava gostando da sucessão de ápices que você sentia. Em um certo momento, eu te sentia me apertando, dentro de você. Não era por dor, mas por t***o. A imposição da sua b***a contra o meu ventre deixava bem claro que você queria aquilo e, até mais. Ficou corada durante este ápice. Vergonha? Eu não te quero envergonhada. Seja minha! Segurei o seu cabelo na nuca e te forcei outros orgasmos até a minha exaustão. Quando cheguei ao meu limite, você já havia chegado ao seu há muito tempo. Acariciei o seu rosto quando deitei ao seu lado e beijei os seus lábios. Te levei no colo até a nossa cama. Você estava exausta. Me orgulhei disso, Madu. Desculpa dizer. _ Você gostou? _ acariciei o seu cabelo, quando estávamos na cama. Você sonolenta e, eu inseguro. _ Sim _ sorriu parecendo envergonhada _ Você é um delicioso safado. _ Por isso, você me levou lá _ lembrei de como parecia disposta e empolgada. Ficou quietinha e percebi que adormeceu. Beijei a sua testa com carinho. Te quero bem, meu carinho. A chuva forte embalou os nossos sonhos.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR