— Pode ser. Cheguei até a cama e, sem aviso prévio, carreguei-a nos ombros. — Por enquanto, vou torturá-la de prazer.
— Me solta, id*iota! Ela protesta, soltando chutes e socos no ar. — Me solta!
— É isso que você deseja? Questiono, entrando no banheiro e, depois de refletir por alguns minutos, decido tomar um banho. Vou fo*der ela de pé, de costas e contra a parede. — Você realmente quer que eu te deixe ir?
— Sim!
Abaixou-a com brusquidão para jogá-la contra o azulejo e beijá-la sem qualquer delicadeza. Nunca estamos em paz, nem mesmo nos minutos seguintes ao êxtase. É um ciclo vicioso m*aldito em que nos odiamos, nos tentamos, brigamos e acabamos descontando a raiva com se*xo para voltar a brigar.
— Não minta. Murmuro sem separar meus lábios dos seus. — Ambos sabemos que não é o que você quer. Você está gostando de ser minha prisioneira, pequena... literalmente.
— Você é um m*aldito arrogante de me*rda! Ela me bate no peito indignada.
— Sim, e esse arrogante de me*rda doente vai te dar o melhor orga*smo da sua vida.
A gargalhada escapa de sua boca, incendiando minha pele no ato.
— Ver para crer, Dia*bo de quinta categoria.
Que me queimem vivo em todos os infer*nos m*alditos! Diante de mim tenho a m*aldita Lilith em pessoa. Ela está me sacaneando, vai continuar fazendo isso enquanto eu sacanear ela. O que resta é ver quem termina mais fo*dido no final. Porque nessa questão não acho que ninguém no mundo possa me vencer.
— Você pediu, pequena. Virei-a em meus braços antes de espremer seus se*ios contra os azulejos. — Nem pense em reclamar, porque não vou parar.
Sem preliminares, entro nela com uma estocada e quase suspiro ao perceber que ela está sempre úmida, como se estivesse me esperando de braços abertos para fazer do seu se*xo meu lar.
Minha refém, minha pequena, minha Lilith. Não importa onde estejamos ou a que distância, você carrega a marca do Di*abo em sua pele e jamais poderá escapar de minhas garras.
DEAN
O tom da pele dela me hipnotiza. Vejo as gotas de água escorrerem por entre suas pernas e é exatamente onde quero estar o tempo todo.
Esta mulher é uma droga desgraçada e eu não quero consumi-la, mas também não consigo parar de chupar o veneno dela.
Ela não sabe que a observo, mas não consigo ficar muito tempo sem vê-la. Ela desmontou todo o meu plano, simplesmente pelo fato de existir, de ser ela, de me tirar o chão como ela faz.
Aproximo-me sorrateiramente, empurro a divisória de vidro e ela está tão concentrada que não me nota.
Trago duro e fico duro também.
Solto um suspiro forte e deslizo meu dedo pelo canal no meio das suas costas até onde se juntam as suas duas nádegas que me seduzem, e é então que ela se vira assustada.
— Po*rra, imb*ecil, você é idi*ota! Ela me insulta, mas não dou muita importância, pois seus ma*milos duros não me deixam responder.
Belisco um e ele me dá um tapa. Ela é uma guerreira e isso me encanta.
— Nem me deixa tomar banho em paz? Ela reclama.
— Ficaria mais limpa se eu fizesse isso. Respondo com humor. — Você é um pouco inútil para venerar esta pele.
Eu a provoco de propósito, porque me deixa muito e******o batalhar com ela.
Abro minha mão entre suas pernas e tomo o peso do seu se*xo na minha palma.
De*mônios, que delícia!
Queria me ajoelhar e enfiar a língua lá dentro.
— Saia daqui!
Sei que ela está e*xcitada, porque o nó dela pulsa na minha pele, mas ela me expulsar me irrita.
Tiro sarro dela, molho o antebraço e encosto a boca dela na minha, mordo os lábios dela com força antes de me afastar.
— Po*rra, Leah! Digo irritado. — É que tudo com você tem que ser na base da briga?
— Você me aborda à força, bruto. Ela se defende e eu a obrigo a me beijar.
Não consigo parar de fazer isso. Tento não cair na tentação..., mas faço isso uma, outra e outra vez.
Ela me empurra e ambos ofegamos. Queremos nos devorar, posso ver em seus olhos e, no entanto, é ela quem freia tudo com um simples gesto. Algo no meu instinto me diz que não vou ganhar essa briga, então o bom humor do amanhecer vai embora na hora.
E o pê*nis... Caramba! Dói como ela não imagina, m*aldita... ou talvez sim, e por isso não tira o sorriso estúpi*do do rosto dela.
— Vista-se rápido! Ordenei com exasperação e ímpeto. — Vamos sair.
Minhas palavras são um decreto que me ajuda a romper com o beijo e com este jogo absurdo de ver quem aguenta mais provocando o outro. Passo. Só quero cumprir minha parte e sair correndo. Hoje preciso que alguém me mime.
— Você faz tudo parecer tão fácil. Ela murmura e não sei a que se refere, nem me preocupo por não saber. Simplesmente deixo estar.
Abro a porta com força e saio daquele banheiro no qual não sei por que dia*bos entrei, e me lanço na jugular de um dos meus homens.
Dou tantas ordens a eles, que parece que quero sufocá-los de trabalho. Preciso de um desabafo e pelo menos eles obedecem.
Passam pelo menos quarenta minutos e eu já estou que mato. Ela faz isso de propósito, Leah é uma provocação constante. Ela sabe que estou esperando por ela e, no entanto, se atrasa deliberadamente para me irritar, provar que pode comigo, marcar seu domínio e todas essas bobagens. A muito ingênua não sabe que a deixo fazer, simplesmente porque me apetece sentir o que provoca minha constante briga com ela.
Quando finalmente a vejo sair da minha casa, estou recostado no meu carro, com as pernas cruzadas na altura dos tornozelos e sinto que a minha ereção salta entre as pernas, como se estivesse amarrada a uma mola automática.
— Que po*rra você está vestindo? Posso jurar que meus olhos saíram das órbitas.
Emito um grunhido ao mesmo tempo que meu punho impacta contra o capô do carro e me empurro para trás para avançar em direção a ela.
— O que eu consegui, Frost. Ela responde como se não tivesse quebrado um prato. — Então você se aguenta.
Ela está usando uma camisa minha e um cinto com apenas os sapatos dela.
Eu a mato!
Eu a pego pelo pulso e giramos com força até que ela fique com a bu*nda encostada na porta do meu carro. Meto uma mão entre as pernas dela e rosnando baixo quando meus dedos tocam sua va*gina nua.
— M*aldita descarada!
Não está usando calcinha!
— Nem uma calcinha você conseguiu colocar? Bramo em seus lábios. Em resposta, a muito fo*dida morde os meus enquanto me aperta o volume na pél*vis quando enfio um dedo dentro dela sem poder evitar, nem saber por que o faço.
Me deixa louco... mais do que já estou.
— Não tenho calcinha. Ela murmura. — E mesmo se tivesse, não tenho vontade de colocar nada que umedeça pela vontade de fo*der que você me provoca a cada dois por três, Frost.